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sábado, 7 de outubro de 2017

ADURN-Sindicato participa de abertura das comemorações do #MêsDoServidorUFRN

Contribuir com o despertar da reflexão para a construção da cultura de paz. Foi com este objetivo que o ADURN-Sindicato participou da solenidade de abertura do Mês do Servidor na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) na manhã desta sexta-feira, 6, no auditório Otto Brito de Guerra.
Na mesa de lançamento das comemorações, o presidente do ADURN-Sindicato, Wellington Duarte, avaliou que a celebração da data propicia a reflexão não apenas sobre as profissões mas igualmente às lutas concretas do conjunto dos servidores na busca de assegurar a manutenção de uma Universidade Pública gratuita, inclusiva, plural e democrática, com a autonomia que lhe é devida. “A luta pelo reestabelecimento da Democracia no Brasil passa inexoravelmente pela defesa da Universidade Pública”, ressaltou.
Ao pontuar os desafios a serem enfrentados no atual contexto de ataques sistemáticos às políticas de Estado e da Educação Pública, o dirigente alertou para necessidade de constituir uma ampla frente em defesa da Universidade Pública e de qualidade.
Aumentar o orçamento previsto para 2018, reivindicar o descontingenciamento de recursos de 2017 para ciência, tecnologia e educação pública superior, enfrentar os efeitos da Emenda Constitucional 95 e o Projeto de Lei do Senado (PLS) 116 de 2017 aprovado na última quarta-feira, 4, na CCJ do Senado, que estabelece regras para a demissão de servidor público estável, foram alguns dos aspectos ressaltados.
A Reitora da UFRN, professora Ângela Paiva, ao abrir o #MêsDoServidorUFRN, ressaltou o compromisso histórico da instituição com as pessoas, “com a valorização e qualificação daqueles que fazem a Universidade, visando o desenvolvimento institucional”.
Ângela fez um apelo ao envolvimento da comunidade universitária nas atividades do mês do servidor para que não se permita que as violências que têm sido praticadas às Universidades, e ameaçam sua autonomia, se transformem em tragédias.
Participaram da mesa de abertura a reitora, Ângela Paiva, o vice-reitor, José Daniel Diniz, a pró-reitora de gestão de Pessoas, Miriam Dantas, o presidente do ADURN-Sindicato, Wellington Duarte,  a vice-presidente da ATENS UFRN, Ângela Lobo Costa, e a coordenadora geral do SINTEST, Maria Aparecida Dantas.
#MêsDoServidorUFRN
Realizada durante todo o mês de outubro, a programação vai buscar despertar na comunidade universitária a reflexão da temática de uma Cultura de Paz em diferentes aspectos. Diversidade, solidariedade, respeito, saúde, sustentabilidade e cultura integram as ações planejadas para o evento, que contará com palestras, oficinas, cursos e lançamentos de iniciativas em diferentes áreas.
Enquanto a abertura oficial das comemorações foi realizada nesta sexta-feira, 6, no auditório da Reitoria, no último dia 2 foram iniciadas as campanhas vigentes ao longo do Mês do Servidor.
Fonte: ADURN

Vem aí o II Seminário LGBTI, Quanto + LGBTI melhor!

O evento contará com espaço para exposição de trabalhos e produtos.

No dia 20 de outubro acontece o II Seminário LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais), no Rio de Janeiro. O evento promovido pela FASUBRA Sindical é organizado pela coordenação de Políticas Sociais e Gênero, representada pelos coordenadores Wellington Pereira e Francisco de Assis.  

A segunda edição do seminário com o tema “Quanto + LGBTI melhor”, tem como objetivo proporcionar visibilidade à questão de gênero na Federação.

Valorização da diversidade sexual e de gênero

Para a coordenação de Políticas.
Sociais e Gênero, houve avanços nas políticas públicas, conquistados com a lutados movimentos LGBTI nas últimas décadas. Porém, para o enfrentamento à gbtfobia e efetivação de direitos são fundamentais os espaços de organização,discussão, formação de redes e visibilidade.

A criminalização da LGBTfobia, o reconhecimento das identidades de gênero e a despatologização da Identidade TRANS, ainda são pautas marginais no âmbito das políticas públicas. “Apesar da visibilidade e parcos direitos conquistados, ainda são chocantes os números de assassinatos e violência cotidiana contra as pessoas LGBTI, especialmente transexuais negras/os e periféricas/os”. 

A violência institucional também afeta sobremaneira as pessoas LGBTI, que acabam, muitas vezes, expropriadas do direito à educação e saúde, excluídas do mundo do trabalho e da convivência familiar e comunitária.

Os coordenadores destacam a importância em avançar nas propostas de construção da política institucional de valorização da diversidade sexual e de gênero na Federação, nas universidades e na sociedade como um todo.

O evento é uma preparação para o III Seminário LGBTI da FASUBRA, e pretende dar sequência aos encaminhamentos do I  Seminário LGBT, realizado em Brasília-DF, no ano de 2014.

Programação

Será realizada uma mesa redonda formada por trabalhadores técnico-administrativos em educação que atuam e pesquisam  o tema. Também serão organizados grupos de discussão temáticos,para compartilhar a vivência do trabalhador LGBTI no ambiente do serviço público.  

O seminário será encerrado com uma apresentação do Teatro do Oprimido e produção de uma carta coletiva à FASUBRA Sindical, para fomentar a realização do próximo seminário e a criação de um grupo de trabalho LGBTI no âmbito da Federação.

Exposição

O evento contará com espaço para exposição de trabalhos e produtos. A proposta de exposição é um pequeno recorte da produção de artes dos trabalhadores LGBTI das instituições de ensino, que inscreverem seus trabalhos.

Performances

As inscrições para intervenção performances que dialoguem sobre as questões políticas deverão ser enviadas até o dia 17 de outubro às 17h, nos e-mails: fasubra@fasubra.org.br e   wellington@fasubra.org.br.

Foram convidados para o evento a coordenação da Fasubra;  Diretoria da Diversidade da UnB; Associação Mães pela Diversidade, além de lideranças de entidades na defesa dos direitos de pessoas transexuais e travestis.

Serviço

II Seminário LGBTI
Data: 20 de outubro (antecedendo a Plenária Ordinária da Fasubra);
Horário: 09h às 19h
Local: a definir

Coordenação de Políticas Sociais e Gênero

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

CPC/RN ENTREGA O DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO A LEMUEL RODRIGUES DA SILVA!

 LEMUEL RODRIGUES - EX-PRESIDENTE DA ADUERN RECEBE DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO DO CPC/RN AO LADO DE SEUS ESTIMADOS ALUNOS
Ontem (06), pela manhã antes de seguir para Parelhas/RN, o Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos esteve se reunindo na ADUERN para entregar o Diploma de HONRA AO MÉRITO ao grande líder sindical, professor da UERN e recentemente presidente da ADUERN (Associação dos docentes da Universidade Estadual do Estado do Rio Grande do Norte) - (2015/2017), LEMUEL RODRIGUES DA SILVA! Mas do que merecedor! Lemuel é uma pessoa dedicada na defesa da autonomia financeira da UERN, um brigador no bom sentido nas lutas em defesa dos trabalhadores.

Com a convicção de que só a luta da classe trabalhadora, juntamente com a sociedade civil poderá mudar os rumos do Brasil! Por isso e tantos outros ingredientes como também a defesa da CULTURA POTIGUAR, o CPC/RN o reconhece como um LUTADOR AUTÊNTICO pela liberdade do povo brasileiro!  Parabéns, LEMUEL, juntos seremos mais fortes!

COMISSÃO EM DEFESA DOS CAMPUS DA UERN, JUNTO COM A ADUERN E SINTAUERN NA DEFESA DA AUTONOMIA FINANCEIRA DA UERN!!!

CAMPUS DA UERN, UFRN E IFRN (NOTURNO) NA REGIÃO DO AGRESTE PORTIGUAR, JÁ!
Recebemos confirmação do Fórum Estadual do Servidores Públicos do RN, que a parada prevista para o dia 10, próxima semana, foi adiada para o dia 24 deste mês, as atividades para este dia serão divulgadas.
Outro ponto que queremos destacar, após nossa assembleia, é que, apesar de não termos recebido o convite para participação do SINTAUERN, queremos chamar atenção de todos os técnicos administrativos para participarem em seus respectivos Campi, no dia 16/10, da atividade organizada pela ADUERN. Esse evento será de grande importância para AUDIÊNCIA PUBLICA SOBRE AUTONOMIA FINANCEIRA DA UERN, no dia 17/10, organizado e solicitado pela Deputada Estadual Larissa Rosado, o qual teremos a participação de todos os segmentos da UERN e sociedade civil. 
Elineudo Melo 
Presidente do SINTAUERN 

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UERN - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte


"Interessante que o Núcleo do Campi da UERN de Nova Cruz possa e deve engaja-se nessa discussão sobre a Autonomia Financeira da UERN. Por isso nós que fazemos parte da Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN na Região do Agreste Potiguar, juntamente com o CPC/RN, SINTE/, STTR. IGREJAS e a sociedade agresteira como um todo possam unir=se nesse tema tão importante. Por isso propomos uma reunião para o mesmo dia *17/11", ás 9h da manhã na quadra da E. E. ROSA PIGNATARO ou Plenário da Câmara Municipal de Nova Cruz/RN, a se confirmar! - Eduardo Vasconcelos - CPC/RN e Coordenador da Comissão em defesa dos Campus da UERN e UFRN na Região Agreste do Agreste Potiguar."

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

PRESIDENTE DO CPC/RN CUMPRE AGENDA CULTURAL EM MOSSORÓ

 Eduardo Vasconcelos - CPC/RN, entregou hoje (5) o Diploma de Honra ao Mérito ao presidente do SINTAUERN, Elineudo Melo e a própria instituição pelos relevantes serviços prestados na defesa da UERN e o CPC no RN.
Eduardo Vasconcelos se reuniu hoje (5) na Biblioteca Municipal em Mossoró com os poetas/escritores: José MAURÍCIO Monteiro e José MAURÍCIO Carneiro, respectivamente, garantindo apoios aos mesmos no lançamentos de livros, que brevemente irão lançar com o apoio do CPC/RN.

Desde de ontem (4), o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos se encontra em Mossoró, visando contatos com alguns artistas conhecidos seu para falar-lhes dos apoios que poderão vir em benefícios deles. Estamos falando dos amigos mossoroenses , poetas e escritores: JOSÉ ERIBERTO MONTEIRO JOSÉ MAURICIO CARNEIRO, ambos funcionários da Biblioteca Municipal de Mossoró.  Pessoas simples, mas de uma inteligência fora do comum, principalmente quando o assunto é literatura de cordel. É O CPC IDENTIFICANDO NOVOS TALENTOS!!!

Em uma rápida reunião hoje, eles bateram o martelo!  Irão terminar seus livros no prazo de 60 dias e em seguida, após revisão irão para gráfica com o apoio do CPC/RN e entidades institucionais que  arcarão  com as impressões. Parceria feita através de pedido do CPC/RN ao órgão institucional.

Após essa rápida reunião, Eduardo Vasconcelos se deslocou parar a SINTAUERN (Sindicato dos Técnicos da Universidade do Estado do Rio Grande - UERN,_ para simbolicamente entregar os Diplomas de Honra ao Mérito ao atual presidente da instituição sindical, Francisco Elineudo de Freitas Melo, pelos relevantes serviços prestados ao CPC/RN e a Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN na Região do Agreste Potiguar. Elineudo e Eduardo aproveitaram, após as entregas dos referidos diplomas para discutir e analisar os futuros passos para o fortalecimento da comissão para que em 2018 estejamos mais unidos e fortes na defesa do campus em Nova Cruz.

Elineudo Melo agradeceu ao CPC/RN e ao Eduardo Vasconcelos a homenagem, ora prestada ao SINTAUERN e ao mesmo, sentido-se muito feliz e concluiu dizendo que esses gestos só o faz acreditar na luta e fortalecimento das instituições no rumo a dias melhores para os trabalhadores, estudantes e a sociedade potiguar.

Amanhã (6) pela manhã, Eduardo Vasconcelos entregará o Diploma de Honra ao Mérito ao professor e ex presidente da ADUERN, Lemuel Rodrigues.  Lembrando que ambos justificaram suas ausências na I Noite das Homenagens, pois tinham compromissos pré agendados e inadiáveis. 

Em seguida o presidente do CPC/RN, viaja a Parelhas a convite para participar de atividades culturais na Comunidade Quilombolas BOA VISTA DOS NEGROS e também entregará o Diploma de Honra  Mérito ao atual prefeito, Alexandre Petronilo.

Confira os palestrantes confirmados para o IV Encontro Pedagógico Latino-Americano

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Fonte> CNTE
Entre os dias 15 e 17 de novembro, acontece o IV Encontro Pedagógico Latino-Americano: Programa e Experiências Pedagógicas, no Centro de Convenções do Actuall Hotel, em Belo Horizonte (MG). A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) participará com uma delegação que representa seus 50 sindicatos afiliados.
O objetivo geral dessa atividade é analisar contexto e desafios da educação pública, as condições que enfrenta o movimento sindical e as estratégias que devem definir o Movimento Pedagógico Latino-americano e que serão implementadas em cada organização. O evento contará com a presença de representantes de 18 países da América Latina.
> As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de outubro. Procure o seu sindicato!
Ladislau Dowbor, economista e professor titular de pós-graduação da PUC-SP Nilma Lino, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais; Gustavo Fichman, professor titular no Mary Lou Fulton Teacher’s College da Arizona State University, nos EUA; Dalila Andrade, professora da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Minas Gerais; Angelo Gavrielatos, diretor mundial da campanha contra a Privatização e Comércio Educativo da Internacional da Educação; Roberto Aguilar, Ministro da Educação do Estado Plurinacional da Bolívia; Axel Kicillof, Deputado Federal da República da Argentina, e Luiz Fernando Dourado, professor da faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, são alguns dos palestrantes confirmados.

Credenciamento online para a Plenária Nacional de outubro


 
Dia 19 de outubro acontece o Ato Nacional em Defesa da Educação Pública e Soberania Nacional, Concha Acústica da UERJ às 14h, com atos nos estados.

O credenciamento online para próxima Plenária Nacional da FASUBRA Sindical que acontece de 20 a 22 de outubro no Rio de Janeiro-RJ, já está disponível no link: https://form.jotformz.com/61373487068666. No dia 19 de outubro acontece o Ato Nacional em Defesa da Educação Pública e Soberania Nacional, na Concha Acústica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Pauta
Nesta Plenária serão apresentados os informes nacionais e de base, será realizada a análise de conjuntura, o Congresso da FASUBRA (CONFASUBRA) e encaminhamentos.

As entidades filiadas devem encaminhar no prazo de quatro dias antes da Plenária:

  • Comprovante de pagamento da mensalidade com a FASUBRA;
  • Ata com o nome dos delegados titulares eleitos e suplentes;
  • Lista de presença em papel timbrado digitalizada ou as folhas digitalizadas do livro de ata em que contiver o registro da assembleia;
  • Informe de Base (IB) digital – em Word – para ser disponibilizado na pasta dos delegados, a fim de que, todos os presentes tenham acesso às informações.
  • O Informe de Direção (ID) também será disponibilizado na pasta dos delegados.

A FASUBRA enviará o comprovante de credenciamento ou informação de pendências, no máximo 24 horas antes da realização da Plenária. O local do evento será divulgado em breve.

Agenda de Lutas
09 e 10 de outubro - Dias Nacional de Luta – com atos fora da Universidade  e atividades na praças, dialogando com a população
10 de outubro - Dia Nacional de Luta contra a violência à mulher
 19 de outubro - Ato Nacional no Rio de Janeiro e nos estados
20, 21 e 22 de outubro - Plenária Nacional da FASUBRA na cidade do Rio de Janeiro  
23 de outubro - Data provável para  Greve Nacional, flexível, em caso de acordos de greve unitária com outras categorias, em que precisamos ajustar a data da deflagração. A Federação orienta rodada de assembleias na primeira quinzena de outubro, para discussão das propostas em todas as entidades de base, enviando retorno para a FASUBRA.
24 de outubro - Dia Internacional de Ação Pela Despatologização das Trans

28 de outubro - Dia do Servidor Público (art. 236 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990)

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Denúncias de assédio e desvio de recursos motivam ocupação na UEMG

Sala ocupada no Campus Diamantina da UEMG 
Ocupa UEMG
Estudantes permanecem no campus de Diamantina desde a noite de 27 de setembro
por Renata Bars.Denúncias de assédio sexual, desvio de recursos públicos, privilégio nas matrículas e bolsas de pesquisa e extensão culminaram na ocupação da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) – campus Diamantina, desde o último dia 27 de setembro. Cerca de 200 estudantes estão no local reivindicando mais transparência e imparcialidade por parte da direção.
”A ocupação da unidade da UEMG Diamantina pelos estudantes é reflexo dos graves problemas que vem ocorrendo na administração do campus, como processos administrativos travados, falta de transparência da direção, vários indícios de corrupção e também a tentativa da direção da unidade de abafar os casos denúncias de estudantes por abusos e assédios ocorridos por funcionários”, relatou a presidenta da UEE-MG, Luanna Ramalho, entidade que acompanha e apóia o processo de ocupação.
Segundo informações do Diretório Acadêmico de Direito, seis alunas afirmaram ter sofrido assédio sexual na instituição sem obter nenhum tipo de posicionamento da diretoria.
Em nota o DA afirmou ser ”totalmente inaceitável que ocorra dentro de uma universidade pública ou em qualquer lugar 6 assédios sexuais sendo um deles contra uma menor e nenhuma medida seja tomada”.
Para a presidenta da UEE-MG, a ocupação é legítima e demonstra que os estudantes não irão se calar perante a essas situações. ” A União Estadual dos Estudantes está acompanhando o processo e está junto nessa luta, para que consigamos construir uma UEMG que dialoga e que ouça a nossa voz. Não iremos aceitar situações como essas e por isso continuaremos a lutar para fazer da UEMG uma universidade do tamanho de Minas e livre de qualquer irregularidade que ainda insiste em impedir o seu crescimento”, disse.
O site da UNE tentou contato com a universidade, porém, as ligações não foram atendidas até o fechamento desta matéria.

CONFIRA NA ÍNTEGRA AS NOTAS DIVULGADAS PELO DA:

SOBRE A OCUPAÇÃO DA UEMG – DIAMANTINA:
1: É totalmente inaceitável que ocorra dentro de uma universidade pública ou em qualquer lugar 6 assédios sexuais sendo um deles contra uma menor e nenhuma medida seja tomada.
2 – É revoltante saber que alunos são privilegiados no ato da matrícula, tendo a mesma efetuada antes mesmo das aulas começarem, e saber que esse privilégio partiu após uma ordem da vice-diretora.
3– É Inadmissível ter uma gestora que responde a processos de improbidade administrativa com grande parcela de desaprovação dos discentes.
4– O coordenador do curso beneficia alunos, sem nenhuma autoridade para a realização da pratica, e este mesmo foi eleito para direção da universidade por consulta pública com minoria dos votos dos alunos. UM PROCESSO ANTI DEMOCRÁTICO.
Toda força e apoio aos Alunos da Uemg e a cada professor e colaborador que constrói junto a ocupação!
#Resistência
#OCUPAUEMG
#FORASILVANA

ALUNOS DA UEMG DIAMANTINA e sociedade Diamantinense,
gostaríamos primeiramente de esclarecer que a nossa luta vai muito além de uma disputa de chapas, que o que desejamos é nada mais que uma melhoria na qualidade do ensino da nossa instituição, que vemos regredir dia após dia, através de uma administração possivelmente improba, como demonstra documentos, pautada no favoritismo e na falta de diálogo entre seus integrantes. Quando você, aluno (a) da UEMG, foi ouvido (a) e teve suas demandas atendidas? Quando seu contato direto com a direção se deu de forma simples e satisfatória?
Nosso movimento é legítimo, democrático e pacífico; diferente do que alguns professores estão distorcendo e propagando. Não estamos aqui com o objetivo de causar desordem. Os processos do Núcleo de Práticas Jurídicas estão sendo devidamente assistidos, sendo conferidos andamentos e publicações diários.
Infelizmente essa luta se tornou necessária, visto que a vontade da maioria dos alunos (principais interessados no futuro da instituição) não foi considerada. Precisamos do apoio de todos, da participação de todos e estamos apenas buscando melhorias. NÃO SOMOS UMA MINORIA, NOSSA CAUSA É JUSTA, LEGÍTIMA E QUEREMOS MUDANÇAS.
UNE

NOTA DE PESAR

por Cristiane Tada.
UNE lamenta falecimento do professor Luiz Carlos Cancellier, reitor da Universidade Federal de Santa Catarina
É com grande tristeza e pesar que a União Nacional dos Estudantes recebe a notícia do suicídio do professor Luiz Carlos Cancellier, reitor da Universidade Federal de Santa Catarina, recentemente afastado de seu cargo, vítima de uma injusta e arbitrária ação da Polícia Federal.
Em uma operação extremamente duvidosa, e divulgada pela imprensa de forma irresponsável, Cancellier foi preso e liberado no dia seguinte há cerca de 15 dias atrás acusado de desvio de recursos na UFSC e obstrução da justiça. Tanto a administração da universidade, como institutos, professores e estudantes manifestaram seu repúdio à forma com que essa operação foi conduzida, desrespeitando o estado democrático de direito e a presunção de inocência, alegando ao atual reitor possíveis irregularidades, que sequer foram suficientemente apuradas, que podem ter ocorrido em gestões anteriores.
Cancellier, que foi também um militante em sua juventude, e esteve presente no congresso de Reconstrução da UNE em 1979, fora um reitor próximo das pautas e demandas do movimento estudantil brasileiro, especialmente na defesa da universidade pública e de seu papel enquanto fomentadora do debate crítico e político.
Essa situação trágica além de nos entristecer nos preocupa e indigna. Vivemos em um ambiente de sérias perseguições à figuras e lideranças políticas, e a universidade pública passa também a ser vítima desse processo, num verdadeiro desmonte de todas conquistas que tivemos em nosso país.
Nos solidarizamos à toda família, amigos e à comunidade universitária da UFSC e repudiamos toda e qualquer operação policial que não se paute pelo devido processo legal e pelo justo direito de defesa.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

CNTE prepara mobilizações para o Dia de Luta pela Soberania Nacional - 3 de outubro

cnte soberania facebook post
O petróleo é da nação, para a saúde e a educação! A CNTE convoca entidades filiadas para a mobilização que vai acontecer em todo o país no dia 3 de outubro pela Soberania Nacional. Nesta data, organizações sociais e sindicais ocupam as ruas de todo o país em defesa dos bens naturais e das empresas públicas estatais.
A mobilização é uma resposta ao pacote de privatizações anunciado pelo governo Temer, que inclui parte da Petrobras, todo o sistema Eletrobras e até mesmo a Casa da Moeda. No Rio de Janeiro, onde estão sediadas a Petrobras e Eletrobras, ocorrerá o ato nacional, com uma marcha prevista no centro da capital carioca. Nesse mesmo período, entre os dias 2 e 5 de outubro, também estará ocorrendo o 8º Encontro Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), que reunirá milhares de pessoas impactadas por barragens de todas as regiões do país.

A CNTE, que é integrante da Plataforma Operária e Campesina de Energia (Poce), se soma a essa luta em defesa da soberania do país na defesa da aplicação de suas riquezas naturais para melhoria da vida da maioria de nossa população. Para isso, a Confederação conclama as entidades de base para realizarem debates e aulas de cidadania como forma de participação neste dia nacional de luta.

MATERIAIS DE APOIO E DIVULGAÇÃO.

>> Acesse o artigo: "Pelo petróleo para educação: combater os inimigos da Pátria", de Gilbero Carlos Cervinski e João Antônio Moraes, membros da Plataforma Operária e Camponesa de Energia.
>> Acesse a edição especial do Jornal Brasil de Fato, que aborda a questão da Energia no Brasil.
Publicação foi escrita no âmbito da Campanha em defesa do Petróleo, da defesa do Setor Energético contra as privatizações e na defesa do Pré-Sal para a Saúde educação.

>> Baixe a edição especial Brasil de Fato "Brasil à venda", que alerta para as consequências negativas da onda de privatizações
>>Assista ao vídeo de 3 minutos do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)

>> Heleno Araújo convida para as mobilizações do dia 3 de outubro:
Matérias relacionadas
>> Leia a matéria sobre o Seminário de Privatização que reuniu neste mês de setembro lideranças de todo o país para definir estratégias de enfrentamento a essa ameaça de privatizações anunciada pelo governo golpista de Michel Temer
>> Acesse a campanha que a CNTE promoveu em 2016: “Não vamos abrir mão do petróleo para a educação”

Fonte: CNTE 

IEAL organiza debate sobre os direitos LGBT em BH

CNTE Encontro card LGBT
Durante os dias 13 e 14 de novembro, acontece o Encontro sobre Direitos LGBT, da Internacional da Educação para América Latina (IEAL), em Belo Horizonte (MG), no Centro de Convenções do Actuall Hotel. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) é parceira da IEAL para a realização das atividades da Rede e participará com uma delegação que representa seus 50 sindicatos afiliados.

O evento contará com a presença de representantes de 18 países da América Latina e antecede o IV Encontro Pedagógico Latino-Americano, que acontece entre os dias 15 e 17 de novembro.

Em breve serão divulgadas mais informações sobre o evento.

Fonte: CNTE

“Nossos corpos e nossas vidas nos pertencem”, por Ana Clara e Brisa Bracchi




Diretoras de Mulheres da UNE e da UBES lançam cartilha sobre o aborto no dia 28 de setembro, Dia Latino-americano e Caribenho de Luta pela Descriminalização e Legalização do Aborto.

Mais uma vez, o dia 28 de setembro, Dia Latino-americano e Caribenho de Luta pela Descriminalização e Legalização do Aborto, acontece em meio a uma ofensiva voltada para a retirada de direitos das mulheres no Brasil. Nós que resistimos aos ataques de Feliciano e Cunha sobre os nossos corpos, seguimos enfrentando Temer, Bolsonaro e tantos outros que diariamente tentam impor um projeto machista e conservador sobre as nossas vidas.

Tramita no congresso a PEC 181/15 que utilizou-se de uma pauta importante, a ampliação do tempo de licença maternidade para mães de filhos que nascem prematuros, para mascarar seu real propósito. A PEC, discutida na Comissão Especial sobre Licença Maternidade em caso de Bebê Prematuro, seria bastante positiva não fosse a inclusão da redação “direito à vida desde a concepção”. Essa é mais uma façanha da bancada conservadora na tentativa de proibir o aborto até mesmo em caso de estupro e risco de morte para mulheres devido à gestação. É necessário lembrar que esse é o mesmo congresso que há poucas semanas aprovou uma Reforma Trabalhista que permite o trabalho de mulheres grávidas em ambientes insalubres.

Por trás dessa lei, não há um aumento de direitos às mães, mas sim um retrocesso fundado em um conservadorismo patriarcal que reduz as mulheres apenas à reprodução. É preciso garantir que essa PEC não seja aprovada, no acúmulo das pressões dos movimentos feministas e sociais, já que na composição de um congresso com poder econômico dominante, onde apenas nove por cento são mulheres, esse debate se faz cada vez mais difícil.

Precisamos falar sobre aborto, não só no dia 28 de setembro. É engano pensar que essa é uma questão do âmbito privado. Essa é uma questão pública e social. Precisamos falar sobre a legalização do  aborto visando à sua garantia legal, mas também que este seja seguro e gratuito para todas.

E não há como falar de aborto sem falar das mulheres negras. As vítimas da criminalização do aborto são marcadas pelas estruturas de raça e classe da sociedade. Nas clínicas clandestinas, os procedimentos mais seguros são extremamente caros. Sendo assim, são as mulheres negras e pobres as vítimas diárias das clínicas clandestinas precarizadas, das práticas caseiras arriscadas com métodos diversos e da falta de assistência médica em casos de complicações.

Ainda assim, temos dificuldades de debater nas escolas, universidades, nos nossos ciclos sociais e familiares a necessidade imediata da descriminalização e legalização do aborto. Reafirmamos a necessidade de construir escolas e universidades que debatam gênero e educação sexual dentro e fora de suas salas de aula. É necessário combater a narrativa posta de que a legalização do aborto aumentará o número de casos, tendo em vista que os dados dos países em que descriminalizaram e legalizaram o aborto, a exemplo do Uruguai, mostram que os números de casos diminuíram significantemente. No exemplo citado, passaram de 33 mil para 4 mil abortos por ano, aproximadamente.

O aborto é uma realidade de mulheres de todas as faixas etárias, classes sociais, religiões e regiões do país. No Brasil, estima-se que são realizados cerca de um milhão de abortos clandestinos por ano e cerca de 250 mil internações nos hospitais do país por complicações neste procedimento (Dados da OMS).

A criminalização do aborto se coloca como controladora dos corpos das mulheres por uma sociedade construída no patriarcado e na religiosidade. A sua legalização representa garantir a autonomia das mulheres de decidirem quando querem ser mães ou não, refutando o estigma da maternidade obrigatória sob nossas vidas, reforçando que nossos corpos são nossos territórios, evidencia a necessidade de um Estado laico.

Precisamos não só resistir às ofensas machistas de propostas como a PEC 181/15 como explicitar a necessidade de discutir a legalização do aborto urgente no Brasil, para que o sangue das mulheres parem de escorrer em procedimentos tão perigosos que escancaram que esta é também uma questão de saúde pública.

“Educação sexual para prevenir, contraceptivos para não engravidar, aborto legal e seguro para não morrer”

Essa hipocrisia dá hemorragia! É pela vida das mulheres!
Legalizar o aborto!


*Ana Clara Franco é diretora de Mulheres da UNE.
*Brisa Bracchi é diretora de Mulheres da UBES.
Fonte: UNE

ENTREVISTA ADILSON MOREIRA: "O racismo tem o propósito de garantir vantagens ao grupo racial dominante"

Adilson Moreira
Foto: Wanezza Soares   
 "A discriminação é vista como ato individual, não como fator institucional"

No Brasil, afirma professor, o preconceito é dissimulado e aversivo.

Adilson José Moreira sempre quis entender os mecanismos que perpetuam o racismo. A curiosidade tornou-se o principal objeto de suas investigações acadêmicas desde a graduação na Universidade Federal de Minas Gerais.

Doutor pela prestigiosa Universidade Harvard, Moreira acaba de lançar O Que É Discriminação?, livro que esmiúça o conceito de direito antidiscriminatório, disciplina obrigatória nas faculdades do ramo nos Estados Unidos e praticamente desconhecida no Brasil.

O racismo, explica o professor na entrevista a seguir, muda constantemente para alcançar o propósito de perpetuar as vantagens socioeconômicas de um grupo de indivíduos sobre outro.

Leia mais:

Caso Rafael Braga: "A Justiça reforça a segregação racial no Brasil"
Atlas da Violência 2017: negros e jovens são as maiores vítimas
"Quando não se resolve o passado, estamos condenados a repeti-lo"

CartaCapital: O que é discriminação?

Adilson José Moreira: Sempre pensamos na discriminação como algo ligado à ideia de intencionalidade e arbitrariedade. Não é inteiramente equivocado, mas o problema é que essa concepção tradicional de discriminação que ainda influencia as discussões sobre justiça social, tanto entre leigos quanto entre integrantes do Judiciário, está associada à vontade de indivíduos.
CC: Como assim?

AJM: Atos discriminatórios são vistos como meros comportamentos individuais. Em razão disso, não consideramos o aspecto institucional, estrutural, o papel de autores públicos e privados. Também ficamos cegos aos processos de exclusão social que não dependem da vontade individual.

Compreendemos a ideia de discriminação como todo tipo de tratamento, consciente ou inconsciente, intencional ou não intencional, que coloca determinados grupos em uma situação de desvantagem social.
O elemento central é exatamente a ideia de desvantagem e isso pode ocorrer, repito, tanto em função de comportamentos intencionais quanto de processos que operam independentemente da vontade de indivíduos.

CC: O racismo no Brasil tem características próprias?

AJM: Sim. O racismo que existiu no século XIX não é o mesmo que existiu no XX, que não é o mesmo de hoje. O racismo tem um aspecto dinâmico e um propósito específico, garantir as vantagens econômicas materiais do grupo racial dominante. Ele pode assumir diversas formas, inclusive a da negação.
Ou seja, o projeto racial brasileiro, curiosamente, opera como uma ideologia antirracista, a ideia da democracia racial. O racismo no Brasil tem essa característica de ser encoberto, mas também aversivo. Há uma defesa pública da igualdade, mas no espaço privado os indivíduos só mantêm contato com gente da mesma raça.

Além disso, frequentemente nos deparamos com exemplos nítidos de racismo institucional, caso da prisão do Rafael Braga ou da declaração do comandante da Rota, segundo quem os moradores dos Jardins não podem ser tratados da mesma forma que os habitantes da periferia. Muitos negam que esses casos possam ser classificados como racismo. Sempre há a vontade, a intenção, de mascarar a discriminação no Brasil.

CC: Como o senhor interpreta o crescimento nos Estados Unidos da direita xenófoba e racista?

AJM: O sentimento de superioridade racial aflora em indivíduos de diferentes classes sociais, níveis educacionais e espectros ideológicos. Ele não é um distúrbio psicológico, mas um comportamento aprendido e consiste em uma sensação de superioridade biológica e moral, como se brancos devessem sempre estar na parte superior da escala econômica e o Estado fosse obrigado a fazer o possível para manter essa diferença.

Não bastasse, as crises econômicas açulam os movimentos extremistas. No caso específico dos Estados Unidos, desde a eleição à Presidência da República de Ronald Reagan, nos anos 80 do século passado, os republicanos recorrem à estratégia de promover o ódio e o desprezo raciais para fins eleitorais.
CC: O senhor vê semelhanças entre essas manifestações nos Estados Unidos e o que acontece no Brasil?

AJM: Sim, sem dúvida. O discurso de ódio tem sido amplamente utilizado no País. Prosperou nas eleições de 2014 e durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Faço um trabalho de campo em áreas periféricas da cidade de São Paulo e ouço discursos que ligam problemas pessoais aos homossexuais.

Encontro negros que acreditam que suas dificuldades são produto de uma vingança divina. Pergunto: “Mas, veja, o casamento entre pessoas do mesmo sexo tem apenas três anos. Enfrentamos as consequências do racismo há 500. Então, qual a relação entre o casamento de pessoas do mesmo sexo e o fato de que sua esposa morreu de violência obstétrica, por exemplo?”

Muitas lideranças religiosas utilizam abertamente o discurso de ódio contra homossexuais para defender um programa político ultraconservador que atende aos interesses do capital. Nada é mais interessante para o grande capital do que um eleitorado contrário à expansão de direitos sociais e individuais.

CC: Como o combate ao racismo e à homofobia se conectam?

AJM: Uma das teorias mais relevantes que descrevo em meu livro é aquela da interseccionalidade. Essa teoria surgiu na década de 1980 e foi formulada pela professora Kimberlé Crenshaw, quando ela analisou a situação das negras vítimas de violência doméstica. É uma situação complicada, pois a negra é discriminada no mercado de trabalho por ser mulher e por ser negra, o que a coloca em uma situação de vulnerabilidade social.

Os sistemas de opressão social não operam sozinhos. Negros e negras homossexuais sofrem, além do racismo, com a homofobia. Quando as vítimas de violência contra homossexuais são negras, asiáticas ou indígenas, a crueldade dos agressores é muito maior. A raça é um fator que tende a gerar ainda mais violência.

Fonte: Carta Capital