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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Pesquisa mostra que o Brasil é o país onde mais se agride professor

Resultado de imagem para fotos professores sendo agredidos em sala de aula
Foto Google
Por Luis Ricardo 
O programa Repórter Justiça apresenta uma preocupante e vergonhosa estatística: o Brasil é o país onde mais se agride professores(as). Segundo pesquisa realizada com mais de 260 mil professores de escolas públicas e particulares, mais da metade disse já ter sofrido agressão, 71% já presenciaram brigas entre estudantes e 91% dos entrevistados já disseram ter sofrido ameaças.
O Sinpro tem detectado uma incidência maior de agressões nas escolas públicas, realidade que já começa a aparecer em diversas pesquisas e relatos. Entre os entrevistados do programa está a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa, que fala da realidade vivida pela categoria no Distrito Federal.
Clique aqui e confira o programa que aborda um pouco mais desta temática.
Fonte: SINPRO-DF

Moção de repúdio à portaria do Ministério do Trabalho que inviabiliza a fiscalização do trabalho escravo no Brasil

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A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE, entidade representativa dos profissionais do setor público da educação básica brasileira, REPUDIA a edição de Portaria do Ministério do Trabalho que, na prática, inviabiliza a fiscalização do trabalho escravo no Brasil.
Os novos critérios inscritos nessa Portaria para comprovar o exercício e uso do trabalho escravo por parte dos empregadores desprezam orientações ratificadas em vários países do mundo, constantes, inclusive, das normas da Organização Internacional do Trabalho – OIT. O trabalho de fiscalização, antes realizado pelos setores técnicos formados por servidores públicos de carreira do Ministério, agora perde sua autonomia ao sujeitar-se, na nova norma, aos ditames do gabinete do Ministro. Nada mais vexatório do que a divulgação da “lista suja” de empregadores que se valem de trabalho escravo precisar, a partir de agora, de autorização expressa do Ministro, tutelando o trabalho técnico do órgão.
Os critérios utilizados pelos auditores-fiscais do trabalho para aferir a existência ou não de trabalho análogo à escravidão, antes amparados pelos conceitos utilizados pela OIT e pelo próprio Código Penal brasileiro, agora se restringirão a apenas quatro: retenção de documento pessoal, uso de segurança armada para reter o trabalhador, submissão sob ameaça de punição e restrição de transporte para reter o trabalhador no local de trabalho. Ora, as situações mais comuns de trabalho análogo à escravidão ficaram fora dessa lista de critérios da nova portaria, como a prática, ainda muito comum em rincões do país, de oferecer ao “trabalhador” uma remuneração na forma de moradia e alimentação. Outros tantos casos e situações foram negligenciados nessa nova Portaria para favorecer os maus empregadores e fazer perpetuar em nosso país essa cultura política do servilismo.
É impossível não reconhecer que essas medidas fazem parte de todo um conjunto de ações que o governo golpista e corrupto de Temer insiste em promover para facilitar a vida dos grandes empresários e donos de capital desse país, na mesma medida em que retira direitos sociais de toda a população. Essa Portaria, não se deve esquecer, é a fatura cobrada pela bancada ruralista do Congresso Nacional que golpeou o mandato da Presidenta legítima Dilma Rousseff.
Toda a consciência social e democrática deste país posicionou-se de forma veementemente contrária a esta medida: do escritório regional da OIT no Brasil ao Ministério Público do Trabalho – MPT, passando pelas associações dos servidores da carreira de Auditoria do Trabalho. Todos, sem exceção, expressaram a sua contrariedade a esse retrocesso civilizatório a que estamos sujeitos nos dias de hoje no Brasil, e os/as educadores/as brasileiros/as não se furtariam também a se manifestar contra mais esse absurdo promovido por este governo sem legitimidade. Pelo fim do trabalho escravo no Brasil! Fora Temer e todos os golpistas!
Brasília, 18 de outubro de 2017.
Diretoria Executiva da CNTE

19 de Outubro é Dia Nacional em Defesa da Educação Pública


O ANDES-SN, em conjunto com outras entidades, organiza o Dia Nacional em Defesa da Educação Pública em 19 de outubro, quinta-feira. Serão realizados atos em todo o país em defesa da educação pública. No Rio de Janeiro (RJ), onde as universidades estaduais enfrentam grave crise financeira, a manifestação será realizada na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

No mesmo dia será lançada, por meio da divulgação de um manifesto, a Frente Nacional em Defesa das Instituições de Ensino Superior Públicas. A atividade acontecerá na Uerj, na concentração do ato. As entidades esperam, com a Frente, dar visibilidade nacional à luta em defesa das instituições públicas de ensino superior, que vêm enfrentando ataques e cortes de orçamento nos últimos anos.

Eblin Farage, presidente do ANDES-SN, ressalta a importância da participação da categoria nas mobilizações do dia 19. “A data foi escolhida para ser um grande dia de manifestações em todo o país. Temos nos esforçado especialmente na construção da manifestação no Rio de Janeiro, onde a situação das universidades estaduais é catrastófica”, afirma.

“Queremos criar unidade nacional na luta em defesa das instituições públicas de ensino superior porque, sejam elas federais, estaduais ou municipais, o ataque é semelhante, e faz parte de um mesmo projeto de ajuste fiscal e de destruição dos serviços públicos”, conclui Eblin.

CSP-Conlutas também participará das manifestações

Por unanimidade, os delegados do 3° Congresso da CSP-Conlutas aprovaram, no sábado (14), em plenária deliberativa do Plano de Ação, o calendário de lutas da Central.

Na ocasião, foi reafirmado o dia 19 de outubro como o “Dia Nacional em Defesa da Educação Pública”, com atos em todo o Brasil. Outra data aprovada na plenária foi o 10 de novembro, que será um Dia Nacional de Lutas, Mobilizações e Paralisações realizado na véspera da entrada em vigor da Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467/2017), sancionada pelo presidente Michel Temer no mês de julho. 

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sábado, 14 de outubro de 2017

Audiência pública na ALERN vai discutir crise na UERN

SEMANA EM DF2

Na próxima terça-feira, dia 17, às 14h, segmentos da UERN participam de uma grande audiência pública na Assembleia Legislativa do RN (ALERN) em Natal, que vai discutir a autonomia financeira da universidade, situação dos aposentados e os atrasos salariais de docentes e técnicos. A iniciativa é de proposição da ADUERN e vem como parte de uma série de atividades promovidas pelo sindicato na defesa da instituição de ensino.
Além da audiência em Natal, a ADUERN também se reúne, na próxima segunda-feira (16), às 9h, com vereadores de Mossoró que vão entregar uma carta assinada pelos parlamentares municipais, se comprometendo a apoiar a luta de professores e professoras da UERN. No mesmo dia às 15h em Caicó, será realizada uma audiência pública com autoridades da região, também para discutir a situação da universidade.
Em Assú a reunião com parlamentares locais foi realizada no dia 11/10, após solenidade na Câmara de Vereadores do município, que contou com a participação de diversas autoridades do estado.
Em Pau dos Ferros, a reunião com parlamentares da região também já foi realizada. De acordo com o representante da ADUERN na unidade, Marcos Luz, os docentes estão realizando contato direto com os deputados da região e pedindo garantia de apoio às pautas da UERN. Em Patu, a representação da ADUERN organizou um abaixo assinado que está sendo assinado por autoridades políticas da região em apoio às pautas da categoria.
O ciclo de audiências e reuniões com parlamentares e autoridades políticas foi pensado pelo Comando de Mobilização da ADUERN como forma de denunciar a crise vivida pela universidade e fortalecer os apoios à instituição.
Desde a última semana, o Comando de Mobilização já havia iniciado uma série de articulações e contatos juntos aos Deputados Estaduais e Federais, Vereadores, Prefeitos e Senadores do Rio Grande do Norte, pedindo apoio na luta pela manutenção da universidade com qualidade e condições de trabalho.
O Comando de Mobilização entregou aos deputados um documento em que destaca a importância da UERN para o Estado, as pautas a serem defendidas e solicita as assinaturas dos parlamentares, firmando assim o compromisso com a universidade. Até o momento, porém, dos 24 Deputados potiguares, apenas sete assinaram a carta.
Fonte: ADUERN

Começa o 3º Congresso Nacional da CSP-Conlutas



Teve início na manhã de quinta-feira (12) o 3º Congresso Nacional da CSP-Conlutas em Sumaré (SP). O congresso, que se encerra no domingo (15), reúne mais de 2,3 mil pessoas de todos os estados do Brasil para discutir a conjuntura e a política da Central para os próximos dois anos. O encontro também marcou a presença de uma importante delegação internacional de vários países das Américas, Europa, Ásia e Oriente Médio.

Na solenidade de abertura foi apresentado o vídeo “11 anos fortalecendo a unidade sindical e popular, classista e independente", tema da terceira edição do Congresso da Central. Houve ainda saudações de entidades nacionais e internacionais que destacaram o perfil de luta, sindical e popular da CSP-Conlutas. Em seguida, foi constituída uma mesa que contou com três representantes da Secretaria Executiva Nacional (SEN) da Central. Amauri Fragoso, 1º tesoureiro do ANDES-SN, falou sobre a importância da CSP-Conlutas no processo de construção da unidade da classe trabalhadora nos últimos 11 anos. 




“Precisamos entender que todo o processo que nós construímos após a ditadura está chegando ao fim e nós precisamos construir, através do debate e de entendimento das diferenças, uma saída para o fim desse ciclo. Sairemos derrotados ou iremos para a luta? Precisamos apontar o que faremos daqui para frente, unir as nossas convergências. Tenho certeza que a CSP-Conlutas vai sair desse Congresso dando um salto de qualidade para o enfrentamento da burguesia nacional”, disse o diretor do ANDES-SN que ressaltou o poder de recuperação dos trabalhadores no primeiro semestre deste ano diante da aprovação da Emenda Constitucional 95/16 (antiga PEC 55 – Teto dos Gastos Públicos), aprovada em dezembro do ano passado. “Precisamos construir um novo ciclo de lutas para o enfrentamento e isso significa fazer o dia 10 de novembro com mais intensidade”, completou.




Atnágoras Lopes, do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Pará, apontou a necessidade deste 3° Congresso servir de pilar para o enfrentamento dos ataques da burguesia nacional e internacional. “Os ataques aos direitos trabalhistas é brutal, é estrutural e histórico. O suspiro do Capital só é possível quando se aprofunda a agonia de quem trabalha. Sob essa conjuntura de ataques, temos orgulho de ter sido parte efetiva daqueles que resistem, combatem e fizeram a maior Greve Geral no dia 28 de abril dos últimos tempos. Estávamos calçados pela energia da luta da mulher trabalhadora que realizou mundialmente o grande 8 de março. Tivemos um semestre de muitas lutas”.




Segundo Helena Silvestre, do Luta Popular, a CSP-Conlutas é o retrato do povo brasileiro e da sua classe trabalhadora. “A classe trabalhadora no Brasil se construiu numa história longa de genocídios e rebeliões, de escravidão e quilombos, de exploração e greve, de opressão e luta. Entre aqueles que são explorados e oprimidos e aqueles que controlam a riqueza que a gente produz e a classe trabalhadora. O trabalhador é um só, a classe trabalhadora é uma só. Por isso, precisamos construir unidade”, disse.





Logo após, foi aprovado, em plenária, o regimento interno do 3° Congresso da Central.
 





Reorganizar a classe
À tarde, foram apresentadas as contribuições globais ao 3° Congresso da CSP-Conlutas, assinadas por entidades, movimentos e ativistas que compõem a Central. Eblin Farage, presidente do ANDES-SN, defendeu a contribuição apresentada pelo Sindicato Nacional ao caderno de textos do 3° Congresso. Ao todo, 16 contribuições foram apresentadas trazendo importantes avaliações e desafios da Central e da classe trabalhadora brasileira para o próximo período.




“Temos que nos orgulhar por ter conseguido reunir tantos lutadores nesse Congresso para pensar em um Plano de Lutas que, de fato, represente a classe trabalhadora. Os ataques que vivemos no Brasil não são exclusivos nossos e fazem parte da crise internacional do Capital. Uma crise estrutural do capitalismo que vem no mundo todo impondo contrarreformas nos estados nacionais, que retira o direito dos trabalhadores, que ataca as políticas públicas e sociais que atendem as populações mais pobres dos países. A crise é internacional é faz-se necessário uma organização internacional da classe trabalhadora”, disse.




Além dos ataques às políticas públicas e sociais no mundo todo, a presidente do Sindicato Nacional falou da perspectiva cada vez mais moralizante da vida imposta e sinalizada pelo recrudescimento do conservadorismo não só no Brasil como em todo mundo. “No Brasil, esse conservadorismo é visto no projeto 'Escola sem Partido' - que atinge toda população quando cerceia a liberdade de expressão -, na xenofobia, lgtbfobia, na violência contra as mulheres, no racismo”.





Para Eblin Farage, neste momento, é importante construir a unidade entre os trabalhadores e que estes, antes de tudo, se identifiquem como classe trabalhadora. “A classe não está imóvel diante dos ataques, ela vem reagindo, mas de forma desigual e isso é importante que a nossa Central se atente. Não podemos fazer da CSP-Conlutas um espaço de disputa entre os diferentes segmentos da classe trabalhadora organizadas na Central. Temos que avançar na consolidação da democracia interna, e avançar no diálogo com os segmentos da classe trabalhadora que não estão organizados na nossa Central. Só seremos uma alternativa real para a nossa classe se formos uma alternativa real para além de nós mesmos. Precisamos construir uma Greve Geral nesse segundo semestre, a partir de um calendário de lutas deliberado, se possível, ao final deste Congresso”. Eblin finalizou conclamando todos para a reorganização da classe trabalhadora.

Assédio sexual não!
 





Ainda no primeiro dia do 3º Congresso Nacional da CSP-Conlutas, com o mote da campanha nacional do ANDES-SN contra o assédio sexual, mulheres subiram ao palco, com cartazes nas mãos, e deram um recado ao plenário “Lá fora e dentro da CSP-Conlutas há que se ter respeito pelas diferenças de gênero, não ao assédio sexual, não à homofobia, não ao machismo!”, disseram.






Solidariedade




Na parte da manhã, um abaixo-assinado circulou no Congresso contra a iminente extradição de Cesare Battisti para a Itália. Michel Temer decidiu revogar a condição de refugiado do militante da ex-Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), na Itália, nos anos 70, que foi preso e condenado naquele país por acusações de luta armada.




*Com informações da CSP-Conlutas

Fonte: ANDES-SN

Defender a Petrobras é defender a Educação

Por Maria Carla 
O Sinpro-DF participou de ato público, no Rio de Janeiro, em defesa da soberania nacional, da água, da Petrobrás e da matriz energética brasileira. Quase 20 mil pessoas participaram da marcha e do ato público unificado do Dia Nacional de Luta em Defesa da Soberania Nacional, convocado pela Frente Brasil Popular, realizados no Rio de Janeiro, no dia 3 de outubro, data em que a Petrobrás completou 64 anos – estatal do petróleo que o governo ilegítimo de Michel Temer quer privatizar.
A marcha foi realizada também em defesa da água e do petróleo. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e sindicatos filiados participaram. O Sinpro-DF foi representado por professores(as) de sua base e pelas as diretoras Luciana Custódio e Nilza Cristina G. dos Santos. Em razão da importância desse tema para o país, mas, sobretudo, pela relevância que esses setores têm para a Educação e para a soberania do Brasil, o Sinpro-DF inicia, nesta sexta-feira (13), uma nova série de matérias sobre energia, educação e soberania nacional. Na série, intitulada Série Energia, a diretoria colegiada pretende mostrar os grandes prejuízos que as privatizações no setor da energia irá provocar no país e comprometer, de forma nefasta, o futuro da juventude brasileira.
No entendimento da diretoria colegiada do Sinpro-DF, entender o que se passa hoje no país é fundamental para suscitar uma reação contra as ações privatistas que ocorrem à revelia da vontade do povo. São ações sustentadas pelo discurso do ódio cujo objetivo é desqualificar as ideias de soberania nacional e de Nação e desmoralizar quem quer que lute por uma Nação soberana, desenvolvida e independente.
Para as lideranças sindicais do Sinpro-DF, participar de ações como esta é fortalecer a resistência da categoria docente aos ataques a direitos da classe trabalhadora ameaçados pelas gestões neoliberais. Para impor seu projeto privatista, os governos neoliberais criminalizam os movimentos defensores dos direitos sociais, suprimem leis e impõe reformas mercantilistas, como a da Previdência, a do Ensino Médio, o congelamento dos investimentos públicos no setor público por 20 anos, e promovem, sem nenhuma consulta popular, privatizações generalizadas e em larga escala de setores estatais essenciais para o desenvolvimento do país, os quais asseguram a soberania da Nação, como a matriz energética, a água, a educação e a saúde.
“Todos os países que se desenvolveram na história do mundo foram os que colocaram seu povo, as políticas públicas que o promovem e suas empresas estatais estratégicas como prioridades para assegurar esse desenvolvimento”, afirma Luciana Custódio, diretora de Formação Sindical do Sinpro-DF.
A manifestação em defesa da soberania nacional contou com a participação de lideranças sindicais de quase todas as categorias profissionais do país e de integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) de 19 unidades da Federação, que realizavam o 8º Encontro Nacional do MAB.  O Sinpro-DF é membro da Plataforma Operária e Camponesa da Energia, organização criada em 2010 por trabalhadores do setor de energia (petroleiros, eletricitários e engenheiros) e por atingidos por barragens.
EM DEFESA DA ENERGIA E DO PETRÓLEO –  “O Sinpro participou do Encontro Nacional do MAB porque nós, do sindicato, participamos da Plataforma Operária e Camponesa, uma organização criada para defender a nacionalidade da energia e do petróleo, e pela soberania nacional. O Sinpro-DF faz parte de um grupo nacional, de formadores. Estamos com a tarefa de fazer a formação regionalizada nos estados. Quem está na coordenação da Plataforma Regional é o Sinpro-DF, o STIU-DF e o Levante Popular. Fazemos os cursos em nível nacional e, aqui no DF, a gente repassa o curso para entidades”, informa a diretora. Ela disse que na primeira e segunda etapas regionais do curso participaram 29 entidades.
Na manifestação, a concentração e o ato público ocorreram em frente à sede da Petrobras. Os manifestantes tomaram conta das principais ruas da capital do Rio de Janeiro entre o Sambódromo – de onde a marcha saiu – a até a sede da Petrobras. No percurso, pararam em frente à sede da Eletrobras – estatal da eletricidade, que o governo ilegítimo de Michel Temer quer privatizar. Eletricitários e trabalhadores da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (CEDAE), bem como da Casa da Moeda – todas no pacote de privatizações –, decretaram paralisação.
No Rio, ocorreu uma mesa de debate formada pela CNTE e FUP (Federação Única do Petróleo), além da marcha. A marcha contou com participação do MAB, do MST, comunidades camponesas, coletivos e movimentos negro, de mulheres, estudantil, LGBTs, entidades sindicais, ações e movimentos de juventude.
“A marcha foi relevante no sentido de mostrar a importância de a gente resgatar, na militância, esse compromisso com a luta na perspectiva dos movimentos sociais. Foi uma lição viajar quase 20 horas de ônibus, acampar no Sambódromo e fazer alimentação solidária. Isso trouxe para a militância uma reenergização do ponto de vista do pertencimento, foi uma experiência muito importante, neste momento em que precisamos resgatar valores primordiais, nossos princípios de luta, resguardados nos movimentos sociais que não elitizam a luta e constroem a defesa da Nação a partir do que é possível, da solidariedade entre os pares. Essa forma de participar nas acomodações, sendo todo mundo como igual, horizontalizando as relações e as condições”, analisa a diretora.
Luciana acredita que o país irá viver, de agora em diante, um período muito difícil, com a entrada em vigor, em novembro, da reforma trabalhista. “Muitos sindicatos serão fechados e precisamos ter como centro da nossa ação política o resgate de nossa militância nessa perspectiva da solidariedade entre as entidades e desse resgate classista”, finaliza.
CONTRA A LÓGICA DA FINANCEIRIZAÇÃO – De acordo com Cibele Vieira, diretora da Federação Única dos Petroleiros (FUP), a Petrobras é a empresa que simboliza a defesa da soberania nacional desde sua criação, a partir da campanha “O Petróleo é Nosso”. A diretora da FUP explicou que a manifestação do dia 3/10 foi “contra o desmonte do Estado, pela soberania nacional e a Petrobras desde a sua criação é um exemplo disso, ela carrega essa história. A Petrobras não pode servir para dar lucro para acionista e nem reduzir o déficit fiscal”.
“Nós, petroleiros e petroleiras, percebemos nitidamente a mudança de uma empresa que tinha uma preocupação social, uma preocupação de segurança com o meio ambiente, para uma empresa que passou a focar em lucro. Isso ataca diretamente a gente que está no dia a dia da empresa. Nossa vida está em jogo, inclusive. Tem aumentado os acidentes fatais na Petrobrás desde que começou a Lava Jato, quando a empresa começou a ter de responder ao mercado financeiro”, afirmou.
ENTREGA DO PRÉ-SAL – O que está em jogo atualmente é uma disputa em torno do modelo de exploração do pré-sal. A riqueza, de 176 bilhões de barris, é responsável por colocar o Brasil como o país com a terceira maior reserva de petróleo do mundo, atrás apenas da Venezuela e da Arábia Saudita. Essa riqueza está sob risco de ser entregue às empresas privadas com o fim da exclusividade da Petrobras na operação do pré-sal.
De acordo com Cloviomar Pereira, economista do Dieese, a medida proposta pelo senador José Serra (PSDB) poderá tirar até R$ 1 trilhão em investimentos em saúde e educação.
Para a jovem Lucinete Trindade, militante do MAB e atingida pela hidrelétrica de Belo Monte (PA), a luta é essencial. “Como a Petrobrás e o pré-sal são nossos, nada mais justo do que essa riqueza ser distribuída para o povo brasileiro através de investimentos em saúde e educação”.
QUEM PAGA A CONTA É O POVO – O vendedor ambulante Antônio disse que não pôde participar da manifestação por estar trabalhando, mas afirmou que atos como este têm todo o seu apoio. “Os governantes aproveitam essa crise que é do Estado, pegam o que é do povo e jogam fora. Eles têm muita grana e estão pouco ligando para o povo. O povo vai ter que vir para a rua porque está muito difícil”.
Miguel Azevedo, petroleiro aposentado, também somou-se à manifestação. “Quem descobriu o pré-sal foi a Petrobrás, não foram as empresas estrangeiras. E agora estão querendo entregar esse patrimônio construído pelo povo brasileiro. Como petroleiro, é duro ver o que a gente construiu ser entregue de forma tão banal”.
Com informações do site do MAB
Fonte: SINPRO-DF

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Dia do Professor: A luta é por uma universidade pública, gratuita e inclusiva

Dia do Professor: A luta é por uma universidade pública, gratuita e inclusiva

Congelamento dos gastos públicos com saúde e educação pelos próximos vinte anos, precarização do trabalho, retirada de direitos dos servidores públicos, ataques ao ensino superior gratuito e universal... É diante desse cenário que chegamos a mais um 15 de outubro, data em que se comemora no Brasil o Dia do Professor. Em 2017, no entanto, não há muito o que comemorar.
Nesse sentido, o ADURN-Sindicato resgata o protagonismo histórico da luta do Movimento Docente no desenvolvimento da educação pública brasileira e convida os professores a fazerem uma reflexão sobre o seu papel no enfrentamento às ameaças que estão sendo impostas pelo governo Temer.
As lutas concretas da Comunidade Acadêmica, em particular do Movimento Docente, na busca de assegurar as condições essenciais ao exercício do serviço público: o reconhecimento, o financiamento responsável, a remuneração justa, boas condições de trabalho e, essencialmente, a autonomia funcional e a liberdade de organização sindical, foram e continuam sendo de fundamental importância na conquista do Estado Democrático de Direito.
Diante disso, nesta data, o ADURN-Sindicato reitera o seu compromisso com a defesa de uma universidade pública, gratuita e inclusiva e assim, parabeniza aos docentes pelo seu dia.
Fonte: ADURN

Em defesa do ensino superior público, FASUBRA acompanha audiência sobre cortes no orçamento da Ciência e Tecnologia


Investimentos no setor caíram de R$ 8,4 bilhões em 2014 para R$ 3,2 bilhões este ano. Para 2018, o programado é ainda menor, de R$ 2,7 bilhões.

A FASUBRA Sindical acompanhou na manhã de terça-feira, 10, a audiência pública que discutiu a queda no orçamento público para Ciência e Tecnologia e as consequências para o desenvolvimento do País, na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, da Câmara dos Deputados. Representaram a Federação os coordenadores Ângela Targino, Lucivaldo Alves e Lázaro Rodrigues.
Pesquisadores brasileiros entregaram ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, um abaixo-assinado com mais de 80 mil assinaturas, da campanha “Conhecimento sem Cortes”, contra os cortes de orçamento.

De acordo com a Agência Câmara Notícias, a comunidade científica afirma que o orçamento de investimentos do setor passou de R$ 8,4 bilhões em 2014 para R$ 3,2 bilhões este ano. Para 2018, o programado é ainda menor, de R$ 2,7 bilhões.

Deputados e convidados afirmaram que os cortes decorrem da emenda constitucional que fixou um teto de gastos para o país pelos próximos 20 anos, enquanto o pagamento da dívida pública não sofre interrupções. Eles também defenderam a manutenção do ensino superior público.

Com informações: Agência Câmara Notícias
Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

12 DE OUTUBRO! PARABÉNS, CRIANÇAS???

Sem comentários! Acorda BRASIL!

Entidades estudantis sugerem melhorias para manutenção do Unipoa

Estudantes apresentam documento sugerindo alterações no programa de bolsas Unipoa 
Facebook UEE Livre RS
Programa de bolsas foi encerrado pela Prefeitura de Porto Alegre no último mês de julho
Na tarde da última terça-feira (10), a UEE Livre RS em conjunto com o DCE Fadergs, DCE UniRitter – Campus Zona Sul e DCE Uniritter/Fapa apresentaram uma série de melhorias na legislação do Unipoa a serem protocoladas em conjunto com a indicação do vereador André Carús (PMDB-RS) para a manutenção do programa.
Além de voltar atrás na extinção do programa, as entidades sugeriram a alteração no tempo de duração do programa, que hoje é igual ao tempo de duração do curso escolhido, dobrando a possibilidade de permanência dos estudantes, a redução de 100% para 75% de aprovação para a renovação da bolsa e a concessão do passe livre estudantil para os estudantes bolsistas.
Em Julho deste ano, a prefeitura de Porto Alegre anunciou o cancelamento do ingresso de novos bolsistas no programa que desde 2010 oferece bolsas de estudos no Ensino Superior em universidades particulares para pessoas de baixa renda. Atualmente, mais de mil alunos são beneficiados com as bolsas.
Segundo a nota oficial do prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Junior ”o programa concedeu mais de 10.000 vagas nos últimos 7 anos, mas formou menos de 250 alunos.” Para ele “o custo benefício para a sociedade é inaceitável.”
Para os estudantes, no entanto, o Unipoa é um programa fundamental para democratização do acesso à educação.
”O Unipoa é o principal programa de acesso ao ensino superior de Porto Alegre e possibilita que diversos jovens que não tem condições possam acessar o ensino superior. Muito similar ao ProUni ele foi o responsável pela ampliação do acesso ao ensino superior nas principais universidades da cidade”, falou o diretor de universidade privadas da UEE Livre RS, Antônio Henrique Fonseca.

ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL

Uma política de assistência estudantil eficaz também foi apontada como uma forma de manter o estudante bolsista na universidade.
”Uma vez que a mensalidade não é o único custo envolvido, se considera o valor de alimentação, de transporte, livros, xerox e papelaria. Os altos custos de manutenção fazem com que os estudantes tenham que trabalhar no turno inverso para se manter na faculdade, fazendo com que muitas vezes seu rendimento caia. Segundo os atuais parâmetros de renovação, uma repetência seria o suficiente para o estudante estar fora do programa, causando a evasão”, explicou a diretora de comunicação da entidade, Pâmela May.
Segundo os estudantes, o passe livre para os bolsistas entra justamente neste quesito.
”O passe livre é muito importante, porque seria a primeira vez que conquistaríamos essa vitória, inclusive afrontando o ataque ao meio passe estudantil que a prefeitura propôs na Câmara, também em julho deste ano”, finalizou a diretora de comunicação.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

FINC 2017 - Abertas inscrições para 8ª edição do Festival Internacional de Cinema de Baía Formosa

Abertas inscrições para 8ª edição do Festival Internacional de Cinema de Baía Formosa
Festival conta com três categorias, sendo uma exclusiva para estudantes do IFRN.

O evento é gratuito e acontece nos dias 1 e 2 de dezembro, no município de Baia Formosa. O Festival vai contar com três categorias, sendo uma exclusiva para estudantes do IFRN. 
Segue até o dia 31 de outubro de 2017, as inscrições de curtas metragens para a 8ª edição do FINC - Festival Internacional de Cinema de Baia Formosa. O evento já considerado um dos maiores festivais de produção audiovisual independente do Nordeste, incentiva a produção no Rio Grande do Norte. Com o tema “O PESCADOR”, o Festival pretende destacar umas das atividades mais tradicionais desenvolvidas no litoral potiguar. Em 2016, foram mais de 60 trabalhos inscritos no Festival e a expectativa é que esse número seja ampliado.
Para participar, o público deve escolher uma das categorias disponíveis no site do evento (fincbf.com). No Festival de Curtas de 1 minuto, o candidato vai poder inscrever vídeos produzidos com qualquer equipamento digital, como câmera de vídeo, câmera fotográfica ou celular, obedecendo o tema do festival “O PESCADOR”. O material editado deve ter duração de 60 segundos, incluindo os créditos, podendo o candidato inscrever com quantos vídeos quiser, obedecendo o regulamento. Os melhores vídeos serão premiados durante o Festival.  O vencedor do Festival de Curtas de 1 minuto vai ganhar uma viagem para a cidade da Cracóvia, na Polônia, com todas as despesas pagas e vai participar do Festival NETIA OFF CAMERA 2018 (http://www.offcamera.pl/en/), o maior festival de cinema independente da Europa. Os 10 primeiros colocados serão contemplados com a exibição dos seus filmes na Polônia.
Os alunos do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) vão poder participar do FINC 2017, dentro de uma categoria específica, o Festival de Curtas de 1 minuto - IFRN. Uma parceria firmada entre o Festival e o IFRN, possibilita aos alunos, a inscrição com vídeos de um minuto, produzidos exclusivamente por estudantes. O aluno vencedor da categoria será premiado com uma viagem para a Polônia, onde terá seu vídeo exibido dentro da programação do Festival NETIA OFF CAMERA 2018.
Já na categoria Mostra Potiguar, podem participar produções audiovisuais desenvolvidas no Rio Grande do Norte nos últimos dois anos, com temática livre e com duração máxima de até 20 minutos. Todos os vídeos inscritos passarão por uma curadoria e os selecionados serão exibidos durante o Festival Internacional de Cinema de Baia Formosa, no mês de dezembro de 2017. O tema é livre e deve seguir as regras estabelecidas no regulamento do evento.
Todas as informações referentes a inscrição e envio de material, podem ser acessadas no endereço www.fincbf.com. Os vídeos de todas as categorias, deverão ser enviados exclusivamente pela internet até o dia 31 de outubro de 2017. O Festival Internacional de Cinema de Baia Formosa será realizado nos dias 01 e 02 de Dezembro de 2017, no Mirante da Baía, no município de Baía Formosa.
SOBRE O FINC
O FINC - Festival Internacional de Cinema de Baía Formosa é uma realização da GREMI Film, The Sckaff Movie and Pictures e IFRN, com patrocínio da Lei Câmara Cascudo por meio da Cosern, Governo do Estado, Fundação José Augusto e Projeto Eco Estrela. O festival conta também com apoio da Cabo Telecom, Prefeitura Municipal de Baía Formosa, FUNCERN - Fundação de Apoio ao IFRN e da ASIF-RN - Associação dos Servidores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN.    
Dentro da programação oficial do Festival já estão sendo desenvolvidas desde setembro, workshops de formação audiovisual no interior do RN. Pau dos Ferros, Mossoró, Currais Novos e Caicó são algumas das cidades que já foram beneficiadas, através da parceria com o IFRN. Cerca de 120 pessoas já foram capacitadas. Na Região Metropolitana de Natal, as atividades serão desenvolvidas durante o mês de outubro.
SERVIÇO
8º FINC- Festival Internacional de Cinema de Baia Formosa
Inscrições até o dia 31 de outubro de 2017.

Gratuito - Através do site www.fincbf.com
Fonte: Portal IFRN - Campus Nova Cruz/RN

Congresso de Pesquisa, Ensino e Extensão da UFBA acontece na próxima semana


Por Renata Bars.
Programação tem oficinas, exposições, intervenções artísticas e apresentação de trabalhos de estudantes bolsistas
De 16 a 18 de Outubro acontece, em Salvador, o Congresso de Pesquisa, Ensino e Extensão da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Neste ano, estudantes bolsistas de programas de assistência estudantil e de Iniciação Científica (PIBIC), de Iniciação à Docência (PIBID) e de Educação Tutorial (PET), e mais 12 programas podem participar com trabalhos inscritos.
As inscrições para submissões de trabalhos para bolsistas já estão encerradas, mas estão abertas as inscrições para o público em geral.
A programação do evento contará com a apresentação dos trabalhos dos bolsistas para reflexão sobre as atividades realizadas e mesas redondas que serão organizadas em oito categorias temáticas: inovação, memória, articulação com a sociedade, reflexões/avaliações sobre a UFBA, questões atualidades Brasil, questões atualidades Mundo, disciplinaridade/ interdisciplinaridade, ética, direitos e diversidade.
O Congresso também terá intervenções artísticas, oficinas e exposições espalhadas pelos campi da UFBA. O projeto, que substitui o Seminário Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEMENTE), surge após movimentação da comunidade universitária e os resultados positivos produzidos pelo Congresso da UFBA, realizado em julho do ano passado. A inciativa propõe a reflexão das questões mais relevantes da sociedade e o entendimento do papel da universidade nesses contextos. “Queremos a mobilização da comunidade em torno das temáticas vigentes na universidade”, comenta Gilherme Bertissolo, coordenador de produção de difusão da Pró-Reitoria de Extensão e responsável pela organização do evento.
Para o presidente do DCE Matheus Assis, o Congresso será também uma forma de organizar os estudantes para defender a universidade e resistir aos retrocessos.
“O DCE vai participar junto com o Sindicato dos professores e dos técnicos da UFBA na abertura do Congresso no lançamento do tesourômetro da Campanha Conhecimento Sem Cortes junto com o presidente do Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência”, destacou o presidente do DCE, Matheus Assis.

SEM CIÊNCIA O BRASIL NÃO AVANÇA!

No último domingo (8), mais de dois mil manifestantes ocuparam a Avenida Paulista, em São Paulo, durante a Marcha pela Ciência e contra os cortes do governo Michel Temer.
O contingenciamento anunciado pelo governo será de 44% do orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação (MCTIC) deste ano, assim como um possível corte de 15,5% para 2018.
Em entrevista publicada no site da UNE, a presidenta da ANPG Tamara Naiz afirmou que para a Pesquisa se tornar prioridade para o Brasil é preciso uma política consistente de financiamento.
”Porque a Ciência sempre é a primeira a ser cortada, então ter uma política consistente e um projeto de desenvolvimento que coloque a ciência e a educação com centralidade pelo potencial que elas tem de gerar conhecimento, oportunidade e riqueza, é mostrar que há uma prioridade para o desenvolvimento do nosso país”, disse.
Fonte: UNE

42º CONUBES: já sabe como vai chegar a Goiânia?


É hora de se organizar no seu estado e preparar a ida ao maior encontro secundarista da América Latina.

Com a inscrição realizada para o 42º Congresso da UBES, os estudantes de todo o Brasil não precisam se preocupar com a sua estadia na cidade do evento. O valor garante alojamento, alimentação e transporte para todas as atividades do Congresso, que acontece entre 29 de novembro e 2 de dezembro.
Já a viagem para chegar em Goiânia fica sob a responsabilidade dos participantes. Para reduzir custos, a melhor saída é organizar caravanas com outros jovens da mesma região. Veja algumas ideias que costumam ser usadas pelos estudantes.
Teve uma ideia nova? Conta pra gente!

1. Procure os representantes da UBES no seu estado

As entidades estaduais e municipais podem estar informadas sobre caravanas locais ou talvez organizem a saída de ônibus. Não sabe quem é o responsável da sua região? Solicite o contato à UBES pelo Facebook.

2. Procure seu grêmio

Se a escola possuir grêmio, fica mais fácil. Tente se articular com outros grêmios da região para a organização geral.

3. Recorra ao poder público

Já está em contato com os interessados da sua região, mas ainda não há verba suficiente para o aluguel de ônibus? Não deixe de procurar o poder público, municipal ou estadual, para financiar a atividade.

4. Faça pedágios ou crie uma vaquinha virtual

Se não der certo ou precisar de mais verba para complementar, uma ideia é apelar aos conhecidos e desconhecidos que possam contribuir. Mesmo que cada um possa doar um pequeno valor, fará diferença na somatória.

5. Bote a mão na massa

Brigadeiro, bolo, bombom…. São muitas ideias de pequenos negócios que podem ser feitos por você e seus colegas. O valor da venda vai para o cofrinho coletivo e ajuda na viagem!
Fonte: UBES