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terça-feira, 9 de outubro de 2012

CCBB SP COMEMORA CENTENÁRIO DE LUIZ GONZAGA COM SÉRIE DE SHOWS GRATUÍTOS

FONTE: UNE

Quem assina a direção musical é o neto do homenageado da 8ª Bienal da UNE, Daniel Gonzaga
Se o sertão vai virar mar não sabemos, mas que o centro da cidade de SP vai virar sertão é certeza! Entre os dias 12 de outubro e 3 de novembro, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) promoverá no Boulevard São João, próximo ao Vale do Anhangabaú uma série de shows em homenagem ao centenário de um dos maiores músicos da música popular brasileira e homenageado da 8ª Bienal da UNE, Luiz Gonzaga. 
Chamado de “Gonzagão – 100 anos”, o evento gratuito reunirá em um palco ao ar livre, quatro espetáculos com artistas de expressão nacional que prestarão uma grande homenagem ao Rei do Baião, cantando o vasto repertório do compositor, cantor e sanfoneiro. 
Cada um dos shows ganhou um nome como referência aos momentos importantes da carreira do músico. Moraes Moreira, Carlos Malta e Pife Muderno apresentarão o show “Sertão de Cores e Amores”. Otto, Bebe Kramer e Casuarina levam ao palco a música que eternizou Luiz Gonzaga e é tema da Bienal da UNE, “A volta da Asa Branca”, enquanto “Só Deixo o Meu Cariri…” ficará por conta de Chico César, Lucyane do Clã e Quinteto da Paraíba. 
Quem assina a direção musical é o neto de Gonzagão, Daniel Gonzaga, filho de Gonzaguinha. Ele, ao lado de sua irmã Amora Pêra, do trio musical As Chicas, encerrarão o último dia da programação com o show “A Hora do Adeus”. 
O maior festival de juventude da América Latina, a Bienal da UNE, realizará entre os dias 22 e 26 de janeiro de 2013, em Olinda e Recife, a sua 8ª edição. Com o tema “A volta da Asa Branca”, o evento estudantil prestará uma homenagem a Luiz Gonzaga, homem que cantou a paisagem árida e seca do sertão nordestino, dando voz a tanta gente sofrida e esquecida. 

12 de outubro, às 16h
“Sertão de Cores e Amores”
 Moraes Moreira, Carlos Malta e Pife Muderno 

20 de outubro, às 16h
“A volta da Asa Branca”
 Otto, Bebe Kramer e Casuarina 

27 de outubro, às 16h
“Só Deixo o Meu Cariri…”
Chico César, Lucyane do Clã e Quinteto da Paraíba 

3 de novembro, às 16h
“A Hora do Adeus”
Daniel Gonzaga e As Chicas

Assista a chamada do evento do CCBB em São Paulo: 
Serviços
O que? Gonzagão – 100 anos
Onde? Boulevard São João (Vale do Anhagabaú – entorno CCBB SP)
Quando? De 12 de outubro a 3 de novembro de 2012, sempre às 16h.
Quanto? Gratuito 

Da Redação/UNE

SEGUNDO MEC, LEI DE COTAS DEVE SER APLICADA A PARTIR DE 2013

FONTE: UNE

Instituições que já tenham publicado seus editais terão de fazer ajustes para se adequar à lei
Na última sexta-feira (5/10), o Ministério da Educação (MEC) anunciou que vai cobrar a implementação da Lei de Cotas em universidades e institutos federais a partir de 2013. A determinação ainda será regulamentada por meio de decreto a ser assinado pela presidenta Dilma Rousseff nos próximos dias.
Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, as instituições de educação superior que já tenham publicado seus editais terão que fazer ajustes para adequação à lei. Os alunos que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), previsto para o início de novembro, já serão avaliados de acordo com as novas regras.
“Não haverá prorrogação [para instituições que já tenham lançado editais de processos seletivos], porque o fato de já ter publicado o edital não significa que a instituição já tenha promovido o vestibular. (…) Todas as universidades federais terão de fazer as adequações necessárias”, explicou o ministro.
Para o diretor de combate ao racismo da UNE, Cristian Ribas, a implantação das cotas é urgente. ‘’ Precisamos acelerar o processo de democracia racial no Brasil. Implementar a lei de cotas já para o ano de 2013 é garantir a inclusão imediata de negros e negras no ensino superior. É garantir a igualdade de oportunidades na educação’’, afirmou.
De acordo com a legislação sancionada, metade das vagas oferecidas serão de ampla concorrência, já a outra metade será reservada por critério de cor, rede de ensino e renda familiar. A cota racial será diferente em cada universidade ou instituto da rede federal. Estudantes negros, pardos e índios terão o número de vagas reservadas definido de acordo com a proporção dessas populações apontada no censo do IBGE de 2010 na unidade da federação em que está a instituição de ensino superior.
As demais vagas reservadas serão distribuídas entre os alunos que cursaram o ensino médio em escola pública, sendo que no mínimo metade da cota (ou 25% do total de vagas) deverá ser destinada a estudantes que, além de ter estudado em escola pública, sejam oriundos de famílias com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita.
De acordo com Mercadante, o Ministério da Educação vai investir R$ 650 milhões em assistência estudantil em 2013 para garantir a permanência dos alunos no ensino superior.
“Pretendemos que esses alunos tenham preferência na implementação da política de bolsas e que as universidades tenham sistema de acompanhamento, de tutoria. Em algumas universidades, são os estudantes de pós-graduação bolsistas que têm a obrigação de fazer a tutoria de estudantes cotistas. Então, queremos também implementar essa política de reforço pedagógico e tutoria para garantir o bom desempenho dos cotistas.”
A garantia da permanência do estudante na universidade é uma das principais bandeiras de luta defendidas pela União Nacional dos Estudantes. No último dia 22 de agosto, o presidente da UNE, em reunião com Dilma Rousseff, defendeu a destinação de R$1,5 bilhão para o Plano Nacional desse setor (PNAES) como forma de garantir políticas nesse sentido.
Para Ribas, esse é o novo desafio do movimento estudantil. ‘’ Agora temos que construir as ações afirmativas por inteiro. Queremos permanência, acesso à pesquisa e pós-graduação”, explicou.
Da Redação com Agência Brasil

MATRÍCULAS DE UNIVERSITÁRIOS COM DEFICÊNCIA CRESCERAM 933% EM DEZ ANOS

Fonte: UNE

Os estudantes com deficiência passaram de 2.173, no começo do período, para 20.287 em 2010
A quantidade de matrículas de pessoas com deficiência na educação superior aumentou 933,6% entre 2000 e 2010, informou o Portal Brasil. Os estudantes com deficiência passaram de 2.173, no começo do período, para 20.287 em 2010, sendo que 6.884 desses alunos são da rede pública e 13.403 da particular. 
O número de instituições de educação superior que atendem alunos com deficiência mais que duplicou no período, ao passar de 1.180 no fim do século passado para 2.378 em 2010. Destas, 1.948 contam com estrutura de acessibilidade para os estudantes. 
No orçamento de 2013, o governo federal vai destinar R$ 11 milhões a universidades federais para adequação de espaços físicos e material didático a estudantes com deficiência, por meio do programa Incluir, que visa promover ações para eliminar barreiras físicas, pedagógicas e de comunicação, a fim de assegurar o acesso e a permanência de pessoas com deficiência nas instituições públicas de ensino superior. 

Alunos surdos terão mais acesso ao ensino a partir de um equipamento, formado por um pequeno chip emissor, na forma de microfone, usado pelo professor, e um receptor para o aluno. 
O projeto-piloto para uso da nova tecnologia, iniciativa da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secad) do Ministério da Educação, tem a participação inicial de 200 estudantes de 80 escolas das cinco regiões do País. 
Segundo a diretora de políticas de educação especial da Secad, Martinha Santos, este primeiro momento será de monitoramento e avaliação dos impactos pedagógicos para os estudantes. “Queremos proporcionar um documento de orientações para expandir o atendimento. Esperamos, a partir de 2013, já atender a educação infantil”, explica. 
Onda Jovem /UNE

OPINIÃO, POR QUE O PREÇO DAS UNIVERSIDADES DISPARA EM TODO O MUNDO? POR ISABELLE BRUNO

Fonte: UNE

Confira o artigo da professora pesquisadora de Ciência Política sobre o aumento dos preços nas universidades
Desde sua chegada ao Ministério do Ensino Superior e da Pesquisa da França, em 2007, Valérie Pécresse se colocou um desafio: concluir a reforma neoliberal do ensino superior. “Até 2012 terei consertado os estragos de maio de 1968”, proclamou no Les Échos de 27 de setembro de 2010. Num balanço final, ela pode se orgulhar de uma bela vitória: a aprovação da lei relativa às liberdades e responsabilidades das universidades (LRU), votada em 2007.
O trecho “responsabilidades e competências ampliadas”, considerado uma libertação das universidades da coação do Estado, fez que elas começassem a conhecer as “alegrias” da busca de financiamentos próprios. Bater de porta em porta nas empresas, aumentar as taxas de matrícula, em resumo, “se vender”: é essa a nova competência adquirida pelas universidades.
No entanto, o que elas têm para negociar? Os saberes emancipadores considerados bens comuns não resultam mais em lucro; trata-se agora de transformar a pesquisa científica em produtos patenteáveis e o ensino em cursos individualizados e “profissionalizantes” que levem a diplomas rentáveis.
Empacotadas, mercantilizadas, calibradas para públicos endinheirados, certificadas por normas ISO, classificadas em listas de “as melhores”, as universidades tendem a ser concebidas como mercadorias, as mais prestigiadas como “grifes”; e todas elas já ajustadas à captação de fundos privados.
Os estudantes (e suas famílias) são dessa forma seduzidos por panfletos, eventos, encartes publicitários, guias e tabelas comparativas, incitados a decidir por meio dessa orientação, como se fizessem uma escolha de investimento. Nessa óptica, financiar os estudos é investir para ser um capital negociável no mercado de trabalho. A partir da exortação à “transparência” e à “mobilidade” do ensino superior em um espaço europeu – e até mesmo mundial – é que os estudantes-clientes, empreendedores de sua existência, são convidados a investir para se constituir como mercadoria.
Na França, os estudantes não bolsistas que entram na universidade pública pagam taxas de matrícula que têm seu montante fixado a cada ano por portaria ministerial (177 euros para bacharelado, 245 para mestrado e 372 para doutorado em 2011-2012), às quais se soma a contribuição para a previdência social (203 euros). Para a grande maioria desses estudantes, as despesas com matrícula totalizam de 380 a 575 euros.
No setor privado, pelo contrário, os estabelecimentos são livres para determinar seus preços e, nestes últimos anos, se aproveitaram muito dessa margem de manobra. Alegando a necessidade de fortalecimento perante a “competição internacional” e o “retorno do investimento” prometido aos diplomados, as escolas de comércio (business schools)não hesitaram em dobrar seus preços (cinco delas ultrapassaram a barreira dos 10 mil euros por ano) e arrastaram as escolas de engenharia por seu rastro inflacionista.
Algumas universidades públicas não ficaram para trás. Compelidas a provar sua “excelência” e “competitividade” e sendo forçadas a gerir a escassez dos recursos concedidos pelos poderes públicos, elas apostaram na possibilidade que lhes foi oferecida de receber “taxas complementares” para se distinguir por meio de tarifas mais elevadas, conferindo-se uma singularidade presumivelmente valorizada no “mercado dos conhecimentos”.
Essa escalada dos preços se baseia em dois tipos de justificativa: a comparação internacional e a crise financeira. “Os Estados Unidos são modelo para nós? Pois então, a qualidade tem um preço”, afirmam alguns. As famosas universidades da Ivy League custam quase US$ 60 mil por ano, ou seja, em média três vezes mais do que as instituições públicas, cujos custos, entretanto, dobraram em trinta anos.
“Sem atravessar o Atlântico, veja o que acontece cruzando o Canal da Mancha!”, dizem outros. No quadro do programa de redução dos déficits orçamentários, a coligação liberal-conservadora britânica aumentou substancialmente o limite das taxas autorizadas para compensar a baixa das subvenções públicas. De 3 mil libras, elas passaram para 6 mil e até mesmo para 9 mil “em circunstâncias especiais”.
O mesmo ocorre na Espanha, que em abril deste ano autorizou as comunidades autônomas a aumentar as taxas de matrícula. A “contribuição dos estudantes para o financiamento de seus estudos” passou de 15% para 25%. Quanto ao Québec, a Primavera do Bordo (Printemps Érable, mobilização que em fevereiro deste ano colocou 170 mil estudantes nas ruas para denunciar o aumento das tarifas) enfrentou uma alta projetada pelo governo de Jean Charest que atingiria 75% em cinco anos.
Com a magnitude que apresenta, o encarecimento do acesso ao ensino superior observado atualmente não poderia ser explicado por simples fatores econômicos ou miméticos. Se ele atinge um número crescente de países é porque um trabalho de fundo foi empreendido por poderosos agentes ao longo dos três últimos decênios. A maior parte dos “prestadores de serviços [educativos]” não é, ainda hoje, livre para determinar seus preços, o que, aos olhos daqueles que promovem o “mercado do conhecimento”, constitui uma aberração.
Após a virada neoliberal dos anos 1980, e de maneira intensiva com a crise financeira atual, considerada justificativa para a precarização dos serviços públicos e a “diversificação das fontes de financiamento” – isto é, sua privatização –, a ideia de eliminar a regulação das tarifas universitárias foi se consolidando. Numerosos relatórios recentes, provenientes tanto da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), da Comissão Europeia e da Conferência de Reitores Universitários como de entidades nacionais ou de think tanks, contribuíram para valorizar a questão das anuidades e abrir a possibilidade de seu aumento.

DEBATES TEMPESTUOSOS

Para os que consideram que as manifestações de oposição ao aumento das anuidades trazem um tom de conservadorismo francês, as mobilizações que ocorrem do Chile ao Québec, passando pela Finlândia até a Áustria, mostram que os debates sobre o custo do ensino superior estão presentes na maioria dos países-membros da OCDE. Grande parte aumentou recentemente os custos de escolaridade; outros, como diversos Länderalemães, instauraram esses custos em oposição a uma tradição de gratuidade; alguns, como Dinamarca ou Irlanda, distorceram o princípio e passaram a cobrar dos estudantes estrangeiros. Em seu “Panorama 2011” das estatísticas sobre a educação, a OCDE verifica que apenas oito países mantiveram a gratuidade nos estabelecimentos públicos para seus alunos, enquanto em mais de um terço as despesas anuais ultrapassaram o limite de US$ 1,5 mil.
A França figura em uma categoria intermediária: as taxas de matrícula permanecem pouco elevadas, mas o sistema de bolsas e de ajuda financeira quase não se desenvolveu. Com isso, a opção de cobrar dos estudantes foi por muito tempo deixada na gaveta. É esse tabu que uma fundação “progressista” como Terra Nova, próxima do Partido Socialista, se propõe a romper: “A quase gratuidade dos estudos superiores – incluindo as aulas preparatórias – é fonte de fortes desigualdades e priva as universidades de recursos úteis para uma melhor formação dos estudantes.
Se os estudos devem ser pagos, é por uma dupla preocupação com eficiência econômica e justiça social: tal é o argumento insistentemente reiterado pelos partidários do aumento das taxas de matrícula, que compensaria a concessão de bolsas e de empréstimos educativos. Essa individualização do custo dos estudos e dos auxílios concedidos negam à educação sua dimensão coletiva. Os estudantes não são mais cidadãos, mas usuários de um serviço pelo qual, cedo ou tarde, deverão pagar.

ATITUDE UTILITARISTA

Para além da instrumentalização das desigualdades sociais, os defensores do aumento se baseiam em uma “ideia-força”: a “valorização” dos estudos que ele acarreta. “Pagar os estudos” responsabilizará o estudante, que, consciente de seu valor monetário, será mais comprometido e menos propenso às faltas. Um círculo virtuoso seria assim iniciado: as universidades sendo impulsionadas por “clientes” mais sérios e exigentes, que demandam a melhora constante da qualidade dos serviços prestados.
Essa relação comercial dos estudantes com a instituição universitária corre o risco de difundir uma atitude utilitarista relativa aos saberes ensinados. Já que o pagamento dos estudos pela via do endividamento será equiparado a um investimento, submetido a um imperativo de rentabilidade, o conformismo levará vantagem sobre o prazer de aprender. Obrigados a ser estratégicos e materialistas para poder pagar seus empréstimos, os estudantes ficarão mais preocupados com a conversão rápida de seus investimentos. Essa tendência já pode ser observada no Reino Unido, onde os professores da famosa London School of Economics (LSE) estão perdendo as esperanças de insuflar um espírito crítico em uma geração obcecada por poder e dinheiro.
Ficamos então tentados a minimizar a dimensão do problema do aumento das taxas nas universidades, circunscrevendo-o à “juventude dourada”: afinal, depois de tudo, não é justo “cobrar dos ricos”? Isso seria subtrair ao debate democrático uma questão social tão fundamental quanto aquela, por exemplo, da aposentadoria. Com a alternativa entre uma “educação por capitalização” e uma “educação por repartição”, prolonga-se a luta por uma solidariedade intergerações que garanta a partilha dos saberes como riquezas coletivas.
Isabelle Bruno é professora pesquisadora de Ciência Política da Universidade Lille 2/ Ceraps na França
Fonte: UNE

sábado, 6 de outubro de 2012

ELEIÇÕES 2012: NÃO VENDA SEU VOTO, PENSE NA SUA CIDADE



Combater a COMPRA DE VOTOS É DEVER DAQUELES/AS QUE  ACREDITAM EM UMA SOCIEDADE DEMOCRÁTICA, FRATERNA E HUMANA!

A compra de votos alimenta os políticos corruptos, a miséria , a prostituição política, aumentando as mazelas nas nossas cidades.

O dinheiro da compra de votos, são dinheiro desviado da Merenda Escolar do seu filho, da saúde, faltando assim o medicamento para o seu tratamento ou de seus familiares, da educação, fazendo com que os nossos professores/as a cada dia ganhe menos, as escolas ficando sem laboratórios, sem quadras de esporte, sem uma educação de qualidade, dificultando a qualidade educacional e comprometendo os estudos de seus filhos, É ISSO QUE VOCÊ QUER?

Esses políticos corruptos se eleitos forem, irão defender seus interesses pessoais e de quem  investiram neles, como grandes empresários e políticos corruptos a nível federal, como deputados e senadores corruptos que só aparecem em quatro quatro anos, ou seja politico copa do mundo!

Quem vende o voto, vende sua dignidade, sua consciência e ajuda a sua cidade a pará no tempo, interrompendo o desenvolvimento e o progresso.

Quem vende o voto não tem o direito de exigir que esses políticos cumpram com o que realmente eles precisam fazer, como leis que melhore o estado de vida da população.

Sabemos que a maioria da nossa população é carente, mas isso não justifica vender sua dignidade!  Políticos que compra voto não faz nada pela cidade, deixando a população dependendo de esmolas e migalhas, pois esses políticos fazem isso para que você fique dependente dele!

Pense no seu filho, pense em você, pense nos seus amigos, no seu vizinho, pense na sua cidade, que por sinal está em coma, justamente por essa prática criminosa que a compra de votos.

Amanhã é dia "D", o dia de você decidir o destino da sua cidade, o dia em que em apenas 30 segundos você colocará os destinos de sua terra natal em mãos de pessoas honestas ou de políticos corruptos, que tem um único objetivo:  O DE ROUBAR NÃO SÓ OS RECURSOS PÚBLICOS, MAS TAMBÉM ROUBAR A CONSCIÊNCIA E A DIGNIDADE DO POVO CARENTE DA NOSSA CIDADE, PENSE NISSO!  O VOTO É SECRETO, SÓ VOCÊ E DEUS SABERÁ EM QUEM VOCÊ VOTOU!

Eu amanhã particularmente na hora de votar pensarei em apenas uma coisa:  NA MINHA CIDADE E NO MEU POVO SOFRIDO, MASSACRADO E ABANDONADO PELO PODER PÚBLICO, QUE VIROU AS COSTAS PARA A POPULAÇÃO E DEIXOU A SAÚDE EM COMA, AS ESCOLAS ABANDONADAS, A MERENDA ESCOLAR DE PÉSSIMA QUALIDADE, SEM POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O HOMEM DO CAMPO E A NOSSA JUVENTUDE EM PESADELO COM A FALTA DE EMPREGO.

Por isso, não acreditarei mais em falsas promessas de políticos que nunca fizeram nada pela minha cidade, políticos que só pensou em seu bem estar e em seus grupinhos de amiguinhos.

Votando consciente estarei ajudando a minha cidade a sair do pesadelo da corrupção política.

Antes de votar reflita e vote CONSCIENTE!

Até as urnas e que Deus ilumine sua mente para não cair mais uma vez no CONTO DO VIGÁRIO!

Eduardo Vasconcelos

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

DE OLHO NAS ELEIÇÕES, DE OLHO NOS CANDIDATOS QUE COMPRAM VOTOS


Está chegando o dia da votação, dia 07 de OUTUBRO!  A sociedade brasileira precisa ficar atenta!  Procurar participar não só votando, mas também FICAR DE OLHO nos candidatos CORRUPTOS que passam a noite de véspera da eleição, indo nas casas das pessoas na tentativa de COMPRAR VOTOS, entregando camisas e dentro dela contendo alguma quantia para comprar a CONSCIÊNCIA do nosso POVO!

Outros corruptos quando percebem que o eleitor vota em outro candidato oferece vantagens para que ele (eleitor) fique em casa no dia da eleição, e não vá VOTAR!  Chegando até a ficar com o titulo e documentos com fotos do eleitor impedindo o mesmo de votar, isso é um ABSURDO, É UM CRIME, CHAME A POLÍCIA E SE POSSÍVEL FILME OU GRAVE!

Esse ato praticado por esse corrupto/candidato deve ser repudiado de forma rápida, além do mais o dinheiro não é dele!  É dinheiro desviado da merenda do seu filho, é dinheiro desviado da saúde, é dinheiro desviado da educação e assim por diante.

Seja honesto consigo mesmo, faça valer o seu voto, VOTANDO CONSCIENTE, precisamos acabar com esse tipo de político, político não, POLITIQUEIRO.

Se souber que na sua rua ou no seu bairro estão passando esse s tipos de candidatos, LIGUE PARA O PLANTÃO DA POLÍCIA FEDERAL: 3204 5500 ou 0800 881 0278 e denuncie.  A Polícia Federal do nosso Brasil é uma POLÍCIA SÉRIA, uma POLÍCIA que tem  RESPEITO, trabalha eticamente combatendo esse tipo de crime e nos orgulhamos muito da POLÍCIA FEDERAL.

Isso não quer dizer que não confiamos nas outras polícias, como a Militar e a Civil, mas nos interiores do nosso país temos alguns policiais corruptos, que segue orientação "política" de prefeitos ou de algum "coronel", temos dentro destas polícias pessoas sérias, pessoas com boas intenções, mas tem os seus limites.

Vamos ficar de olho!  Denuncie! 3204 5500 ou 0800 881 0278, faça a sua parte que a POLÍCIA FEDERAL FARÁ A DELA!

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

AMIGOS E FAMILIARES DÃO ADEUS AO COMPANHEIRO, FERNANDO LUIZ/AMES


 CORTEJO
 MISSA DE CORPO PRESENTE
 FLORES
 AMIGOS E FAMILIARES
 PADRE ASSIS CELEBRANDO A MISSA DE CORPO PRESENTE

CORTEJO A CAMINHO DO CEMITÉRIO

Hoje os familiares e amigos do presidente da AMES, FERNANDO LUIZ deu o último adeus ao companheiro, amigo e guerreiro, FERNANDO LUIZ, atual presidente da AMES, Fernando era mais conhecido como FERNANDO DA FUNDAÇÃO, nome dado após de ter trabalhado em uma Fundação denominada de FUNDAÇÃO JOSÉ PEIXOTO MARIANO.

O velório foi muito concorrido, presente vário amigos e familiares, Fernando era uma pessoa querida por todos.

Após o velório seu corpo seguiu para a Capela de Santo Expedito localizada no 8º Batalhão da Polícia Militar - BPM/RN, onde foi realizada a MISSA DE CORPO PRESENTE, missa  celebrada pelo pároco, Padre Francisco de ASSIS e em seguida seguiu para o cemitério local.

Na missa de corpo presente, o presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos representando as entidades AMES, ANE/RN, CPC/RN e o CPC DA ANE/RN falou da trajetória de Fernando, de suas lutas nos movimentos sociais e resumiu dizendo que o Fernando era sinônimo de companheirismo, solidariedade e fraternidade.

Fernando deixa saudades, mas a LUTA CONTINUARÁ como o próprio Fernando dizia:  " Vais-se um, mas sempre terá mais na LUTA CONTRA TODO TIPO DE INJUSTIÇA."

terça-feira, 2 de outubro de 2012

INFORMAÇÕES SOBRE O SEPULTAMENTO DO AMIGO, FERNANDO LUIZ (FERNANDO DA FUNDAÇÃO-AMES)




Informamos a mudança no sepultamento do amigo e guerreiro,  FERNANDO LUIZ DE SOUZA.

Ás 07h. Quarta-feira (3). Seu corpo estará sendo velado no Centro de Velório UNIPLAN/SANTA SOFHIA - Rua Frei Serafim de Catânia (De fronte ao Campo de São Sebastião - Posto de Saúde do Salgado).  Ás 14h.  Missa de Corpo Presente - Capela Santo Expedito - 8º BPM e ás 16h.  Sepultamento no Cemitério Local.

Desde já a família e as entidades estudantis e culturais (AMES, ANE/RN, CPC/RN e CPC DA ANE/RN)  agradecem a quem comparecerem a este ato de Fé e Solidariedade Cristã.  Noticiamos o FALECIMENTO do Amigo, Irmão Camarada, FERNANDO LUIZ, presidente da AMES de Nova Cruz/RN.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

SEPULTAMENTO DO NOSSO AMIGO E PRESIDENTE DA AMES SERÁ DIA 3 (QUARTA-FEIRA), 8H.

Em nome da família do amigo Fernando Luiz, presidente da AMES convidamos a todos os novacruzenses a comparecerem nesta quarta-feira (3), as 8h a missa de corpo presente na Capela Santo Expedito (8º BPM), onde lá seguirá para o cemitério local para o seu sepultamento. Seu corpo chegará nesta madrugada vindo do RIO DE JANEIRO. A AMES, ANE, CPC DA ANE E O CPC/RN Se solidarizam com a família do nosso GRANDE AMIGO E GUERREIRO, FERNANDO LUIZ DE SOUZA.

AMES, ANE/RN E CPC/RN DE LUTO...MORRE NOSSO AMIGO E GUERREIRO, FERNANDO LUIZ DE SOUZA!



Estamos ainda não querendo acreditar, mas é verdade!  Faleceu ontem a noite no Rio de Janeiro, FERNANDO LUIZ DE SOUZA, presidente da AMES-NOVA CRUZ/RN e diretor da ANE/RN E CPC/RN.  Fernando Luiz de Souza antes de tudo ERA PARA NÓS UM AMIGO, IRMÃO e GANDE GUERREIRO!

Estamos ainda querendo não acreditar, pois sábado, sua irmã, Lúcia tinha mantido contato com ele por teleforne no momento em que estava passando o Programa Nação Nova Cruz pela Rádio Agreste FM, programa que ele adorava e assistia frequentemetne quando morava em Nova Cruz, pois fazia 8 meses que se encontrava no Rio, onde foi trabalhar.  No momento da ligação sua irmã falou que estava ouvindo o programa e naquele momento quem falarva era EDUARDO VASCONCELOS, seu amigo de todas as horas, foi quando ele disse:  " Coloca o telefone junto do rádio que eu quero escutar a voz do Eduardo, pois alguns dias que eru não ouço a voz dele."  Lúcia colocou e ele ouviu alguns minutos.  Isso mostra a afinidade que todos os diretores/as tinha e tem uns com outros.

Para Eduardo Vasconcelos, "O falecimento de FERNANDO Luiz é uma perda inrreparável, ele era para mim um IRMÃO, UM AMIGO PARA SE QUARDAR, UM GUERREIRO DE TODAS AS HORAS, NÃO CONSIGO ACREDITAR NESSA TRAGÉDIA, É COMO TIVESSE TIRADO UMA PARTE DE MIM.  Fernando era uma aconselhável, amável, simples e sempre preocupado com os amigos/as, não consigo entender essa ironia do destino, estive com ele no Rio recentemente, almoçamos juntos nos falavamos todos os dias, fazia planos para retornar a Nova Cruz, pois ele amava a sua cidade, amava seus amigos/as, mas Deus o levou e espero que ele continue o cara de sempre, olhando para gente de onde estiver, não tenho mais palavras para decifra-lo, para mim ele era tudo!  Sempre mim dava conselhos, sempre mim aparava nos momentos da minha vida, sentirei sempre a sua falta, quem sabe em um outro mundo nos encontraremos e colocaremos a conversa em dia!  FERNANDO MEU AMIGO, FIQUE EM PAZ e TODOS NÓS QUE FAZEMOS AS NOSSAS ENTIDADES ESTAMREMOS SEMPRE PENSANDO EM VOCÊ! MEU AMIGO, MEU IRMÃO, MEU CAMARADA!  Fica COM DEUS!

Continuaremos a sua luta, faremos a sua história, todas as nossas vitórias será dedicada a você!  Todos Nós Ti Amamos, pena que não dissesmos isso antes. Até logo amigo."  Eduardo Vasconcelos