Páginas

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Jean Wyllys: 6 perguntas para Jair Bolsonaro

Em diversas entrevistas, o deputado Jair Bolsonaro foi questionado pela imprensa sobre tudo o que o país inteiro já sabe sobre ele. Sim, todos nós sabemos que Bolsonaro é homofóbico, machista, racista, que defende a tortura e a pena de morte, que reivindica a ditadura militar, que despreza a democracia. Tudo isso é muito grave, mas não é novidade.
De fato, o candidato fascista usa esse discurso caricato para gerar polêmicas, conseguir que as pessoas falem sobre ele e evitar qualquer chance de ter que expor sua absoluta incompetência e falta de ideias e propostas concretas para a economia, o emprego, a educação, a saúde, o meio ambiente, as relações internacionais, etc.
Por isso, eu estou torcendo para que, nas próximas entrevistas, os jornalistas comecem a questioná-lo sobre esses temas. E acho que chegou a hora, também, de questioná-lo sobre distintos pontos muito obscuros de sua atuação pública que colocam em xeque sua imagem auto construída de político “honesto”.

Os jornalistas poderiam lhe perguntar, por exemplo, o seguinte:

1) Em 2008, a empresa Comunicativa-2003 Eventos, Promoções e Participações comprou uma casa na Barra da Tijuca no valor de R$ 580.000,00. A empresa reformou o imóvel e, apenas quatro meses depois, vendeu a casa para o senhor, pelo inexplicável valor de R$ 400.000,00, um deságio de 180 mil. À época, após a reforma, a prefeitura do Rio avaliava esta casa em R$ 1,06 milhão de reais.
Segundo o COFECI, as “transações imobiliárias com aparente aumento ou diminuição injustificada do valor do imóvel” e “cujo valor em contrato se mostre divergente da base de cálculo do ITBI” tem “sérios indícios da ocorrência dos crimes previstos na Lei nº 9.613, de 1998 [lei de lavagem de dinheiro]”.
Embora esse assunto tenha ido à PGR, não chegou a ser investigado.
Como o senhor, que se gaba de supostamente ser honesto, explica essa transação que, segundo as normas do COFECI, tem sérios indícios de lavagem de dinheiro?
2) Em entrevista à rádio Jovem Pan, o senhor confessou que sempre teve ciência de que o seu então partido, o PP, havia recebido propina de outro partido para que fizesse uma coligação eleitoral. Em outra entrevista à mesma emissora, o senhor também confessou que sabia que, em 1997, o governo FHC estava comprando votos para a emenda da reeleição, tendo ciência inclusive de quem seria o operador do esquema e das quantias oferecidas a cada parlamentar. Mas, mesmo sabendo de todos esses atos de corrupção, o senhor não fez nada durante vários anos – pelo contrário, foi beneficiário da propina supostamente recebida pelo PP, uma vez que este partido financiou a campanha do senhor.
O art. 319 do Código Penal define esse tipo de conduta como crime de prevaricação, punido inclusive com cadeia.
O senhor reconheceu sem querer ou ainda não admite ter cometifo um crime?
3) Recentemente, foi noticiado que o senhor, mesmo sendo dono de um imóvel em Brasília desde 1998, recebeu auxílio moradia por anos a fio. Em diversas declarações à imprensa, o senhor confessou usar esse auxílio para outras finalidades.
Contudo, conforme normas da Câmara dos Deputados, o auxílio-moradia é verba de natureza vinculada, ou seja, não pode ser usada para outra coisa senão o pagamento de aluguel ou estadia em hotéis, sob pena de se caracterizar enriquecimento ilícito e improbidade administrativa.
Tendo em vista que o senhor diz combater a corrupção, pretende devolver os quase 700 mil reais que recebeu indevidamente ou vai fingir que nada aconteceu?
4) Frequentemente, inclusive em um processo judicial, o senhor tem citado como fiadores de sua moral ninguém mais, ninguém menos que Fernandinho Beira-Mar e Alberto Youssef. Um, condenado por homicídios e tráfico internacional de drogas; o outro, condenado por corrupção, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Não é estranho que essas sejam as principais testemunhas de sua honra?
5) Verificando documentos oficiais da Câmara, é possível constatar que, além de ter três filhos ocupando cargos eletivos, o senhor já empregou, em outros cargos públicos onde tinha ingerência, diversos parentes próximos: duas esposas, filho, sogro, cunhada… Aliás, mesmo depois do STF decidir que a prática de nepotismo era violadora da Constituição, o senhor manteve sua atual esposa no cargo por algum tempo. O senhor não acha que despreza demais a moralidade pública em benefício próprio ou de membros da sua família?


6) Recentemente, o senhor afirmou que pratica garimpo de ouro manual com bateia. Contudo, seu nome não está registrado no órgão responsável por autorizar esse tipo de exploração (DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral). Em tese, mais uma vez, o senhor teria cometido crimes de usurpação e contra o meio-ambiente. O senhor confessa um crime dessa natureza porque confia na impunidade?
Jean Wyllys
Único gay declarado no Congresso, Jean Wyllys é um lutador incansável na defesa dos direitos humanos, das liberdades individuais, da cidadania da população LGBT e de outras minorias no parlamento brasileiro.

Fonte: MÍDIA NINJA

ASSEMBLEIA GERAL DO CPC/RN SERÁ DIA 20 DE OUTUBRO! EM BAÍA FORMOSA/RN



O Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, em reunião realizada no dia 01 de setembro do ano em curso em sua sede - Nova Cruz/RN, deliberou convocação de Assembleia Geral, que ocorrerá dia 20 de outubro próximo, conforme Edital Publicado no Diário Oficial do Estado (DOE/RN), no último dia 22 de setembro, conforme EDITAL e CARTAZ acima exposto.

Dando assim ciência nos termos estatutários aos demais diretores, associados, convidados.e a sociedade em geral.

A CASA DO ESTUDANTE GANHA APOIO DA UNE - UBES - UEE/RN - CPC/RN E DA SOCIEDADE!

A CASA DO ESTUDANTE RESISTE A PRESSÃO

A luta dos estudantes residentes na Casa do Estudante do Rio Grande do Norte - CERN, ganha a toda hora apoio.

O presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos ainda pouco conversou com a presidenta da UEE/RN (União Estadual dos Estudantes do Rio Grande do Norte), Yara Costa, que  encontra-se  de quarentena na CERN, juntamente com outras lideranças estudantis, adiantou para o Eduardo Vasconcelos, que a UEE, juntamente com a UBES, UNE, DCEs, APES, UMES-Natal , CPC/RN e representantes de estudante da CERN, irão brevemente ao MP/RN, solicitar uma reunião emergencial, claro após a sentença do juiz sobre a intervenção para compor a comissão e buscar rapidamente solução para o problema.

É bom lembrar que o MP/RN, tem como objetivo sanar a situação da casa e que tomou essa atitude em virtude de denúncias, mas que está aberto ao diálogo e com isso solucionar o mais rápido a situação da CERN.

É bom lembrar que o próprio MP/RN, através do Dr. Jann Polacek esteve pessoalmente visitando a casa e constatou que muita coisa precisa ainda ser feita, inclusive a legalidade definitiva da CERN e até intervenção de parte da casa, que ainda precisa urgentemente de reparos.

O CPC/RN, através de seu presidente, vem desde do ano passado acompanhando essa resistência, inclusive se reunindo com membros da casa, procurando ajudar na legalidade da CERN, mas recentemente a coisa desandou e chegou a esse ponto, mas já manteve contato com o MP/RN e as entidades envolvidas no caso e só estão aguardando sair a decisão em juízo para marcar audiência com o promotor, JANN POLACEK e propor a participação das entidades na comissão que será formada, mas acreditamos que isso não será problema.

Enquanto isso, Eduardo Vasconcelos conversou por telefone com a presidente da UEE/RN, Yara Costa, nos adiantou que a instituição, juntamente outras entidades representativas terão plenárias ainda essa semana e um dos temas será a INTERVENÇÃO DA CERN. Os mesmos encontram-se alojados na CERN.

O Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN sempre apoiou a luta da CERN, Eduardo Vasconcelos, disse que o momento é de união e solidariedade e é preciso baixar a guarda e unir-se todos na defesa da CERN, uma instituição que tem uma história linda, de luta, de perseverança, de conquistas, formando vários profissionais de nomes nas áreas de direito, medicina, entras e que a CASA é maior do que imaginamos. Vamos á LUTA! VIVA A CERN!

domingo, 23 de setembro de 2018

Brasil - Bolsonaro ameaça nosso patrimônio civilizatório primordial

 

Um manifesto intitulado “Pela democracia, pelo Brasil”, assinado por personalidades de diversos setores, intelectuais, artistas, advogados, ativistas e empresários alerta para o retrocesso representado pela candidato da extrema-direita. O documento, afirma que “a candidatura de Jair Bolsonaro representa uma ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial. É preciso recusar sua normalização, e somar forças na defesa da liberdade, da tolerância e do destino coletivo entre nós”.


O documento, que vem sendo trabalho há alguns dias, foi divulgado na tarde deste domingo e não manifesta apoio a nenhuma candidatura presidencial. Segundo o advogado José Marcelo Zacchi, um dos articuladores da iniciativa, o objetivo é reunir vozes que representem diversos segmentos da sociedade e possam mobilizar esses setores. “É sobre repudiar um projeto que nos parece contrário aos princípios democráticos”, diz. “É um chamado para quem vota em quem quer que seja, mas está dentro do campo democrático”, enfatizou Zacchi.

Leia abaixo a íntegra e, se desejar, assine também o manifesto:

Pela Democracia, pelo Brasil

Somos diferentes. Temos trajetórias pessoais e públicas variadas. Votamos em pessoas e partidos diversos. Defendemos causas, ideias e projetos distintos para nosso país, muitas vezes antagônicos.

Mas temos em comum o compromisso com a democracia. Com a liberdade, a convivência plural e o respeito mútuo. E acreditamos no Brasil. Um Brasil formado por todos os seus cidadãos, ético, pacífico, dinâmico, livre de intolerância, preconceito e discriminação.

Como todos os brasileiros e brasileiras sabemos da profundidade dos desafios que nos convocam nesse momento. Mais além deles, do imperativo de superar o colapso do nosso sistema político, que está na raiz das crises múltiplas que vivemos nos últimos anos e que nos trazem ao presente de frustração e descrença.

Mas sabemos também dos perigos de pretender responder a isso com concessões ao autoritarismo, à erosão das instituições democráticas ou à desconstrução da nossa herança humanista primordial.

Podemos divergir intensamente sobre os rumos das políticas econômicas, sociais ou ambientais, a qualidade deste ou daquele ator político, o acerto do nosso sistema legal nos mais variados temas e dos processos e decisões judiciais para sua aplicação. Nisso, estamos no terreno da democracia, da disputa legítima de ideias e projetos no debate público.

Quando, no entanto, nos deparamos com projetos que negam a existência de um passado autoritário no Brasil, flertam explicitamente com conceitos como a produção de nova Constituição sem delegação popular, a manipulação do número de juízes nas cortes superiores ou recurso a autogolpes presidenciais, acumulam declarações francamente xenofóbicas e discriminatórias contra setores diversos da sociedade, refutam textualmente o princípio da proteção de minorias contra o arbítrio e lamentam o fato das forças do Estado terem historicamente matado menos dissidentes do que deveriam, temos a consciência inequívoca de estarmos lidando com algo maior, e anterior a todo dissenso democrático.

Conhecemos amplamente os resultados de processos históricos assim. Tivemos em Jânio e Collor outros pretensos heróis da pátria, aventureiros eleitos como supostos redentores da ética e da limpeza política, para nos levar ao desastre. Conhecemos 20 anos de sombras sob a ditadura, iniciados com o respaldo de não poucos atores na sociedade. Testemunhamos os ecos de experiências autoritárias pelo mundo, deflagradas pela expectativa de responder a crises ou superar impasses políticos, afundando seus países no isolamento, na violência e na ruína econômica. Nunca é demais lembrar, líderes fascistas, nazistas e diversos outros regimes autocráticos na história e no presente foram originalmente eleitos, com a promessa de resgatar a autoestima e a credibilidade de suas nações, antes de subordiná-las aos mais variados desmandos autoritários.

Em momento de crise, é preciso ter a clareza máxima da responsabilidade histórica das escolhas que fazemos.

Esta clareza nos move a esta manifestação conjunta, nesse momento do país. Para além de todas as diferenças, estivemos juntos na construção democrática no Brasil. E é preciso saber defendê-la assim agora.

É preciso dizer, mais que uma escolha política, a candidatura de Jair Bolsonaro representa uma ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial. É preciso recusar sua normalização, e somar forças na defesa da liberdade, da tolerância e do destino coletivo entre nós.

Prezamos a democracia. A democracia que provê abertura, inclusão e prosperidade aos povos que a cultivam com solidez no mundo. Que nos trouxe nos últimos 30 anos a estabilidade econômica, o início da superação de desigualdades históricas e a expansão sem precedentes da cidadania entre nós. Não são, certamente, poucos os desafios para avançar por dentro dela, mas sabemos ser sempre o único e mais promissor caminho, sem ovos de serpente ou ilusões armadas.

Por isso, estamos preparados para estar juntos na sua defesa em qualquer situação, e nos reunimos aqui no chamado para que novas vozes possam convergir nisso. E para que possamos, na soma da nossa pluralidade e diversidade, refazer as bases da política e cidadania compartilhadas e retomar o curso da sociedade vibrante, plena e exitosa que precisamos e podemos ser.

Assinam este manifesto

Adriana Lisboa
Alê Youssef
Alessandra Negrini
Alessandra Orofino
Alexandre Brasil Fonseca
Alexandre Nero
Alexandre Schneider
Alice Braga
Amon Barros
Ana Carolina Evangelista
Ana Helena Altenfelder
Ana Moser
Ana Toni
André Corradi Moreira Luthier
Andre Degenszajn
André Fischer
André Pereira de Carvalho
Andre Perosa
André Vallias
Andrea Alvarez
Andrea Barata Ribeiro
Andrea Calabi
Andrea Magri
Andreia Horta
Anete Abramowicz
Anna Penido
Antonia Pelegrino
Antonio Grassi
Antônio Nóbrega
Antônio Prata
Ariovaldo Ramos
Arnaldo Antunes
Aron Zylberman
Ary Oswaldo Mattos Filho
Astrid Fontenelle de Brito
Aurea Vieira
Bárbara Musumeci Mourão
Beatriz Bracher
Bel Coelho
Bel Melo
Bela Gil
Belisario dos Santos Junior
Bernard Appy
Beto Vasconcelos
Beto Verissimo
Bia Barbosa
Binho Marques
Braulio Mantovani
Bruno Carazza dos Santos
Bruno Torturra
Cadão Volpato
Caetano Veloso
Caio Magri
Camila Pitanga
Carlos Mello
Carlos Nobre
Carlos Pitchu
Carolina Bueno
Carolina Kotscho
Cazé Pecini
Celia Cruz
Celso Athayde
Celso Lafer
Cesar Callegari
Chico Buarque
Cicero Araujo
Ciro Biderman
Claudia Abreu
Claudia Costin
Cláudio Couto
Clemente Ganz Lucio
Clemir Fernandes
Cléo Regina Todaro Santos de Miranda
Daniel Augusto
Daniel Cerqueira
Daniel De Bonis
Daniel Ganjaman
Daniela Bianchi
Daniela Di Bonito Mônaco de Moraes
Daniela Frozi
Daniela Gleiser
Danilo Miranda
Danilo Santos de Miranda
Dario Guarita Neto
Dario Menezes
Débora Lamm
Denis Mizne
Dira Paes
Doriam Borges
Drauzio Varella
Edson Fernando de Almeida
Eduardo Calil Ohana
Eduardo Marques
Eliane Dias
Eliane Giardini
Elisandro Lotin de Souza
Enrique Diaz
Estevão Ciavatta
Esther Solano
Eugenia Moreyra
Eugenio Bucci
Fabiana Luci de Oliveira
Fabiana Pereira
Fabio Feldman
Felipe Roseno
Fernand Alphen
Fernanda Abreu
Fernanda Thompson
Fernanda Torres
Fernando Abrucio
Fernando Burgos
Fernando Grostein Andrade
Fernando Meirelles
Fernando Morais
Flávia Gusmão Eid
Flávia Lacerda
Flávio Conrado
Flavio Tavares de Lyra
Floriano de Azevedo Marques Neto
Francisco Sandro Rodrigues Holanda
Franklin Feder
Gabriel Feltran
Galeno Amorim
George Avelino Filho
Gerorgiana Goes
Gilberto Dimenstein
Gisele Froes
Glória Kalil
Gregorio Duvivier
Gui Amabis
Guilherme Casarões
Guilherme Leal
Guilherme Werneck
Haroldo Torres
Heitor Dhalia
Helder Vasconcelos
Helio Santos
Helivete Ribeiro
Heloisa Buarque de Holanda
Heloísa Perisse
Henri Philippe Reichstul
Henrique Silveira
Hugo Possolo
Humberto Dantas
Ilona Szábo
Ilza Jorge
Inês Lafer
Ivam Cabral
Ivanir dos Santos
Jailson Silva
Joana Jabace
João Biehl
Joaquim Falcao
Joel Zeferino
Jorge Abrahao
Jorge Hage
Jorge Romano
Jorge Schwartz
José Marcelo Zacchi
Juana Kweitel
Juca Kfouri
Julia Michaels
Juliana Braga de Mattos
Juliana Sakai
Jurandir Freire Costa
Jussara Silveira
Jussara Silveira
Karina Buhr
Karine Carvalho
Katia Maia
Laerte
Lauro Gonzales
Leandra Leal
Leonardo Letelier
Leticia Colin
Lilia Schwarcz
Luana Lobo
Luciana Guimarães
Lucio Maia
Luedji Luna
Luis Bolognesi
Luiz Armando Badin
Luiz Camillo Osorio
Luiz Eduardo Soares
Luiz Felipe de Alencastro
Luiz Nascimento
Luiz Ruffato
Luiza Lima
Lusmarina Campos Garcia
Malak Poppovic
Mano Brown
Manoela Miklos
Marcelo Behar
Marcelo Burgos Santos
Marcelo Furtado
Marcelo Issa
Marcelo Masagão
Marcelo Rubens Paiva
Marcia Pereira das Neves
Márcio Tavares Amaral
Marco Antônio Carvalho Teixeira
Marcos Cavalcanti
Marcos Fernandes
Marcos Flaksman
Marcos Fuchs
Marcos Joaquim Alves
Marcos Rolin
Marcus Vinícius Faustini
Maria Alice Setubal
Maria Arminda do Nascimento Arruda
Maria da Glória Bonelli
Maria de Medicis
Maria Filomena Gregori
Maria Gadu
Maria Ignez Barbosa
Maria Martha Cassiolato
Maria Stella Gregori
Maria Victoria Benevides
Mariana Lacorte Camponez do Brasil
Mariana Pamplona
Marília Librandi
Marina Dias Werneck
Marina Person
Mário Aquino Alves
Mário Monzoni
Marisa Moreira Salles
Mariza Abreu
Marta de Senna
Mary Camargo Neves Lafer
Mel Lisboa
Melina Risso
Michael Haradon
Miguel Lago
Miguel Reale Jr.
Milton Hatoum
Miriam Krenzinger
Monica Almeida
Monica Franco
Monique evelle
Myrian Porto
Naercio Menezes Filho
Natacha Costa
Numa Ciro
Oded Grajew
Oscar Vilhena
Otávio Dias
Pablo Nunes
Pally Siqueira
Paloma Duarte
Patrícia Pilar
Paula Lavigne
Paulinho Moska
Paulo André
Paulo Barreto
Paulo Borges
Paulo Furquim
Paulo Miklos
Pedro Abramovay
Pedro Meira Monteiro
Pedro Mendes da Rocha
Pedro Paulo Poppovic
Pedro Strozenberg
Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva
Philip Yang
Pierpaolo Bottini
Pilar Lacerda
Priscila Cruz
Rafael Alcadipani
Rafael Parente
Raul Santiago
Regina Braga
Renata Motta
Renato Janine Ribeiro
Renato Sergio de Lima
Rica Amabis
Ricardo Abramovay
Ricardo Borges Martins
Ricardo Chaves
Ricardo Henriques
Ricardo Lisias
Ricardo Sennes
Ricardo Teperman
Ricardo Young
Roberta Maiorana
Roberta Martinelli
Roberto Andres
Roberto Amorim
Roberto Waack
Rodrigo Martins Constante
Ronaldo Lemos
Rubens Barbosa
Rubens Naves
Rudi Rocha
Ruth Goldberg
Samira Bueno
Sarah Oliveira
Sergio Abranches
Sergio Leitão
Sergio Miletto
Silvia Noronha dos Santos
Silvia Ramos
Silvia Taques Bittencourt
Silvio Eid
Sueli Carneiro
Tadeu Jungle
Tadeu Valadares
Tainá Müller
Talita Todaro Santos de Miranda
Tasso Azevedo
Tati Bernardi
Theo Dias
Thiago Amparo
Thiago Lacerda
To Brandileone
Tulipa Ruiz
Valeria Macedo
Valerie Tomsic
Valmir Ortega
Valter Roberto Silverio
Valter Silvério
Vanessa Elias de Oliveira
Vera Iaconelli
Vítor Marchetti
Vítor Oliveira
Wagner Moura
Walter Casagrande Jr
Walter Salles
Washington Olivetto
Wilson Simoninha
Xis
Xixo Mauricio Piragino
Zeca Camargo
Zuza Homem de Mello

Reprodução TV CULTURA
Fonte: Portal Vermelho

SEMINÁRIO PROMOVIDO PELO CPC/RN ATINGIU SEUS OBJETIVOS! CONFIRAM!!!


'
Plenária do Seminário
 Eduardo Vasconcelos-CPC/RN: "A importância da juventude no resgate da cultura é primordial" 
Eduardo - CPC/RN e 

 Presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos

 Jovens presentes ao seminário
Plenário do seminário
Participantes atentos as discussões

Estudantes, sindicalistas e artistas das regiões agreste e litoral sul se reuniram na cidade de Baía Formosa, durante todo o dia do sábado, 22 de Setembro no auditório da Escola Estadual Paulo Freire para debaterem o Sindicalismo e a Cultura atuais.
O evento foi promovido pelo Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN que tem sede em Nova Cruz.
Os estudantes a sua maioria da Escola Estadual Rosa Pignataro de Nova Cruz, pioneira no ensino integral na região, tiveram uma participação bastante ativa nos debates o que chamou a atenção dos organizadores.
Intervenções ótimas do diretor da E. E. Rosa Pignataro - Nova Cruz/RN
Para Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura, o evento foi um sucesso o que demonstra o crescimento das ações do mesmo em prol da cultura potiguar. Dirigentes sindicais do SINDAS/RN
Entrega dos certificados
Uma lembrança de Baía Formosa/RN - Mirante - Praia do Porto

O evento é uma das etapas que o CPC/RN pretende desencadear nas regiões, cujo objetivo é de incentivar as entidades sindicais a transmitir através de suas secretarias ou departamentos culturais atos/ações que possam repassar através de uma peça teatral, dança, música, entre outas suas lutas, preocupações, o mesmo mostrar talentos entre os seus filiados ou mesmo entre suas famílias pessoas que tem talento. Outros virão!

A participação do SINDAS/RN e membros da Escola Estadual ROSA de NOVA CRUZ foram fundamentais para o debate. Foi criado uma comissão que em breve irão visitar a comunidade indígenas de Sagi - Baía Formosa.

Estiveram presentes as cidades de Baía Formosa, Nova Cruz, Natal, Nisia Floresta e Arês.

Nossos agradecimentos aos SINDICATOS - SINDAS/RN, CTB/RN, ADURN, SINDHOTELEIROS/RN, SINTE/RN, SINTRACOMM-Mossoró, SENALBA/RN, STRAF/NOVA CRUZ, SINTE/REGIONAL DE NOVA CRUZ, Prefeitura de Nova Cruz, SME - SMAD, SMAS - Escola Estadual PAULO FREIRE - BAÍA FORMOSA, Escola Estadual ROSA PIGNATARO, Escola Municipal NESTOR MARINHO, ambas de Nova Cruz; Escola Estadual ÀGUIDA SUCUPIRA e Escola Municipal JOÃO ANACLETO ambas de Baía Formosa e  ao comércio: Material de Construção GOMES e aos Supermercados FIGUEREDO, Quero Mais e Vera Avelino e família.

O que faz um senador?

Muita gente não sabe, mas em 2018 vamos votar em duas candidaturas ao Senado.

A eleição para o Senado é bem simples de entender se comparada à da Câmara dos deputados. São eleitas as três pessoas que receberem maioria dos votos, ou seja, cada estado possui três senadores, totalizando 81 membros no Senado Federal.
O senador é o agente público que representa seu estado no Legislativo. Sendo assim, como os deputados federais, também é responsável pela proposta e aprovação de leis que vigoram em todo o país.
Para que uma proposta se torne lei precisa ser aprovada pelas duas Casas do Congresso. Se um projeto for proposto por um senador, deve primeiro ser aprovado pelo próprio Senado, depois aprovado na Câmara dos Deputados e, por fim, vai ao presidente da República, que pode sancionar ou vetar.

Atividades exercidas pelo senador

Senadores e deputados possuem atribuições semelhantes, mas apenas o senador tem o poder de aprovar autoridades indicadas pelo presidente. Ministros, líderes do Banco Central e o procurador-geral da República são aceitos ou rejeitados mediante votação secreta do Senado.
Ainda, é de responsabilidade do senador o julgamento destas autoridades e do presidente da República em violações relacionados ao cargo e nos chamados crimes de responsabilidade.
Em resumo, podemos listar como deveres do senador:
  • Propor, discutir e aprovar leis
  • Fiscalizar o governo
  • Aprovar autoridades
  • Processar e julgar presidente e autoridades
  • Aprovar o Orçamento da União

Você sabia que o senador tem um mandato de oito anos?

Diferente dos demais representantes políticos, o senador é o único que é eleito para um mandato de oito anos. O Senado é renovado a cada quatro anos de maneira alternada, que se dá da seguinte forma: em uma eleição é renovado um terço, então cada estado elege apenas um senador; na eleição seguinte, dois terços são renovados e cada estado elege dois senadores.
É por isso que em uma eleição nós escolhemos apenas um candidato para votar e na outra escolhemos dois! Por exemplo, em 2014, os estados escolheram apenas um senador cada e consequentemente votamos em apenas um candidato, já em 2018 deveremos escolher dois candidatos ao Senado.
Pesquise e conheça as propostas da sua candidata ou candidato e #NessaEleiçãoDefendaAEducação ✊
Fonte: UBES