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domingo, 19 de novembro de 2017

Estudantes vão debater encarceramento da juventude negra

42º Congresso da UBES, em Goiânia, terá mesa com especialistas no tema

Enquanto tramita no Senado o projeto que pode reduzir a maioridade penal no Brasil (PEC 21/2013), secundas de todo o país terão oportunidade de discutir o tema em detalhes, com especialistas. O 42º Congresso da UBES, que discutirá os principais assuntos para a juventude hoje, inclui na programação a mesa “Redução não é a solução! O extermínio e o encarceramento da juventude negra”.
Estão confirmadas as participações de convidados como o deputado estadual Orlando SilvaAngela Guimarães, presidente da União dos Negros Pela Igualdade (UNEGRO) e Cristian Ribas, do Conselho Nacional dos Direitos Humanos.

Onde começa a violência?

Endurecer a punição de jovens infratores resolveria a violência no Brasil? É nisso que apostam parte da sociedade e do congresso. Mas Angela Guimarães, que estará no 42º CONUBES, lembra que números mostram que jovens não são os que mais matam, e sim os que mais morrem. E que isso mostra falha do Estado:
“Para um adolescente ter acesso à arma e ser aliciado para o crime organizado, o Estado falhou em propiciar seu desenvolvimento integral, o que é assegurado pela Constituição e pelo Estatuto da Criança e Adolescente.”

Números

O Brasil é um lugar perigoso para jovens e para negros, segundo o Atlas da Violência Brasileira divulgado este ano. Enquanto a mortalidade de não negros diminuiu 12% entre 2005 e 2015, a taxa de homicídio de negros aumentou 18%. A mesma pesquisa aponta cenário ruim para jovens entre 15 e 29 anos. Para o grupo, o homicídio também cresceu, em 17%.
Ao mesmo tempo, jovens e negros são as maiores populações nos presídios. Seis a cada dez presos são negros, segundo o Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen). Mas apenas um a cada dez presos cometeu assassinato. A maioria (64%) estava envolvida com tráfico de drogas.
“O Brasil tem uma das maiores populações carcerárias do mundo. Reduzir maioridade é encher mais nossos presídios, de jovens e de negros, e dar mais base ao crime organizado”, resume Orlando Silva, deputado de São Paulo e confirmado para o debate com secundaristas.
Quer saber mais sobre o tema e participar da discussão? Não perca o 42º CONUBES!
Fonte: UBES

sábado, 18 de novembro de 2017

Centro Potiguar de Cultura reúne lideranças culturais para debater a Consciência Negra.

Mesa oficial do 8º Encontro Estadual da Consciência Negra: da esquerda para a direita: Afrânio Patrício: Coordenador da Casa de Cultura de Nova Cruz, professora Gabriela Maurício da cidade de Várzea, Ademir Eduardo - Secretário Municipal de Cultura de Campo Redondo, Eduardo Vasconcelos - Presidente do CPC/RN, professor Márcio Dadox - Diretor Geral do IFRN - Nova Cruz e o estudante Olíver - representante do Grêmio Estudantil "Nilo Peçanha" - IFRN - Nova Cruz.
Dezenas de representantes dos municípios de Nova Cruz, Campo Redondo, Várzea e Espírito Santo, das regiões Trairi e Agreste debateram a Consciência Negra e os diversos tipos de preconceitos, no 8º ENCONTRO ESTADUAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA, promovido pelo Centro Potiguar de Cultura –CPC/RN, com sede em Nova Cruz,  que aconteceu no auditório do IFRN – Campus de Nova Cruz. Na oportunidade as lideranças culturais assistiram a uma apresentação do grupo “ARTE BOLARE” formado por alunos da Escola Estadual Rosa Pignataro de Nova Cruz, coordenados pelos professores Francinaldo Soares e Lene Rosa, em sua abertura. Em seguida um lindo vídeo com uma poesia de Cordel abordou o tema RESPEITO E NÃO PRECONCEITO

O Presidente do Centro Potiguar de Cultura, Eduardo Vasconcelos formou a Mesa de Honra, acompanhado do Diretor do IFRN – Campus de Nova Cruz, Professor Márcio Dadox, pelo membro do Grêmio Estudantil “Nilo Peçanha”, o estudante Óliver, pelo Secretário de Cultura do município de Campo Redondo, Ademir Eduardo e pela Professora Gabriela Maurício, ex- secretária de Cultura de Várzea. Todos levaram suas palavras enaltecendo o evento e a importância de sempre vislumbrar o debate sobre a Consciência Negra em nosso estado.




Logo em seguida, todos os participantes iniciaram os debates sobre Consciencia Negra, que contou com a presença do Pe. Aerton da Paróquia de Nova Cruz e que culminou no período da tarde com vários encaminhamentos, dentre os quais, destacam-se: a escolha dos municípios de Campo Redondo e de Parelhas  para sediarem dois grandes encontros no primeiro semestre de 2018; o envio da moção de agradecimento aos chefes dos executivos dos municípios de Espírito Santo e de Campo Redondo pelo apoio que permitiu as presenças dos agentes culturais ao evento e envio de nota de repúdio às Prefeituras que se comprometeram com o evento e não deram condições aos seus participantes de estarem presentes. Outro encaminhamento será o envio de vários documentos de apoio à Lei n. 296/2015, que visa tornar a data de 20 de novembro – dia da consciência negra, como feriado nacional, para os E-mails dos deputados federais da bancada potiguar, uma vez que a votação da matéria será no plenário da casa na próxima semana.

Participação do Padre Aerton
Roda de conversa bastante proveitosa - CONSCIÊNCIA NEGRA E O DIA 20 DE NOVEMBRO



Momento de oração com o Padre Aerton - Paróquia de Nova Cruz

Roda de conversa bastante proveitosa - CONSCIÊNCIA NEGRA E O DIA 20 DE NOVEMBRO

Roda de conversa bastante proveitosa - CONSCIÊNCIA NEGRA E O DIA 20 DE NOVEMBRO
Ao final os participantes prestigiaram a apresentação do grupo RAIZES DO AGRESTE, formado por senhores e senhoras da cidade de Espírito Santo.



Foto: Momento contagiante

Obs. O Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos na abertura do evento repudiou a atitude de alguns prefeitos, que de última não enviaram suas delegações, delegações essas que já estavam todas ciente de suas participações, mas por falta de compromisso e sem nenhum respeito pela entidade e muito menos pelos seus munícipes. Demostra o descaso com a CULTURA local, regional e nacional. Eduardo Vasconcelos.

(Fotos Teobanio)

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Alunos do Mestrado e Doutorado em Letras na UERN divulgam carta de apoio à greve dos docentes da universidade

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Fonte: ADUERN
Alunos do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL), da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), divulgaram hoje (15) uma carta aberta de apoio à greve dos docentes da universidade. Confira o documento na íntegra 
CARTA PÚBLICA
Os alunos do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL), da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), através desta carta, decidem:
1- Apoiar a greve iniciada pelos docentes desta instituição no último dia 11 de novembro de 2017;
2- Repudiar o modo pelo qual o Governo do Estado do Rio Grande do Norte vem tratando os seus servidores públicos, sobretudo, os docentes da UERN, utilizando, por exemplo, spray de pimenta como estratégia para desarticular o movimento paredista;
3- Reivindicar o pagamento em dia dos salários dos professores, técnicos e demais servidores;
4– Exigir o fim da(s) política(s) de precarização da educação superior no Estado do Rio Grande do Norte.
Considerando, portanto, os pontos mencionados acima, ressaltamos o nosso apoio ao movimento grevista dos docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.
Esta carta é assinada pelos seguintes mestrandos e doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Letras da UERN:
José Veranildo Lopes da Costa Junior
Leandro Lopes Soares
Eianny Abrantes
Josinaldo Pereira
Anikele Frutuoso
Maria Eugênia Fernandes do Rêgo
Jocival Freitas
Josiane Lúcio
Márcio Célio
Maria do Socorro Souza Silva
Victor Mendes
Raíres Basílio
Eduarda Maria
Marcos Rosendo
Samea Rafaela Lopes
Alyne Duarte
Cássia da Silva
Lendl Bezerra.
Eliano Juvencio
Kélvya Freitas
Gildemar Pontes
Edson Santos

Ocupar e resistir! Servidores acampam na Governadoria e aguardam negociação com Governo

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Docentes da UERN, servidores da saúde e trabalhadores de diversas categorias do funcionalismo público estadual deliberaram um acampamento na Governadoria do Estado, em Natal.  A mobilização vai seguir até Robinson Faria receba os manifestantes e negocie o pagamento dos salários atrasados.
O acampamento teve início na tarde de ontem (13), após uma grande manifestação em frente à Governadoria do Estado. Docentes e servidores da saúde foram recebidos com truculência pela Polícia Militar do centro administrativo, que disparou jatos de spray de pimenta contra os manifestantes.
Hoje pela manhã os manifestantes foram surpreendidos com mais uma ação violenta por parte da PM, que retirou cadeiras posicionadas em frente à entrada da Governadoria e instalou uma grade separando os manifestantes do prédio.
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De acordo com a direção da ADUERN, o acampamento continua até que Robinson receba as categorias e inicie um processo de negociação. Para a ADUERN, este é o momento de fortalecer a ocupação e mobilizar todas as categorias do funcionalismo estadual a se integrar ao acampamento.
As categorias acampadas aprovaram também que amanhã (15) irão realizar uma feijoada solidária, com participação de trabalhadores e trabalhadoras de outros segmentos. Na oportunidade também será realizado um debate político acerca da situação do Rio Grande do Norte.
A assessoria de comunicação da ADUERN está  acompanhando o acampamento dos servidores estaduais em tempo real. Qualquer novidade no movimento será amplamente divulgada através do Portal da ADUERN e das redes sociais do sindicato.
Fonte: ADUERN

Assembleia Geral ADUFRGS-Sindical denunciará o governo Temer no Ministério Público sobre MP 805/2017

Foto: ADUFRGS-Sindical
Reunidos em assembleia geral extraordinária, no dia 08 de novembro, professores filiados à ADUFRGS-Sindical discutiram entre outros pontos a Medida Provisória n° 805, que determina o não cumprimento do acordo de reestruturação da carreira da base do Sindicato e impede o reajuste salarial, ameaça de desmonte do serviço público e aprovou ações a serem tomadas para enfrentar essa situação.
Foto: ADUFRGS-Sindical
Foram deliberados os seguintes pontos:  
  • Rejeição integral à MP805/2017, que descumpre os acordos com os servidores federais e aumenta a alíquota da Previdência para contribuições acima do teto, de 11% para 14%. Sobre isso, foi aprovado o envio de uma carta aos parlamentares gaúchos solicitando seu apoio a rejeição da MP 805; A ADUFRGS irá participar de ação no Congresso Nacional, promovido pelo PROIFES-Federação, nos dias 21 e 22/11, com o corpo-a-corpo com parlamentares; outro ponto aprovado foi o apoio às emendas 11 e 12 à MP, que suprimem o adiamento da reestruturação das carreiras dos professores e o aumento da alíquota; Continuam as campanhas de mídia na rádio e materiais, defendendo o acordo dos professores e o serviço público.
  • Solicitação ao PROIFES-Federação para que entre com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a Medida Provisória 805. Neste sentido, a ADUFRGS-Sindical pretende denunciar o governo de Michel Temer no Ministério Público. Por fim, fará uma representação junto à Organização Internacional do Trabalho (OIT) pelo descumprimento de convenção assinada pelo governo com a edição da MP805/2017. 
  • Manutenção da mobilização pela rejeição da Reforma da Previdência. A respeito deste assunto ficaram definidas as seguintes ações: Panfletagem de material específico, demonstrando que a previdência não é deficitária, no Congresso Nacional e manutenção das campanhas de mídia. 
  • Luta pela revogação da Reforma Trabalhista. Ficou definido que a ADUFRGS-Sindical irá participar da mobilização em 10/11 – Atos na Justiça do Trabalho e na Esquina Democrática. 
  • Rejeição ao PLS 116/2017 que propõe demitir servidores por “insuficiência de desempenho”. As ações da ADUFRGS sobre isso são: Carta aos parlamentares, em especial ao Senador Lasier Martins (PSD/RS) com a rejeição ao projeto e exigência de sua rejeição pelo Congresso, divulgação ampla do artigo do Presidente Paulo Mors na ZH de 28-29/outubro/2017, campanha de mídia contra o PLS e em defesa do serviço público. 
  • Luta contra o desmonte da Educação e da Ciência, contra o contingenciamento de recursos para as IFEs. 
  • Campanha pela Revogação da Emenda Constitucional 95/2016 que congela os investimentos públicos por 20 anos. 
  • Rejeição ao Decreto nº 9188/2017, que regra o desenvolvimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais e demais projetos que ameaçam a soberania nacional e levam à entrega do patrimônio público brasileiro. 
Fonte: ADUFRGS-Sindical
Fotos: ADUFRGS-Sindical

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Mês da Consciência Negra 20 de novembro pra que...



O feriado do Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro, está mantido. Em decisão nesta quinta-feira, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF)eterminou a extinção da ação direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Confederação Nacional do Comércio. A CNC questionou a validade constitucional da Lei 4.007/2002, do Estado do Rio de Janeiro, que instituiu o feriado em homenagem a Zumbi, último dos líderes do Quilombo dos Palmares, o maior dos quilombos do período colonial. Em sua decisão, o ministro afirmou: “Ausente a legitimidade ativa da requerente, julgo extinto o processo, sem resolução de mérito, com base no art. 21, IX, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal e no artigo 485, VI, do Código de Processo Civil de 2015”.



Em seu despacho, o ministro explicou que a ação direta de inconstitucionalidade não reuniu as condições processuais indispensáveis ao seu reconhecimento, “pois a CNC carece de legitimidade ativa para contestar a Lei estadual que estabeleceu o feriado de Zumbi no Rio de Janeiro”.Entre os argumentos de defesa da inconstitucionalidade da Lei, a CNC afirmava, de acordo com o relato do ministro Alexandre Moraes, ter a “existência de pertinência temática, pois, ao criar um feriado de natureza civil, a norma estadual teria interferido nas relações trabalhistas entre empregados e empregadores do comércio, e não poderia o comércio abrir exceto com prévia permissão da autoridade competente e mediante pagamento de dobra salarial, sob pena de autuação administrativa”.

Lembrando que embora a Constituição de 1988 tenha alterado uma tradição do Direito Constitucional ampliando a legitimidade para propositura da Ação Direta de Inconstitucionalidade, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que “para alguns dos legitimados do art. 103 da Constituição Federal, porém, esta Corte exige a presença da chamada pertinência temática, definida como o requisito objetivo da relação de pertinência entre a defesa do interesse específico do legitimado e o objeto da própria ação”.

 O Dia da Consciência Negra no Brasil é comemorado, sempre em 20 de novembro, (neste ano o dia cairá em uma segunda-feira) data da morte de Zumbi dos Palmares um escravo que foi líder do Quilombo dos Palmares e simbolizou a luta do negro contra a escravidão que sofriam os brasileiros de raça negra. Zumbi morreu enquanto defendia a sua comunidade e lutava pelos direitos do seu povo.

A data foi incluída em 2003 no calendário escolar nacional. Contudo, somente a Lei 12.519


de 2011 instituiu oficialmente o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.
A data virou feriado no Brasil, embora não seja adotado em todos os locais – é feriado em 1.047 municípios brasileiros, pois foi sendo construído gradativamente pelas entidades do movimento negro.

Vida de Zumbi
A cronologia da morte de Zumbi dos Palmares começa mesmo antes de seu nascimento. Em 1600, escravos negros foragidos dos engenhos de açúcar de Pernambuco fundam, na Serra da Barriga (CE), o Quilombo dos Palmares – 30 mil passam a morar na região.

Em 1644, após 14 anos de presença no nordeste brasileiro, os holandeses falham na invasão ao Quilombo. Em 1654, eles são expulsos pelos portugueses do nordeste. Zumbi nasceu em 1655, em um dos acampamentos no Quilombo. Ainda jovem, ele foi aprisionado em 1662 e dado ao padre Antonio Melo que o batizou como Francisco. Ele ensinou ao jovem latim e português e, por sua vez, passou a ajudar o sacerdote em suas missas.

Durante 14 anos, entre 1680 e 1694, Zumbi liderou a República dos Palmares retaliando e afastando os ataques das tropas portuguesas. Porém, em 1694, com apoio da artilharia, os portugueses derrotaram Zumbi e destruíram a República dos Palmares.

Ferido e derrotado na Cerca do Macaco – principal mulambo dos Palmares – Zumbi ainda consegue fugir dos militares portugueses comandados por Domingos Jorge Velho e Vieira de Mello.O líder negro ainda conseguiu viver durante um ano, até ser denunciado por um antigo companheiro. Zumbi foi localizado pelos portugueses, preso e degolado em 20 de novembro de 1695. "Zumbi lutou até a morte contra a escravidão, que só viria em 1888, com a abolição oficial da escravatura no Brasil, cerca de 193 anos após sua morte".

Confira se a data é feriado em cada estado:

Acre: no Acre, o 20 de novembro não é feriado oficial em nenhum município.

Alagoas: de acordo com a Lei Estadual n° 5.724 de 1995, todos os municípios do estado de Alagoas têm feriado no Dia da Consciência Negra.

Amazonas: desde 2010, por força de uma lei estadual, o dia 20 de novembro passou a ser considerado feriado em todos os municípios do Amazonas. A capital Manaus também tem uma lei municipal que decreta 20 de novembro feriado do Dia da Consciência Negra.

Amapá: a Lei Estadual Nº 1169, de 2007, garantiu feriado oficial em 20 de novembro em todas as cidades do estado do Amapá.

Bahia: apenas dois municípios baianos têm o Dia da Consciência Negra no calendário oficial de comemorações: Alagoinhas e Serrinha. Em todos eles, o feriado foi determinado por lei municipal.

Ceará: no estado do Ceará, o Dia da Consciência Negra não é feriado em nenhum município.

Distrito Federal: O DF não tem feriado para comemorar o Dia da Consciência Negra.

Espírito Santo: as cidades de Cariacica e Guarapari têm feriado oficial no dia 20 de novembro, por determinação de leis municipais.

Goiás: quatro cidades goianas celebram oficialmente o Dia da Consciência Negra em 20 de novembro: a capital Goiânia, Aparecida de Goiânia, Flores de Goiás e Santa Rita do Araguaia.

Maranhão: apenas o município de Pedreiras terá feriado no dia 20 de novembro, garantido por uma lei municipal de 2008.

Minas Gerais: 11 cidades mineiras têm feriado do Dia da Consciência Negra em 20 de novembro: Além de Paraiba, Belo Horizonte, Betim, Guarani, Ibiá, Jacutinga, Juiz De Fora, Montes Claros, Santos Dumont, Sapucai-Mirim e Uberaba.

Mato Grosso do Sul: só a cidade de Corumbá tem feriado oficial em 20 de novembro, por força de lei municipal de 2008.

Mato Grosso: uma lei de 2002 determina feriado do Dia da Consciência Negra em 20 de novembro em todos os municípios do estado.

Paraíba: o 20 de novembro é oficialmente feriado apenas na capital, João Pessoa.

Pará: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Paraná: só a cidade de Guarapuava tem feriado oficial no 20 de novembro. O feriado foi determinado por lei municipal de 2009.

Pernambuco: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.
Piauí: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Rio de Janeiro: lei estadual de 2002 garante o feriado do Dia da Consciência Negra em todos os municípios cariocas.

Rio Grande do Norte: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Rio Grande do Sul: desde 1987, uma lei estadual determina que o 20 de novembro é feriado em todos os municípios gaúchos.

Rondônia: não é feriado, em 20 de novembro, em nenhuma cidade do estado.

Roraima: em nenhuma cidade do estado será feriado no dia 20 de novembro.

Santa Catarina: Florianópolis.


São Paulo: não há uma lei estadual que detemine o feriado de 20 de novembro no estado. Entretato, a data está no calendário oficial de 101 cidades por leis municipais, incluindo a capital São Paulo. São eles: Aguaí, Águas da Prata, Águas de São Pedro, Altinópolis, Americana, Américo Brasiliense, Amparo, Aparecida, Araçatuba, Aracoiaba da Serra, Araraquara, Araras, Atibaia, Bananal, Barretos, Barueri, Bofete, Borborema, Buritama, Cabreúva, Cajeira, Cajobi, Campinas, Campos do Jordão, Canas, Capivari, Caraguatatuba, Carapicuíba, Charqueada, Chavantes, Cordeirópolis, Cruz das Almas, Diadema, Embu, Embu das Artes, Estância De Atibaia, Florida Paulista, Franca, Franco Da Rocha, Francisco Morato, Franco da Rocha, Getulina, Guaíra, Guarujá, Guarulhos, Hortolândia, Ilhabela, Itanhaém, Itapecerica da Serra, Itapeva, Itapevi, Itararé, Itatiba, Itu, Ituverava, Jaguariúna, Jambeiro, Jandira, Jarinu, Jaú, Jundiaí, Juquitiba, Lajes, Leme, Limeira, Mauá, Mococa, Olímpia, Paraíso, Paulo de Faria, Pedreira, Pedro de Toledo, Pereira Barreto, Peruíbe, Piracicaba, Pirapora do Bom Jesus, Porto Feliz, Ribeirão Pires, Ribeirão Preto, Rincão, Rio Claro, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Salto, Santa Albertina, Santa Isabel, Santa Rosa de Viterbo, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São João da Boa Vista, São Manuel, São 


Sergipe: não é feriado em nenhuma cidade do estado.

Tocantins: só o município de Porto Nacional tem, por lei municipal, feriado no 20 de novembro.


O Dia da Consciência Negra no Brasil é comemorado, sempre em 20 de novembro, (neste ano o dia cairá em uma segunda-feira) data da morte de Zumbi dos Palmares um escravo 
que foi líder do Quilombo dos Palmares e simbolizou a luta do negro contra a escravidão que sofriam os brasileiros de raça negra. Zumbi morreu enquanto defendia a sua comunidade e lutava pelos direitos do seu povo.

O Rio de Janeiro teve o maior porto negreiro do país, que era o Cais do Valongo, aqui estão as principais manifestações culturais e o Rio de Janeiro foi o Estado onde a escravidão teve sua maior expressão, principalmente devido à lavoura do café. O Rio de Janeiro já teve o desonroso titulo de a "Capital da Escravidão" Hoje, 129 anos após a assinatura da Princesa Isabel, vivemos em um mundo onde diz-se que os direitos humanos são respeitados. O Brasil, país onde encontra-se negros de Norte a Sul, sofre, ainda, com o preconceito racial. Devido a isso que o Dia da Consciência Negra foi criado: desmistificar a ideia retrógrada que permanece, na cabeça de muitos, que é a raça que importa no convívio social.

REBELE-SE CONTRA O RACISMO!

Claudia Vitalino.
Fonte: Portal Brasil