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sábado, 27 de novembro de 2010

CARTA DE UM PROFESSOR DOENTE

Estou doente...
Produzo mais papéis e máquinas e menos seres humanos, indivíduos! A nossa era se chama “PRODUÇÃO CIENTÍFICA”... Quanto? Preciso estar “on line” e ligado 24 horas para produzir: 5 artigos por ano, pelo menos 1 Qualis A e os demais podem ser A2,B1 ou B2, mas o resto não interessa; pelo menos 1 livro e um capítulo de livro por ano. Ah! Não posso esquecer das comunicações em eventos! Devem ser preferencialmente trabalhos completos, publicados nos anais em Congressos Internacionais porque os resumos expandidos e os simples não contam nada na nossa avaliação. E se forem em eventos regionais ou locais menos ainda. Devo participar de 2 Programas de Mestrado como efetivo e um terceiro como Colaborador. Devo ministrar 4 ou 5 disciplinas na Graduação, ou se não for assim preciso ter 4 ou 5 turmas, com pelo menos 50 vagas ofertadas para ministrá-las. Muitas das vezes, em espaços que comportariam muito menos... Quantos créditos: 12, 16, 20 ou 24 por semestre? Devo ministrar também 1 ou 2 disciplinas na Pós-Graduação. Preciso orientar os trabalhos de conclusão de curso (4 ou 5, às vezes só um pouco mais por semestre). Preciso orientar pelos menos dois estudantes de Mestrado por ano... Ah! Eles precisam defender suas dissertações em 24 meses... O ideal já seria defender em 18 meses! E os Co-orientados? Quantos? Tenho ainda os estágios, os projetos de fomento e de PIBIC. Ainda faltam as comissões e os cargos administrativos!

Precisamos de mais cursos, mais disciplinas e mais estudantes, mais cargos e mais comissões... Assim, ganhamos mais TRABALHO e temos menos VIDA. Meu tempo está acabando... O dia é muito curto e as 24 horas já não me são mais suficientes. Que tal repensarmos o nosso Calendário? O dia poderia ser um pouco maior e o ano poderia ter mais alguns meses... Puxa! Como seria feliz por isto... PODERIA TRABALHAR MAIS! Muito mais, pois ainda preciso ser bolsista de produtividade. Quero também ser pesquisador!

Antigamente, o Professor era Senhor ou Senhora, um segundo pai ou uma segunda mãe, um tio ou uma tia. Era também um EDUCADOR. Um erudito e um verdadeiro HERÓI. Hoje o professor “brother”, “chapa”, “meu”, “brô” e “véio”, entre outros... Muitos outros!

O bom é que temos mais professores. Muito mais! Por outro lado,temos menos salas e dividimos os nossos 15m2 (chamado gabinete) com mais 3 ou 4 e todos os seus orientandos também. Pelo menos não posso reclamar de solidão no trabalho,nem de monotonia. A vida de Professor é pura agitação... Altas baladas como dizem. Meu dia de trabalho terminou na Instituição... A jornada de trabalho de um celetista é de 44 horas por semana, com tendência natural de reduzi-la. E a nossa de professor?Isto é muito pouco!

Além da nossa rotina diária, ao chegarmos em casa precisamos continuar TRABALHANDO! Tem as correções de provas, aulas e notas de aulas para serem preparadas, seminários,palestras, etc.. Ou melhor, fazer invencionices para melhoramos a nossa performance para nossos estudantes. As aulas não são mais atrativas... Eles dizem: melhor seria estar com a Galera ou a Turma... Atender celular, passar minhas mensagens, jogar meus novos games do celular, msn,orkut, facebook, mostrar meu aparelho de celular novinho ... Tem muito mais opções! Perder tempo com estas aulas? Que tédio! Tudo está na Internet mesmo.

Esqueci da elaboração dos projetos! Preciso de recursos financeiros para realizar alguns trabalhos e o prazo se encerra amanhã.Ainda bem que o envio é on line. O sistema, hoje em dia, em alguns editais recebem até 24 horas depois... UFA!Vai dar tempo.

Aqueles que precisam da nossa atenção em casa: mãe, pai, esposa,marido, filha, filho, neta, neto, noiva, noivo, namorada,namorado... Gato, cachorro, peixe, papagaio,periquito... etc? ELES PODEM ESPERAR!

E as minhas necessidades: físicas e fisiológicas? E o meu lazer e meu prazer? Confesso que às vezes me sobra um tempinho para isto tudo, apesar de serem atividades menos nobres. Preciso dormir, mas tenho que TRABALHAR! Preciso acordar, antes de dormir. Estou doente! Não tenho tempo de ir ao médio... Depois vejo isto! Estou gravemente doente, mas não posso me curar. Preciso TRABALHAR e PRODUZIR mais papéis (textos, livros, artigos, relatórios, etc...). Meu CURRÍCULO LATTES está desatualizado! Tenho que produzir mais máquinas também, pois o mercado assim exige.

Fico triste no final. A maior parte de toda a minha produção permanece intocável e, na maioria das vezes, enfeitando estantes e gavetas. Poucos realmente lêem aquilo que é fruto de uma vida inteira de total entrega ao sistema. Ou no caso das máquinas, algumas ficam sem emprego.

Ah! Eu não posso me queixar, pois apesar desta pequena carga de trabalho tenho um bom salário. “Não sois máquinas! Homens é o que sois” é uma famosa frase de Charles Chaplin, ou ainda “O que somos é conseqüência do que pensamos” de Buda. Acredito que isto é coisa do passado... Está fora de moda! Podemos ver que a geração atual não os conhece, pois seus mais recentes ídolos e sua identidade são diferentes: “Exterminador do Futuro – Arnold Schwarzenegger”, “Rambo – Sylvester tallone”, “Indiana Jones – Harrison Ford”, “007 - Daniel Craig”, etc. Estes são os verdadeiros heróis: imbatíveis, incansáveis e imortais.

Estou doente...Gravemente doente... Incurável...

AQUI JAZ um EX-PROFESSOR que um dia sonhou ser PESQUISADOR.

Fonte: Professor Dr. Robério Anastácio Ferreira / Andes-SN . Site da ADUERN.

CUT NACIONAL: 5º FÓRUM SOCIAL PAN-AMAZÔNICO

Foto de Luiz Carvalho
Foto de Luiz Carvalho
Professora da Universidade do Pará critica modelo energético brasileiro e cobra ampliação da participação da CUT no debate ambiental

Escrito por: Luiz Carvalho

Em seminário que a Central Única dos Trabalhadores promoveu durante o primeiro dia do 5º Fórum Social Pan-Amazônico, em Santarém, no Pará, a professora e doutora pela Universidade Pública do Pará, Raimunda Monteiro, criticou o modelo de construção de hidrelétricas e de exploração de minerais no Brasil.

Durante o debate no período da tarde, que teve como tema a ação sindical nos impactos de grandes projetos da Amazônia, ela também apontou a necessidade da CUT ter uma intervenção nacional mais ampla em relação a essas questões.

No início da intervenção, Raimunda afirmou que o governo Lula deveria ter discutido mais com a sociedade o plano hidrelétrico. “Hoje, há um uso exaustivo das barragens e quem pauta isso são os empreiteiros articulados com empresários de outros setores como ferro, turbinas e asfalto. Isso ocorre sem qualquer resistência dos gestores do setor elétrico, que por uma questão de governabilidade, foram mantidos e são os mesmos do governo de FHC (Fernando Henrique Cardoso)”, disse.

Para ela, a resposta para o aumento da demanda por energia, resultado da melhoria do poder econômico da população brasileira e da consequente ampliação do acesso ao consumo, está equivocada. “Não estamos investindo para explorar fontes alternativas”, comenta.

Custo alto

Utilizando como exemplo a usina de Belo Monte, ela citou os impactos que um grande projeto como esse causam. A professora ressaltou que o rio Xingúa terá a capacidade reduzida em 100 km, 20 mil famílias serão desalojadas e outras 100 mil ainda não tem definido para onde irão, já que estão fora da responsabilidade direta dos responsáveis pelo projeto.

Segundo Raimunda, a internacionalização do subsolo brasileiro é outro ponto estratégico que demonstra fragilidade .”Todos os estoques da bacia de bauxita na Amazônia estão mapeados e os direitos nas mãos de grandes multinacionais do Canadá e dos EUA. Há um projeto no Congresso para regular a exploração mineral e devemos intervir nessa discussão”, definiu.

Educação e atuação cutista ̶ Ela comentou também a necessidade de uma intervenção dos movimentos sociais para mudar os princípios que norteiam a produção de conteúdo nas universidades. “Devemos pautar a pesquisa que os universitários farão, cobrar para que elaborem soluções voltadas a alternativas de produção de energia. Precisamos inverter as políticas de ciências e tecnologia na formação de nossos engenheiros, porque os que formamos hoje só sabem fazer barragem”, critica.

A professora acredita ainda que o Brasil é a próxima fronteira de privatização das águas e, por isso, as forças desenvolvimentistas precisam lutar pela criação de um comitê de bacias que discuta ações com o conjunto da sociedade.

Nesse processo, ela avalia que a CUT deve estar mais presente. “Não é possível que a hidrelétrica de Tapajós, com todos os interesses econômicos nela envolvidos, enfrente a resistência de um sindicato de trabalhadores rurais de Itaituba. Com qual capital crítico e de formação esses companheiros vão interpelar a Engevix, a Odebrecht? Tem que haver uma articulação mais ampla da CUT.”

Pantoja, Carmen Foro (Sec. Meio Ambiente da CUT), Miriam, Raimunda e Manoel Imbiriba (Dir. Fetagri) na mesa de aberturaAvanços no governo Lula e Brasil protagonista

Apesar das críticas, Raimunda destaca que o governo do presidente Lula avançou em questões como o combate ao desmatamento. “O macrozoneamento da Amazônia foi uma grande ação porque significou enfrenta forças atrasadas agrárias. Temos o Amapá e o Acre organizados e se não fosse assim, a apropriação ilegal de terras por parte de grileiros já teria tomado conta. O projeto de desenvolvimento sustentável, por meio da Lei de Gestão de Florestas Públicas, também permitiu o investimento local sem que isso atacasse os povos originais da terra”, explica.

Por fim, ela ressalta que o Brasil tem a chance de crescer sem deixar um fardo para as próximas gerações. “Chegamos a um ponto em que lideramos debates avançados no mundo sobre como gerenciar economias, como distribuir renda, como fazer políticas públicas. Também temos condição de liderar um debate sobre como produzir energia limpa e não às custas da destruição de outro patrimônio que é a a biodiversidade, a floresta e as águas. Temos que continuar liderando um novo padrão de desenvolvimento, mais distributivo e com maior cooperação aos vizinhos mais pobres inaugurado pelo governo Lula e para isso não devemos adotar um modelo atrasado”, define.

Desenvolvimento realmente sustentável

No período da manhã, a CUT promoveu uma oficina que tratou do projeto “Sindicalismo e Meio Ambiente”, organizado pela entidade na região.

Presidente da Central no Pará, Miriam Andrade, afirmou que o programa mapeou com a comunidade os principais problemas socioambientais.

A dirigente citou as lutas que o movimento sindical deve bancar para garantir o desenvolvimento sustentável. “Uma grande quantidade de empresas estão vindo para nosso Estado e iremos cobrar do governo que qualifique os trabalhadores para evitar o desemprego e a pobreza quando o serviço terminar. Assim como também iremos cobrar a criação de moradias, aumento da oferta de saneamento básico, educação, segurança pública”

Emprego x meio ambiente

Membro da direção da direção da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Pará (Fetagri) e deputado estadual recém-eleito José Maria (PT-PA) comentou o caso da instalação da empresa Alcoa em Juruti, também no Pará, para a extração de minério.

No município, grande parte das pessoas vivia da agricultura de sub existência e enxergavam o empreendimento como uma grande oportunidade de emprego e renda. “A proximidade do movimento sindical com as comunidades permitiu que iniciássemos uma trabalho de conscientização e forcássemos a abertura do diálogo com a empresa. O resultado foi a criação de condições para iniciar o processo de licenciamento ambiental, diminuindo os impactos e criando uma agenda positiva em parceria com o poder público para construção de escolas, estradas, além de reforma e construção de hospitais, beneficiando cerca de 200 famílias.”

Até segunda – A 5ª edição do Fórum Social Pan-Amazônico segue até o dia 29 de novembro. Nesta sábado (27), ocorrem as atividades gestionadas com base nos quatro temas principais do evento: defesa da mãe terra; poder para o povo da pan-Amazônia; direitos humanos, econômicos, sociais, culturais e ambientais e culturas, comunicação e educação popular.  Fonte: CUT NACIONAL

CHAPA DA CSP-CONLUTAS É REELEITA PARA DIREÇÃO SINTUSP

Nos dias 24 e 25/11, houve a eleição para a diretoria do SINTUSP (Sindicato dos Trabalhadores da USP).

Duas chapas disputaram o pleito. A chapa 1 – piqueteiros e lutadores, da atual diretoria, e a chapa 2- reconstruindo o o Sintusp na luta.

A Chapa 1, da CSP_Conlutas, venceu o pleito com 1953 votos (76% dos votos válidos) enquanto a Chapa 2 obteve 599 votos (24% dos votos válidos).

O resultado demonstra mais uma vitória da categoria, que confirmou, nas urnas, o apoio ao sindicalismo combativo e classista! Parabéns à nova diretoria!  Fonte: CONLUTAS/RN

MELHORIA SIM, AUMENTO NÃO!

Estudantes no Rio Grande do Norte fazem manifestação por melhores condições de transporte

Estudantes secundaristas e universitários deixaram as salas de aula e foram às ruas dizer não ao aumento da passagem e exigir melhoria no transporte coletivo de Natal.

Faixas, bandeiras e palavras de ordem deram o tom às ruas do centro da cidade nesta quinta-feira (18/11). Estas foram as armas utilizadas por centenas de estudantes durante uma passeata que terminou com um ato público em frente à Prefeitura de Natal. O objetivo do movimento é impedir o aumento de passagens nos transportes coletivos.
A CSP-Conlutas esteve presente na passeata e está participando junto com os estudantes na luta contra o aumento de passagens e pela melhoria do sistema de transporte público.

Segundo a presidente do grêmio estudantil do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRN), Larissa Lorena, representantes do movimento tentaram entregar um documento com as reivindicações dos estudantes ao representante da prefeitura, mas foram ignorados. Entre as reivindicações está a criação de um conselho municipal de transportes para tratar das questões relacionadas ao transporte público de Natal, como no caso de processos licitatórios.

Fonte: http://www.foque.com.br/conlutas/estudantes.php

CONLUTAS/RN: DEFENDER DIREITOS: MOVIMENTOS SINDICAL E POPULAR PREPARAM MOBILIZAÇÕES PARA PRÓXIMO PERIODO

Os ataques anunciados à previdência e a inúmeros direitos dos trabalhadores foi tema de debate nesta quinta-feira (25) em Brasília. As diversas entidades do movimento sindical e popular presentes discutiram como preparar um arco de unidade de ação que permita a defesa da classe trabalhadora brasileira.

A reunião foi organizada pelo FST (Fórum Sindical dos Trabalhadores), CSP-CONLUTAS (Central sindical e Popular) e Cobap (Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas).

As organizações que chegavam já levavam uma proposta baseada nas bandeiras de lutas sugeridas na convocatória e uma grande parte trazia adendos e contribuições ao conjunto dessas bandeiras. Assim, após a abertura dos trabalhos onde o coordenador do FST, José Augusto, expôs os objetivos daquele encontro, iniciou-se o debate, quando todas as entidades participantes reivindicaram a importância da iniciativa.

Ao final foi aprovada a realização de uma nova reunião para o dia 27 de janeiro de 2011, quando se debaterá, a luz da situação apresentada, organizar iniciativas em direção a um calendário comum de mobilizações. Novamente será dada ampla divulgação desta convocatória que seguirá assinada por todas as entidades presentes.

Situação européia - Os ataques à previdência e a direitos dos trabalhadores europeus, assim como a resistência por meio de mobilizações e greve gerais que vêm ocorrendo naquele continente, estão no centro das atenções de diversos segmentos de movimento no Brasil. "Nós sabemos, e a imprensa burguesa já tem anunciado, que no governo Dilma não será diferente, os trabalhadores brasileiros também irão enfrentar a mesma situação que os europeus vêm enfrentando", diz um dos membros da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas, Atnágoras Lopes, que estava presente na reunião. Ele ressalta: "por isso precisamos preparar uma mobilização unificada dos trabalhadores e do movimento popular no Brasil e, para isso, temos de nos organizar desde já".

A reunião, realizada na sede da CNTC (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio), contou com a representação de dezenas de entidades. Entre elas, o FST, a CSP-Conlutas, a Cobap, a CTB, a UGT, a NCST, representações da duas Intersindical, o MTST, o MTL, diversas confederações - CNTC, CNPL, CNTEEC, CNTA, CNTTT, CONTEC, CONATIG -, a CNESF, o Andes-SN, diversas federações como a Fenametro, FNTIG, FSDTM-MG, FEPAAE, Fetracom-GO, Fenasps, a ASFOC-Sindicato Nacional e o Sindifisco Nacional, além de inúmeras representações de sindicatos.

Também assistiu à reunião uma representação da Aliança dos Trabalhadores na Saúde, do México.
Fonte: CONLUTAS/RN

UJS/RN CONCLAMA ESTUDANTADA PARA PARTICIPAREM DO XV CONGRESSO DA UMES-NATAL/RN

Em dezembro ocorrerá o Décimo Quinto Congresso da UMES (União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas), uma das principais entidades do movimento popular do RN e principal articuladora de conquistas que fazem parte do nosso cotidiano: meio passe (municipal e intermunicipal), meia entrada, reserva de vagas na UERN e no IFRN.

Para nós, é motivo de grande orgulho conduzirmos a reorganização da UMES, elegendo representantes na maior parte das escolas públicas da cidade. Organizar um grande congresso e fortalecer essa entidade nos legará um patrimônio indispensável à necessidade de mobilização e por mais conquistas para todos os estudantes.

Por isso, estaremos realizando, neste sábado, nossa 3ª reunião com os delegados e suplentes já eleitos para o Congresso da UMES, aproveitando para convocar todos que cursam o ensino fundamental ou o ensino médio para entrar em contato comigo (organizacao@ujspotiguar.com.br) ou com Pedro Henrique (88557147) para somar-se a esses esforços.

Contamos com todos vocês!

Um abraço, nos vemos no Trocando em Miúdos da UJS, na Siciliano!

PRÉ-BIENAL DA BAHIA: DCE DA UFBA PROMOVEU NESTA SEXTA FESTIVAL DE ARTE E CULTURA

Mais uma Pré-Bienal movimenta o Brasil. Desta vez, é Salvador quem abre as portas para a cultura estudantil. Terra de todos os santos, a Bahia abrigou a 1ª Bienal da UNE, em 1999, e abençoou esse que se tornou o maior festival estudantil da América Latina. Agora, os baianos se preparam para a 7ª edição do evento promovendo um aquecimento com o "Festival de Arte e Cultura". A organização é do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal (UFBA).

De sala em sala os alunos tem se revezado para convidar todos a participarem da Pré-Bienal que acontecerá no campus de Ondina, na Faculdade de Comunicação (FACOM) e na Biblioteca Central. “Nosso objetivo com a Pré-Bienal é movimentar a produção estudantil e convidar os estudantes a inscreverem seus trabalhos na mostra da 7ª Bienal da UNE”, afirmou a secretária geral do DCE, Liliane Oliveira.

As atividades e oficinas serão produzidas pelos próprios estudantes e o debate poderá ser acompanhado pelo Twitter @dceufba. Confira a programação:

14 h
Debate: “Caminhos para a Democratização da Cultura na Bahia”

16 h
Oficinas de Malabares, Teatro e Clown

18 h
Apresentações musicais com as bandas A Célula, Plano 71, Natuerê e Mariana Bittencourt

A 1ª e 6ª Bienal foram em Salvador e contaram com a energia do povo baiano que fez toda a diferença ao evento. Em 1999 a diversidade de opiniões sobre a cultura e seus desdobramentos se deu pelo olhar de artistas como Lenine, Chico César e o grupo Racionais MC's com uma apresentação memorável. Em 2009 com o tema "Raízes do Brasil: Formação e Sentido do Povo Brasileiro", foi discutida a formação do povo brasileiro de um ponto de vista contemporâneo. Assista os vídeos abaixo:

Como inscrever o seu trabalho na 7ª Bienal

A partir de um qualificado rol de convidados e mesas-redondas, grandes atrações culturais, assim como da transversalidade de linguagens como música, cinema, teatro, arte digital, literatura e artes visuais, a 7ª Bienal da UNE se consolida como o principal instrumento para o mapeamento e difusão da cultura produzida por estudantes de todo o Brasil.

Para inscrever o seu trabalho na áreas de Artes Integradas, Música, Artes Cênicas, Artes Visuais, Audiovisual, Literatura, C&T, Mostra CUCA e Atividades Autogestionadas basta ler o regulamento da 7ª Bienal e fazer o cadastro nos links abaixo. As propostas podem ser enviadas até o dia 30/11/2010. O resultado dos selecionados será divulgado no portal www.une.org.br.

Pelo Twitter @bienaldaune, os seguidores poderão acompanhar outras informações. Em breve será lançado também o hotsite da Bienal. Dúvidas poderão ser esclarecidas pelo e-mail bienal@une.org.br.

>> Leia aqui o regulamento das Mostras Artísticas e Científica da 7ª Bienal da UNE
>> Artes Integradas
>> Música
>> Artes Cênicas
>> Audiovisual
>> Artes Visuais
>> Literatura
>> C&T
>> Mostra CUCA
>> Atividades Autogestionadas

1ª Bienal Cultural da UNE

3º ENCONTRO NACIONAL DE CONSELHOS DE JUVENTUDE COMEÇA DOMINGO EM BRASÍLIA

Discutir e compartilhar experiências relacionadas às políticas públicas de juventude é objetivo do encontro, que tem início neste domingo (28) e vai fortalecer a rede nacional de conselhos

Promovido pelo Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), a 3ª edição do Encontro Nacional de Conselhos de Juventude acontece a partir deste final de semana em Brasília. Entre os dias 28 e 30 cerca de 230 pessoas, representantes de 97 Conselhos Municipais e 15 Conselhos Estaduais de Juventude de todo o Brasil, vão participar de reuniões e grupos de trabalho ao longo dos dois dias de programação.

A presidente eleita, Dilma Rousseff, também está entre os convidados de um dos debates da segunda-feira, que se baseia em três eixos: balanço das políticas públicas de juventude durante o governo Lula; papel dos conselhos de juventude e, desafios e prioridades das políticas públicas de juventude para o próximo governo. Esse debate será provavelmente um dos pontos altos do Encontro, na opinião do presidente do Conjuve, Danilo Moreira. Ele aponta que é grande a expectativa quanto às políticas para a juventude no próximo governo. "A avaliação foi positiva no governo Lula. Mas agora todos querem pensar pra frente".

A conselheira e diretora da UNE, Marcela Rodrigues, defende que o 3º Encontro será extremamente importante para a formação e fortalecimento da rede de conselhos estaduais e municipais e sua capilarização, que dará mais fôlego ao Conjuve nas futuras conquistas. "Em 2010, declarado pela UNESCO como o Ano da Juventude, temos muito a comemorar: a aprovação da PEC juventude e do Estatuto da Juventude, além da convocação da 2ª Conferência Nacional. Agora, como novo governo, temos a expectativa de entrar ainda mais forte na implantação das políticas públicas para a juventude (PPJ)", declarou Marcela, que no Conselho é a coordenadora da Comissão de Parlamento – por onde se passaram os projetos de marco legal.

Criado em 2005, o Conselho Nacional de Juventude tem, entre suas atribuições, a de formular e propor diretrizes voltadas para as políticas públicas de juventude, desenvolver estudos e pesquisas sobre a realidade socioeconômica dos jovens e promover o intercâmbio entre as organizações juvenis nacionais e internacionais.

Juventude em debate

Na abertura estarão presentes o secretário nacional de juventude, Beto Cury, e o diretor da Organização Iberoamericana de Juventude (OIJ), Alejo Ramirez. Para o encerramento, no dia 30/11, é esperada a participação do ministro Luiz Dulci, da Secretaria-Geral da Presidência da República.

Na terça-feira (30), o debate abordará a construção da 2ª Conferência Nacional de Juventude e o papel dos conselhos de juventude na organização e no fomento da discussão dos eixos temáticos nos locais de atuação.
Serviço:

O que? 3º Encontro Nacional de Conselhos de Juventude

Quando? 28 a 30 de novembro

Onde? Nobile Lakeside Convention & Resort, Brasília/DF

Informações: www.conjuve.gov.br

Programação completa

DOMINGO, 28/11

10h às 18h Chegada dos Participantes

12h às 14h Almoço

16h às 19h Credenciamento

17h às 18h Reunião com Mobilizadores Estaduais da Rede de Conselhos

19h às 20h Abertura do 3º Encontro Nacional de Conselhos de Juventude

SEGUNDA-FEIRA, 29/11

9h às 9h45 Composição do Painel. A cara dos conselhos de Juventude.

9h45 às 12h30 Mesa de Contexto

.Balanço das Políticas Públicas de Juventude no Governo Lula.

.Papel dos Conselhos de Juventude.

.Desafios e Prioridades das Políticas Públicas de Juventude no próximo Governo.

12h30 às 14h Almoço

14h às 18h Rodas de Conversa

Temas / Perguntas Provocadoras

1. Como ampliar a incidência dos conselhos do desenvolvimento e implementação das PPJ.s?

2. Como fortalecer os Marcos Legais da Juventude (PEC, Plano Nacional da Juventude, Estatuto da Juventude)

3. Como integrar o desenvolvimento nacional e a sustentabilidade priorizando o enfoque na juventude?

4. Qual o balanço dos principais Programas e Projetos destinados à juventude implementados nos últimos anos?

5. Quais devem ser as prioridades na PPJ nos próximos anos?

A partir das 20h Confraternização dos Participantes

TERÇA-FEIRA, 30/11

10h às 10h30 Relatos das Rodas de Conversa

10h30 às 13h Mesa .II Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude e o Papel dos Conselhos.

13h às 14h Almoço

14h às 14h30 Lançamento de Publicações

14h30 às 15h Encerramento

Compartilhe e acompanhe informações do encontro pelo Twitter @conjuve e por meio da tag #3EncontroConjuve

Sandra Cruz-SITE UNE.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

NOSSOS VOTOS DE FELICIDADES AO COMPANHEIRO EDUARDO VASCONCELOS

Companheiro, Eduardo Vasconcelos, PARABÉNS!
Hoje (26) nosso companheiro, Eduardo Vasconcelos muda de idade e nós que fazemos a ANE/RN, o CPC/RN, o CPC da ANE/RN e a AMES de Nova Cruz/RN, desejamos ao nobre companheiro Muita Paz, Alegria, Saúde, Amor e que continue lutando com esse espirito democrático, onde sua marca a LUTA CONSTANTE em prol dos Jovens e Especial a ESTUDANTADA e como simbolo de luta a EDUCAÇÃO E A CULTURA!  Eduardo que os caminhos percorridos até hoje sejam continuado pela sua perserverança e desejo de ver uma sociedade fratrerna e democrática em busca dos Direitos Humanos.  Parabéns NOSSO GRANDE GUERREIRO, NOSSO COMPANHEIRO DE TODAS ÁS HORAS!  E que Deus possa continuar brilhando seus CAMINHOS.  Valeu CAMARADA! Nossa Singela Homenagem!

CTB PARTICIPA DE LANÇAMENTO DA MARCHA DAS MARGARIDAS 2011

A CTB, nesta quarta-feira (24), no auditório II, do Centro de Estudos Rurais (Cesir), em Brasília, participou do lançamento nacional da Marcha das Margaridas para o próximo ano, que tem como lema: “2011 razões para marchar por desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade”.

O evento contou com a presença da executiva da Contag, do ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, da ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Nilceia Freire, da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, do ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, além de dirigentes sindicais.
Lançamento da Marcha das Margaridas 2011

Em seu discurso, Alberto Brock, presidente da Contag, ressaltou a importância da Marcha para a luta das mulheres do campo e aproveitou a oportunidade para agradecer a presença dos ministros (as) ao lançamento do ato. “A preparação para a Marcha com certeza vai contribuir para humanizar nossas relações e tornar um mundo uma igualitário entre homens e mulheres”, afirmou.

Celina Areas, Secretaria da Mulher Trabalhadora da CTB, lembrou a importância história da realização da Marcha das Margaridas para a criação de leis específicas que contemplem a igualdade de gêneros nas áreas rurais, mas que, acima de tudo, representa a bandeira de luta popular pela erradicação da violência, principalmente, contra a mulher do campo. “Nós da CTB apoiamos a Marcha das Margaridas. Sabemos de sua importância política e lembramos que somente com a realização de atos como esse que a população historicamente marginalizada pode conquistar melhorias e avanços sociais rumo a construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, diz.

Além da CTB estiveram presentes representantes das seguintes entidades: CUT, Comissão Nacional de Seringueiros (CNS), Movimento das Mulheres Trabalhadoras Rurais do Nordeste (MMTR-NE), Movimento Integrado das Quebradeiras de Coco e Babaçu (MIQCB), Movimento Articulado de Mulheres da Amazônia (MAMA), Marcha Mundial de Mulheres, Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), Rede de Mulheres Rurais da América Latina e Caribe (Rede Lac), Confederção das Organizações de Produtores Familiares do Mercosul Ampliado (Coprofam) e União Brasileira de Mulheres (UBM).

O ato que, literalmente, pintou o auditório com o lilás da margaridas foi encerrado com a exibição de um vídeo sobre as Marchas anteriores e com a distribuição de uma pulseira lilás que simbolicamente representou o compromisso de todos os presentes com a organização da Marcha das Margaridas 2011. Fonte; Portal da CTB

Marcha das Margaridas 2007

CENTRAIS PARTICIPAM DE ENCONTRO EM BRASÍLIA CONTRA VIOLÊNCIA Á MULHER


Secretária de Formação e Cultura da CTB, Celina Arêas
As seis centrais sindicais reconhecidas pelo governo federal (CTB, Força CGTB, UGT, CUT e Nova Central) se reuniram nesta quarta-feira (24), em Brasília, para participar, ao lado de diversos movimentos sociais de toda a América Latina, do Encontro Internacional das Mulheres e dar início a uma campanha nacional contra a violência de gênero.

O Encontro antecedeu o Dia Internacional pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, marcado para esta quinta-feira, 25 de novembro. Essa data foi escolhida para homenagear as três irmãs Mirabal (Maria, Patria e Minerva), da República Dominicana, que, em 1960, durante a ditadura Trujillo, foram brutalmente assassinadas.
No Brasil, o Dia Internacional pelo Fim da Violência Contra as Mulheres marcará o início de uma campanha em todos os estados do país, a ser realizada entre 25 de novembro e 10 de dezembro.

O Encontro foi acompanhado pela deputada federal Janete Pietá (PT-SP), coordenadora da bancada feminina da Câmara Federal, e também pela ministra de Políticas Públicas para Mulheres, Nilcéia Freire.

A CTB foi representada por sua secretária de Formação e Cultura, Celina Arêas. Ela definiu o Encontro como “vitorioso” e adiantou que a Central irá realizar, ao longo dos 15 dias de campanha, atos em todos os estados do país, como forma de conscientizar a classe trabalhadora sobre a realidade enfrentada pelas mulheres. “Nosso foco será sobre a questão do assédio moral. Iremos nos organizar em todo o país para massificar essa importante campanha”, declarou.
Leia abaixo o documento subscrito por todas as entidades que participaram do Encontro de Brasília:
Carta de Brasília
Na véspera do Dia Internacional de Combate à Violência Contra as Mulheres nós, trabalhadoras dos países que constituem o Cone Sul (Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai), reunidas em Brasília, Distrito Federal do Brasil, reafirmamos a luta feminista por justiça, em defesa da igualdade entre homens e mulheres e pelo fim da violência contra as mulheres!
Apontamos a necessidade de construirmos um novo modelo de sociedade, onde a valorização do trabalho seja sinônimo de emancipação, e onde as mulheres tenham, além de autonomia econômica, autonomia sobre seus corpos.
Nossa situação é comum em todas as regiões do mundo. Os índices de violência contra as mulheres são alarmantes, nossa jornada de trabalho é cada vez maior, recebemos em média 30% a menos do que os homens, continuamos sendo as únicas responsáveis pela casa, pela família, pelo cuidado e educação dos filhos, além de ainda estarmos sub representadas nos espaços de poder e decisão.
As relações desiguais entre homens e mulheres e a construção social do gênero feminino como inferior ao gênero masculino sustentam a violência contra as mulheres. Como decorrência desta situação, todas as mulheres estão sujeitas a violência simplesmente por serem mulheres, e, por isso, chamamos de violência sexista.
No mundo, a cada cinco dias de falta da mulher ao trabalho, um é decorrente de violência sofrida no lar. Na América Latina e Caribe, a violência doméstica incide sobre 24% a 50% das mulheres. No Brasil, a cada 4 minutos uma mulher é agredida em seu próprio lar por uma pessoa com quem mantém relação de afeto. As estatísticas disponíveis e os registros nas delegacias especializadas de crimes contra a mulher demonstram que 70% dos incidentes acontecem dentro de casa e que o agressor é o próprio parceiro. Mais de 40% das violências resultam em lesões corporais graves decorrentes de socos, tapas, chutes, queimaduras, espancamentos e estrangulamentos.
Estes números revelam a urgência de uma política eficiente de combate à violência contra a mulher, que se constitui ao mesmo tempo num foco de resistência às transformações sociais de gênero e num grave entrave ao desenvolvimento pessoal das mulheres. Além dos agravos para a saúde física e mental, a convivência cotidiana em uma relação violenta mina a capacidade produtiva da mulher, seu desenvolvimento (em termos de educação e trabalho), sua qualidade de vida, sua auto-estima e o seu exercício da cidadania.
No mundo do trabalho, ao mesmo tempo em que cresce a participação das mulheres, persistem a segmentação das profissões por sexo e raça, além da desigualdade dos salários femininos em comparação aos masculinos. Crescem, entre as mulheres, o desemprego e as dificuldades de acesso à proteção social. A violência no trabalho também aparece de outras formas: assédio sexual por parte dos trabalhadores e dos empregadores; exigência de atestados de “não gravidez” como requisito à contratação; assédio moral e, de forma generalizada, as limitações para conciliar o trabalho com as responsabilidades com a família e a casa, devido à permanência da divisão desigual entre os gêneros.
Diante do exposto, denunciamos:

• A situação das mulheres no mercado de trabalho que apresenta características que se configuram em desigualdades. Os homens recebem 30% a mais que as mulheres em funções iguais (mesmo quando as mulheres têm mais escolaridade). As mulheres representam 70% dos excluídos da Previdência Social e são maioria entre os desempregados, além de serem maioria absoluta no mercado informal (aquele exercido de forma mais precária, sem direitos nem regulação). A discriminação no mercado de trabalho reflete-se também em outras práticas discriminatórias, como assédio moral e sexual.

• Todas as formas de violência contra as mulheres. Somos constantemente alvos da violência, que na maioria das vezes é praticada por pessoas próximas, com quem convivemos e nos relacionamos. Em março de 2009 fizemos uma manifestação na fronteira Brasil/Uruguai porque este é um local onde ocorrem muitos casos de violência, como estupros e agressões e, por ser um local de fronteira, os agressores acabam por ficar impunes. Neste dia 24 de novembro de 2010, voltamos a nos reunir em Brasília, para reivindicar o estabelecimento de um Pacto Regional de Enfrentamento à Violência, que faça valer as leis existentes e amplie o arcabouço jurídico dos países que ainda não tem instrumentos suficientes para coibir a violência e punir os agressores. Além disso, necessitamos enfrentar o turismo sexual e o tráfico de mulheres, a exploração sexual, a prostituição e o trabalho escravo e infantil.

Dentre as ações necessárias, propomos a efetiva implantação de Juizados Especiais de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica, a ampliação das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, a criação e o fortalecimento de Redes de Atendimento às mulheres em situação de violência e a manutenção de Casas de Passagem.

É por isso que lutamos!
Por um outro MERCOSUL onde todas as mulheres possam viver livre da violência sexista!
Para superar as desigualdades de salário e de oportunidades entre homens e mulheres!
Pelo direito ao trabalho, com garantia de direitos trabalhistas e sociais estendida aos trabalhadores e trabalhadoras migrantes!
Por uma sociedade sem qualquer tipo de exploração e preconceitos, uma sociedade em que homens e mulheres possam viver com igualdade de oportunidades!

Neste sentido, nós, mulheres trabalhadoras do Cone Sul, vimos neste momento de luta do dia 25 de novembro, exigir dos Governantes de nossos países:

1. Criação e efetiva implementação das políticas de combate à violência contra as mulheres

2. Criação e fortalecimento de Redes de Atendimento às mulheres em situação de violência, incluindo os Juizados Especiais de Atendimento às Vítimas de Violência Domestica, as casas abrigo e as Delegacias Especializadas de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência (DEAM´S), com pleno funcionamento

3. Instituição de um protocolo de extradição comum para tratar dos casos de violência sexista nas áreas de fronteiras;

4. Instalação de uma Frente Parlamentar, no âmbito do MERCOSUL, para o Enfrentamento à Violência contra as mulheres.

5. Estabelecimento de um Pacto Regional do MERCOSUL de enfrentamento à violência;

6. Instalação de casas abrigo para mulheres vítimas de violência nas regiões de fronteira;

Seguiremos em nossa luta por igualdade, e exigimos de nossos Governos políticas de Estados para a efetiva garantia do direito de todas as mulheres a uma vida sem violência.

Não nos calaremos diante de manifestações de violência sexista – Violência Contra as Mulheres, Tolerância Nenhuma!
Comissão de Mulheres da Coordenadora de Centrais Sindicais do Cone Sul

Centrais Sindicais da Argentina:
CGT – Confederação Geral de Trabalhadores
CTA – Central de Trabalhadores da Argentina
Centrais Sindicais do Brasil:
CGTB – Central Geral dos Trabalhadores Brasileiros
CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
CUT- Central Única dos Trabalhadores
Força Sindical
NCST – Nova Central Sindical dos Trabalhadores
UGT – União geral dos Trabalhadores
Centrais Sindicais do Chile:
CUT Chile – Central Unitária de Trabalhadores do Chile
CAT Chile – Central Autônomo dos Trabalhadores do Chile
Centrais Sindicais do Paraguai:
CUT A – Central Unitária de Trabalhadores Autêntica
CUT Paraguai – Central Única dos Trabalhadores do Paraguai
CTN Paraguai – Central de Trabalhadores
Central Sindical do Uruguai:
PIT/CNT – Plenária Intersindical de Trabalhadores
Movimentos Feministas:
Marcha Mundial das Mulheres
União Brasileira de Mulheres
Brasília 24 de novembro de 2010
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