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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

VEJA COMO ESTUDAR A 15 DIAS DO ENEM, QUE IRÁ ACONTECER NOS DIAS 22 E 23 DE OUTUBRO

Daqui a exatos 15 dias começa a edição 2011 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com um recorde de inscritos: 5,4 milhões. Desde que passou a ser usada como critério de seleção de diversas universidades, além de ser requisito para programas como o Sisu e o Prouni, a prova se tornou o maior vestibular do país.
Faltando duas semanas para o exame, como se preparar? Ainda dá tempo de aprender coisas novas ou o ideal é revisar todos os conteúdos?
Para o professor Fábio Machado Bueno, professor de química do Cursinho do XI, de São Paulo, o melhor é focar o estudo na revisão das coisas mais importantes. “Como falta pouco tempo, é melhor focar o conteúdo geral, não em coisas muito específicas. Tentar aprender algo novo a essa altura pode aumentar o nervosismo e a pressão”, aconselha.
Já a professora Vivian D’Angelo, que dá aulas de interpretação de texto e gramática no Cursinho do XI, lembra que treinar a leitura é essencial para o Enem, tanto para escrever melhor a redação quanto para se acostumar com o formato da prova. “O Enem tem muito textos nos enunciados, as principais informações e até mesmo as respostas estão ali. É importante treinar lendo revistais, jornais e livros”, diz.
Prova longa
O tamanho dos textos e das questões, aliás, é uma das características mais marcantes da prova. Ler com calma todos os textos é um dos conselhos de Alexandre Yip, aluno do 1º ano de Engenharia Mecatrônica da Poli-USP.
Alexandre se formou em 2010 no Colégio Vértice, melhor colégio de São Paulo no Enem 2010 e 3º melhor do país (em 2009 foi o primeiro colocado do Brasil). Ele conta que a preparação para o Enem não é diferente da feita para os outros vestibulares, mas é preciso se concentrar na leitura. “Recomendo mais paciência para ler os textos, que são muitos e grandes. Ali estão informações preciosas”, diz.
Gabriela Furukawa, que também se formou em 2010 no Vértice e hoje cursa Biologia na USP, acredita que, faltando 30 dias para a prova, os candidatos precisam controlar o nervosismo e evitar correr com o conteúdo. “O Enem é fisicamente desgastante, são dois dias longos de prova. É preciso estar descansado, evitar estudar um ou dois dias antes da prova. Levar água e comida para o exame também ajuda muito”, aconselha.
- Confira como 167 faculdades públicas vão utilizar o Enem
O Guia Do Estudante conversou com três professores que dão aulas especiais de preparação para o Enem, para que indiquem os conteúdos mais importantes e que merecem atenção especial a 15 dias da prova. Confira:
Ficou assim, é bom anotar!
Matemática
- Revise funções, regra de 3 (simples e composta), geometria (plana e espacial) e interpretação de gráficos e tabelas.
- Em gráficos, é importante reconhecer quando é de uma função de segundo grau, exponencial ou logarítmica.
Física
- Repasse o conteúdo de cinemática (velocidade, aceleração) e calorimetria (escalas, capacidade térmica)
Química
- Fique atento nos cálculos de reações químicas, no cálculo estequiométrico e na separação de misturas.
Biologia
- De Ecologia, revise cadeias alimentares, ecossistemas, troca de energia, reciclagem e efeitos do homem na natureza.
- Na parte de fisiologia humana, revise os processos de respiração, nutrição, digestão e obtenção de energia.
- Questões atuais sobre meio ambiente e aquecimento global também devem cair, assim como temas de evolução e seleção natural.
Ciências Humanas e Linguagens
- As questões são tiradas do dia a dia e, na maioria, são interpretativas. Ler bastante ajuda a estar por dentro dos principais fatos do Brasil e do mundo.
- Em gramática, não se pede nada muito específico. A questão da variação linguística (normal culta e coloquial) é a mais importante.
Redação
- É importante ler jornais e revistas para se manter atualizado. Crise financeira e corrupção no governo Dilma podem ser temas. Além disso, a prova sempre pede para que o aluno reflita sobre o “problema” apresentado e propunha soluções.
DO GUIA DO ESTUDANTE / REVISTA ABRIL

JUVENTUDE DAQUI PRA FRENTE, ESTATUTO APROVADO!


Quarta-feira de comemoração para os estudantes de todo o Brasil, que celebram a aprovação do Estatuto da Juventude
Desde a noite da terça-feira (4/10), quando a o Estatuto da Juventude entrou na pauta de votação da Câmara dos Deputados, mas acabou adiada por falta de acordo, jovens de todo o Brasil iniciaram um amplo movimento pelas redes sociais em defesa da sua aprovação. Certos de uma vitória só comparada a do “voto aos 16″ e do “Petróleo é Nosso”, acompanharam e comemoram nesta quarta-feira (5), como a um jogo de futebol, quando a matéria voltou à pauta em sessão extraordinária e os deputados aprovaram a criação de um dos principais instrumentos no país que vai garantir um conjunto de direitos para os jovens entre 15 a 29 anos. O próximo passo é encaminhar o estatuto para votação no Senado Federal.
O presidente da UNE, Daniel Iliescu, celebrou  a conquista. “Desde ontem estou conversando com cada parlamentar sobre o estatuto e sua importância no avanço do país como nação que garante direitos à sua juventude. Gerações da UNE lutaram pelo estatuto, há pelo menos sete anos. Por isso, nós apoiamos e lutamos muito por sua  aprovação no Senado. Acredito que  isso está acontecendo em um momento muito favorável, já que estamos perto da 2ª Conferência Nacional da Juventude, momento máximo de debater conquistas e avanços para todos nós”, disse Iliescu.

A criação do Sistema Nacional da Juventude, na opinião da deputada Manuela d’Ávila (PCdoB-RS), relatora do estatuto, é o principal ponto da aprovação: “Para além da sistematização de direitos e deveres, o estatuto torna as políticas da juventude uma questão de Estado, com um sistema próprio e com recursos próprios”, destacou.
A vice-presidente do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) e secretária-adjunta da Secretaria Nacional da Juventude, Ângela Guimarães, relembrou que no dia 5 de outubro de 1988 os congressistas aprovaram a constituição cidadã do Brasil. “Hoje, 23 anos depois, nós aprovamos um estatuto que reconhece a cidadania dos jovens no país. É um dia de importância política e simbólica”.
Angel também frisou a importância da aprovação do Estatuto como forma da juventude, também, participar ativamente da formulação de políticas específicas. “A conquista de hoje significa a unidade do movimento juvenil brasileiro, do parlamento, do Conjuve, e do governo, que tomou pra si a responsabilidade de formular políticas para juventude. É importante que a juventude participe ativamente da formulação das mesmas”.

O documento prevê uma série de direitos aos jovens brasileiros (de acordo com o texto, é considerado jovem o indivíduo de 15 a 29 anos) como transporte público gratuito para estudantes e meia passagem nos transportes interestadual e intermunicipal.
O estatuto também assegura direito a meia-entrada para estudantes em eventos culturais e de lazer e o financiamento estudantil em faculdades privadas reconhecidas pelo Ministério da Educação. Ações afirmativas para garantir o acesso ao ensino superior a jovens negros, indígenas, com deficiência e oriundos de escola pública também foram contempladas.
Em relação à orientação sexual a igualdade, um ponto polêmico que gerou debates entre a frente LGBT e bancada evangélica, o texto prevê a inclusão de temas relacionados à sexualidade nos conteúdos escolares e também a previsão de respeito e reconhecimento à orientação sexual de cada um.
Já a deputada Manuela destacou pelo twitter a importância do projeto e disse estar “feliz por virarmos a página e construirmos um texto comum entre frente LGBT e evangélicos”. A deputada tuitou ainda: “Intolerância não combina com o Brasil. Fiquei emocionada @jeanwyllys_real com o que isso representa”.
O presidente da UNE defendeu a responsabilidade do Estado com os jovens no que diz respeito ao acesso à informação e educação sexual dentro das escolas e universidades. “A juventude precisa de informação para ser feliz e saudável”, disse e destacou que “o estatuto vai servir para regulamentar os direitos dos estudantes, como a meia-entrada e o financiamento estudantil nas esferas municipal e estadual”.

Após a sessão de hoje, o estatuto irá à votação no Senado. O relator do caso ainda não foi definido, mas Angela está bastante otimista em relação à nova etapa: “Temos aliados no senado brasileiro. Ano passado fizemos essa mesma batalha para a aprovação da PEC da Juventude”.
Pelo twitter, os senadores Inácio Arruda (@inacioarruda) e Vanessa Graziotini (@vanessasenadora), destacaram a aprovação do Estatuto, parabenizando a atuação da UNE e dos movimentos de juventude. O ministro do Esporte, Orlando Silva (@orlandosilva_jr), também usou a rede social: “Parabéns à @deputadamanuela e à Câmara dos Deputados pela aprovação do Estatuto da Juventude”, disse.

A 2ª Conferência Nacional da Juventude está marcada para acontecer entre os dias 9 a 12 de dezembro, em Brasília. No momento estão sendo realizadas as etapas regionais. A aprovação do Estatuto da Juventude transforma o caráter da conferência. “Essa é uma vitória concreta. Agora nós estamos efetivando os direitos da juventude”, comentou Angela.
Texto: da Redação

COMISSÃO "FICA UERN" - 11ª REUNIÃO - SÁBADO (8), AS 9HORAS!

Amanhã (8) as 9h na Escola MODELO haverá a 11ª Reunião da Comissão "FICA UERN", penúltima antes da realização do I DEBATE EM PROL DA UERN, que ocorrerá dia 18 DE OUTUBRO, as 9h.  No IFRN - Campus de Nova Cruz/RN.

A reunião terá como principal objetivo fechar o RELATÓRIO que será lido na abertura do I DEBATE, ou seja, dados coletados da VERDADEIRA SITUAÇÃO DO NÚCLEO DA UERN DE NOVA CRUZ/RN! Além da estrutura da realização do mesmo.

A participação de todos é de fundamental importância, principalmente dos estudantes dos cursos de Ciência da Computação e de Direito, pois são hoje os que mais sofre com a real situação do núcleo.  Teremos outras novidades na reunião.

Nossa Força Está na Organização!

Comissão FICA UERN

UBES E ANE/RN INFORMA EM PRIMEIRA MÃO!


Escola também é lugar para falar sobre política

Publicado: 06/10/2011 por Blog da UBES em UBES
Atividades incentivam a convivência em comunidade e o respeito ao debate de ideias.
DA GAZETA DO POVO

No contexto geral das escolas brasileiras, o ensino e a promoção de atividades ligadas à política ainda caminham de modo confuso. Os desdobramentos dessas falhas no ensino, e principalmente, suas causas são apontadas pelo professor Mário Sérgio Cortella, da Pontifícia Uni­versidade Católica de São Paulo (PUCSP), que vê problemas semelhantes na educação de uma geração anterior. “O erro começa quando se tenta impor esse assunto. O importante é aprender as noções de comunidade e isso tem início na prática”, afirma Cortella. 

É justamente a ideia de co­­munidade que deve ter o lugar central no debate nas escolas, de acordo com o professor. Para ele, mais do que ensinar o funcionamento do estado e da administração pública, a necessidade é promover o convívio e o respeito recíproco como pontos comuns dentro dos componentes  curriculares já existentes. “Esses elementos não devem vir como o que hoje está disseminado como conteúdos ‘extracurriculares’. Isso dá a ideia de um penduricalho, algo à parte da educação”, diz ele.        

O professor ensaia algumas explicações para esta carência na educação brasileira. O fato de a democracia ainda ser muito recente no país, assim como o equívoco de reduzir o tema apenas à questão partidária seriam alguns dos frequentes tropeços dados pelo Brasil no tema. Como consequên­cia, muitas vezes a escola acaba por afastar crianças e jovens do assunto – distância que em vários casos se mantém por boa parte da vida adulta.

Projeto constrói réplica de uma cidade

Incluir noções práticas de participação e cidadania no dia a dia dos alunos é o que busca o projeto da Cidade Mirim, desenvolvido há 41 anos pelo Colégio Opet de Curi­tiba. A estrutura é uma réplica em escala menor de uma cidade comum, com ca­­sas, comércio e órgãos públicos, e tudo isso dentro de uma escola. A experiência do projeto tem como objetivo dar as primeiras noções de política para seus alunos, em um exemplo raro de como a questão poderia ser conduzida nacionalmente.
Segundo sua coordenadora, Sônia Sillas, a ideia é acompanhar o processo de aprendizagem, ao mesmo tempo em que se tenta despertar o interesse pela comunidade. “Os alunos conseguem viver essa metáfora, percebendo e pensando nos problemas das cidades e podendo trabalhar em cima deles”, conta.
Além de elegerem seus representantes, os estudantes sugerem projetos para serem debatidos. Como resultado, a professora aponta mudanças positivas na postura dos alunos, entre elas a melhoria no relacionamento com colegas, assim como uma primeira atenção a temas mais amplos relacionados à sociedade.

“Eles discutem e apresentam propostas de temas ligados à saúde pública, ao trânsito, à violência, e depois pensam em possíveis soluções para fora da escola”, diz Sônia.

Na Câmara Federal, alunos acompanham o dia a dia dos deputados


No final de setembro, 78 estudantes de ensino médio, público e privado de todo o país se reuniram em Brasília para, durante cinco dias, simularem o dia a dia de um deputado federal. Chamado de Parlamento Jovem Brasileiro, o projeto é promovido anualmente pela Câmara desde 2004, e tem como objetivo introduzir o funcionamento do congresso para os jovens. Os pequenos deputados foram escolhidos pelas secretarias de educação de cada estado, depois de apresentarem um projeto de lei baseado em áreas como agricultura e meio ambiente, e saúde e segurança pública. Cinco estudantes paranaenses participaram do projeto este ano, três deles de Laranjeiras do Sul, um de Cianorte e outro de Toledo.

Avaliação da qualidade de ensino, sabe como se faz?

Publicado: 06/10/2011 por Blog da UBES em UBES
Entenda e veja a opinião de especialistas sobre os sistemas de avaliação do ensino criados nas duas últimas décadas.
DA AGÊNCIA BRASIL

Hoje, no Brasil, há vários exames que medem a qualidade do ensino. Em 1990, foi criado o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que aplica provas de português e matemática, a cada dois anos, para alunos das redes pública e particular, do 5º ao 9º ano do ensino fundamental e do último ano do ensino médio. Depois, foram criadas a Prova Brasil, que complementa o Saeb e avalia somente o 5º ano do ensino fundamental de escolas públicas, e a Provinha Brasil, para avaliar a alfabetização do 2º ano das escolas públicas.

Em 1998, o governo federal criou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para avaliar o desempenho dos alunos ao final do ensino médio, cujo resultado tem servido como nota para o vestibular em algumas universidades. Outro indicador da educação brasileira, também objeto de debate entre os especialistas que estiveram no programa, foi o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Educadores como César Callegari, que integra o Conselho Nacional de Educação e o Movimento Todos pela Educação, e a professora Lisete Arelaro, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), divergiram sobre a forma como têm sido usados os indicadores dos sistemas que avaliam a qualidade do ensino no país.

Para o educador Cesar Callegari, os indicadores são importantes instrumentos de avaliação e servem principalmente para que a população possa cobrar maior qualidade das escolas. “Eu acho que um dos grandes fenômenos a que nós vamos assistir no país, nos próximos anos, é uma demanda popular em relação à qualidade da educação. Mesmo aquelas famílias que não tiveram acesso à educação estão hoje cada vez mais preocupadas em não só ter o filho na escola, mas que a escola seja boa.”

Já Lisete Arelaro considerou que a utilização dos índices deve ser feita com cautela. Para ela, a busca exclusivamente por bons resultados nos sistemas de avaliação pode levar as escolas a se tornar “cursinhos” para as avaliações do governo. “O que está acontecendo no Brasil é uma preparação dos alunos para fazerem os testes. Nas escolas públicas e nas privadas. Isso é temerário. Em qualquer escola pública, você apaga as questões do ano passado e faz o aluno repetir porque você vem vinculando salário de professor ao resultado do desempenho dos alunos nestas provas”, ressaltou.

Callegari concorda com o risco de uso dos índices para fazer ranking de escolas e não para a busca por qualidade, apesar de considerar os sistemas como importantes meios de avaliação. “Os índices são utilizados para ranqueamento de escolas, para escolas particulares falarem: vem para mim, porque eu só ótima. Comprem minha apostila, eu vendi para tal cidade, ela está com nota 6 no Ideb. Essas coisas são muito ruins, é um aproveitamento muito nocivo daquilo que é a finalidade específica desse indicadores”, admitiu.
O risco, segundo Lisete Arelaro, é a busca por bons resultados nos índices levar os municípios a abdicarem de desenvolver seus próprios sistemas de educação baseados em sua realidade e passarem a comprar, de empresas privadas, os programas de educação.

> DICA!

A EDUCAÇÃO foi tema do Brasilianas.org da última segunda-feira (3). O programa é exibido na TV Brasil sempre às segundas-feiras, às 22h, e reprisado na madrugada de terça para quarta-feira, às 3h30.

CONTAGEM REGRESSIVA: FALTAM 22 DIAS PARA A IMPLANTAÇÃO DO CONSELHO DE CULTURA DE SANTA CRUZ/RN


Vereador Luciclaudio-PT/SANTA CRUZ/RN exemplo de dedicação pelos artistas da terra, Parabéns!
Toda os artistas de Santa Cruz sabem da dificuldade de implantação do Conselho Municipal de Cultura. A questão vem se arrastando desde 1994, apesar da luta do então vereador Pedro Bala, de vários artistas e após 2009, do mandato do vereador Lucicláudio.

Em 05/06/2009, o mandato do vereador Lucicláudio realizou o I Encontro com artistas de Santa Cruz e com o Secretário de Cultura, e naquele momento foi discutido a implantação do Conselho de Cultura. Mais tarde, em 29/10/2011, a Secretaria Municipal de Cultura  realizou a I CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA e naquele momento a classe artística aprovou como proposta prioritária a criação do CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA em 30 dias.

Recentemente o mandato do vereador Lucicláudio se reuniu diversas vezes com os astistas e travaram uma luta pela aprovação de Projeto de Lei 007/11, que busca a valorização dos artistas locais. Junto com essa luta, foi pautada a criação do Conselho e definido a data de 29/10/2011, como o dia a ser oficializado o CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA. O motivo desta data que foi combinada com os artistas e o Secretário de Cultura e o Prefeito se dá pelo fato de ser o DIA MUNICIPAL DA CULTURA e por ter sido a data da realização da I CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA.

Fonte: Luciclaudio/Santa Cruz/RN

" Já a nossa cidade de Nova Cruz/RN... Cadê a Secretaria de Cultura?  Cadê o Conselho de Cultura?  Com a palavra o sr. prefeito! "  -  ANE-RN

PAULO VI É BEM AVALIADO NA PROVA BRASIL - PEDRO AVELINO/RN

Escola Estadual Paulo VI em Pedro Avelino/RN atingiu a nota 6,71, PARABÉNS!
A Escola Estatual PauloVI, em Pedro Avelino, foi bem avaliada na  prova Brasil, a unidade escolar conseguiu anota 6,71. Parabens a Direção, aos Professosre e claro aos alunos do Paulo VI, que eles possam continuar firmes no caminho do aprendizado.

" Parabéns a toda a comunidade escolar da E. E. Paulo VII em Pedro Avelino/RN, apesar das dificuldades que muitas escolas do nosso Estado atravessa, mas a dedicação de muitos educadores fazem a diferença, por isso que fazemos a Associação Norteriograndense de Estudantes - ANE-RN PARABENIZAMOS toda a comunidade escolar, do aluno ao funcionário, Parabéns mesmo! " - Eduardo Vasconcelos - Assessor da ANE-RN.

IFRN-"FOLHA EM DIA INFORMA


IFRN forma primeira turma no Campus de Pau dos Ferros; 4 são vieirenses



O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) forma nesta sexta feira (07) as primeiras turmas de técnicos. Do Folha em Dia vai os parabéns ao amigo Ailson Barbosa que se forma em Técnico em Informática pelo instituto.

Estendemos ainda os parabéns ao odontólogo Paulo Roberto, que agora também receberá o diploma de técnico em Informática, e claro, às vieirenses Vanilda e Eliane que agora serão Técnicas em Alimentos.

Desejamos sucesso!

A solenidade de diplomação será realizada logo mais as 19h no auditório do campus.
Fonte: Ivanúcia Lopes/Folha em Dia.

UERN CONVOCA APROVADOS EM CONCURSO


A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) divulga mais um edital de convocação para aprovados do concurso público realizado em junho de 2010. Ao todo foram chamados 21 candidatos (Técnico de Nível Superior e Agente Técnico Administrativo), que trabalharão nos Campi de Mossoró, Assu, Natal, Pau dos Ferros e Patu.

Os futuros servidores da UERN passam a cumprir um prazo de 30 dias para entregar documentação exigida pelo edital de convocação e realizar exames necessários para a nomeação.

Os exames médicos serão avaliados pela Junta Médica do Estado, localizada no prédio do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER), localizado no Centro Administrativo em Natal.

Após a avaliação médica e munido de documentos, os convocados devem se apresentar a Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Estudantis (PRORHAE), localizada no Edifício Epílogo de Campos, Praça Miguel Faustino, s/n, Centro, Mossoró-RN, munidos de uma fotografia 3x4 recente, além dos originais e fotocópias autenticadas dos documentos. Em caso de dúvida ligue para os telefones (84) 3315-3028 e 3315-2122.

Postado por Joeliton/Cominidade Estudantil
Maiores informações acesse: www.uern.br

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

MEMBRO DA COMISSÃO " FICA UERN ", CONCEDE ENTREVISTA A RÁDIO AGRESTE FM

Hoje pela manhã, Eduardo Vasconcelos, membro da Comissão "FICA UERN" concedeu entrevista para falar dos preparativos do I DEBATE EM PROL DO NÚCLEO DA UERN DE NOVA CRUZ/RN, que ocorrerá próximo dia 18 de outubro no Auditório do IFRN - Campus de Nova Cruz/RN, as 9h.

Eduardo falou que já estão confirmadas as presenças do Reitor, MILTON MARQUES DE MEDEIROS e Dr. ADILSON GURGEL, membro do Conselho Estadual de Educação - CEE/RN e representante da OAB-RN.

Foram convidados a Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte, Deputados Raimundo Fernandes, Fábio Dantas, Gesane Marinho, Antonio Jacome, Larissa Rosado, Walter Alves, Leonardo Nogueira, (esposa da governadora, Rosalba Ciarlini), Fenando Mineiro, Gustavo Fernandes, Ezequiel Ferreira de Souza, Ricardo Motta, Márcia Maia e Deputada Federal, Fátima Bezerra, todos obtiveram votos na Região Agreste, Conselho Estadual de Educação - CEE/RN, UNE, DCE/UERN, UERN-Campus Natal, Juiz Civil da Comarca de Nova Cruz, Dr. Ricardo Henrique de Farias, Dr. Adriano da Câmara Dantas,Promotor da Comarca de Nova Cruz, professor, MORAIS FILHO/NESA/UFRN, ex-prefeito de Nova Cruz, Dr. Cid Arruda Câmara, prefeito, Flávio Azevedo e professor, Francisco Assis de Oliveira, Diretor do IFRN - Campus de Nova Cruz/RN, esses faltam confirmação.

Haverá uma grande mobilização por parte da comissão para conclamar os estudantes que o cursam a última serie do Ensino Médio, com ônibus passando nas escolas.
Serão convidadas as emissoras: Rádio Agreste FM, Talismã FM, Rádio Curimataú, Agreste AM e Rádio Serrana para transmissão do debate.

Eduardo aproveitou também para agradecer a sociedade que votaram nas colegas, Ivanilda Laurentino e Jeane Xavier, ambas foram eleitas conselheiras tutelares.  Concluiu a entrevista, Eduardo Vasconcelos.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

MORRE STEVE JOBS, FUNDADOR DA APPLE


Criador da Apple impôs visão de simplicidade no mercado da tecnologia. Da experiência com drogas às brigas, conheça a trajetória do empresário.

Steve Jobs, fundador da Apple (Foto: Moshe Brakha/AP)

Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPad, o iPhone e o iPad.

Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"), impacto que foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.

A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg.

Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. "Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar", contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.

"Ninguém quer morrer", disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. "Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo."

Homem-zeitgeist

A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu "homem-zeitgeist", ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.

Ele acreditou que era preciso gastar poder computacional para criar ambientes gráficos de fácil utilização enquanto as gigantes do setor ainda ensinavam usuários a editar o arquivo "AUTOEXEC.BAT" para configurar suas máquinas. Ele viu a oportunidade de criar smartphones para pessoas comuns ao mesmo tempo em que o foco das principais fabricantes era repetir o sucesso corporativo do BlackBerry.

Sob o comando de Jobs, a Apple dizia depender muito pouco de pesquisas de mercado. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido", afirmou, em entrevista à revista "Fortune" em 2008. Em 2010, quando perguntado sobre quanto a Apple havia gasto com pesquisa com consumidores havia sido feito para a criação do iPad, Jobs respondeu que "não faz parte do trabalho do consumidor descobrir o que ele quer. Não gastamos um dólar com isso."

Nem sempre esta habilidade garantiu o sucesso da Apple, como na primeira versão da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimídia que não conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um "hobby", um projeto pessoal que não fazia tanta diferença nos planos da empresa.

Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, à decisão de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses - plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.

Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.

Steve Jobs durante apresentação de produto
da Apple nos EUA (Foto: Reuters)
Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrão de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado "campo de distorção da realidade" criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um "jardim fechado", incompatíveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam além de restrições tecnológicas. Tecnicamente sempre foi possível instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor só tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.

Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de "tirano". Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs", afirma que, ao lado do "Steve bom", o mago das apresentações tão aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, também existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.

Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivência com Steve com à sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. À revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissão entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo não via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes físicos - às vezes, ele ocupava até dois desses espaços.

Jobs também sempre precisou de um "nêmesis", um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em público como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no início dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.

Do LSD ao Mac

Steve Jobs (à direita), ao lado do antigo sócio
Steve Wozniak (Foto: Kimberly White/Reuters)
O sucesso empresarial de Jobs é ainda um dos principais resquícios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas décadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada após Jobs ir à Índia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.

"Minhas experiências com LSD foram uma das duas ou três coisas mais importantes que fiz em minha vida", disse, em entrevista ao "New York Times". Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria "uma pessoa (com visão) mais ampla se tomasse ácido uma vez". O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.

Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatídica visita ao laboratório da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histórias mais contadas e recontadas do Vale do Silício, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial à simples troca pela Apple de patentes que a Xerox não teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.

Fato é que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do "desktop" utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre ícones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.
Fonte> blog do saraiva 13.