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terça-feira, 12 de março de 2013

FINANCIAMENTO PÚBLICO DE CAMPANHA É ALICERCE PARA A REFORMA POLÍTICA


Especialistas discutiram o tema durante o 61º CONEG da UNE
As campanhas políticas no Brasil são abertas a receber doações do setor privado, tanto de pessoas físicas como jurídicas. No entanto, tal sistema acaba por privilegiar políticos ligados a grandes empresas fazendo com que o processo eleitoral seja exclusivamente decidido pelo poder econômico. Na prática, as eleições ficam nas mãos de quem tem mais dinheiro para financiá-las.
Por isso, surge cada vez mais a necessidade de se debater a reforma política no Brasil. O 61º CONEG, promoveu na tarde do último sábado (9/03), em São Paulo, um importante debate acerca do tema com a presença de especialistas no assunto.
Entre os convidados estavam o integrante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Luciano Santos, o representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Hugo Albuquerque, e o presidente da União Nacional dos Estudantes, Daniel Iliescu.
Segundo Luciano, o modelo de financiamento atual é de interesse puramente econômico. ”A cada real investido por uma empresa em determinada eleição, ela recebe de volta oito reais, em contratos ou licitações. Fica evidente que elas estão aí apenas para defender os seus interesses em detrimento aos interesses do povo”, falou.
O suposto poderio de grandes empresários sobre legislativos e executivos foi apontado como o principal problema do modelo vigente.
”O financiamento privado de campanhas determina limites para o avanço da luta democrática no país. Implantar um modelo que utilize apenas dinheiro público é o modo de romper com esses limites”, pontuou Iliescu.
A reforma política e as formas de viabilizar as campanhas são, atualmente, um dos temas mais importantes para o país. A UNE tem sua opinião. Defende, oficialmente, o financiamento exclusivamente público. Para a entidade, a aprovação dessa medida tornaria o processo eleitoral mais transparente. Antes do pleito, todos seriam informados de quanto cada partido poderia gastar e que parte caberia a cada eleição.
”O financiamento privado é desigual. Nele o candidato não vale por suas ideias ou caráter mas pela capacidade de arrecadar dinheiro. Através do financiamento público haveria uma forma transparente de fiscalização”, afirmou Luciano.
Para Iliescu, esse é um debate que não pode ser mais adiado. ”A matriz da corrupção nas eleições está no financiamento privado. O modelo exclusivamente público significa, portanto, a ampliação do debate democrático e o fortalecimento do país no que tange ao desenvolvimento social”, explicou.
Renata Bars - UNE

domingo, 10 de março de 2013

COORDENAÇÃO EM DEFESA DOS CAMPUS DA UERN E UFRN REUNIU-SE E APROVAM AÇÕES


 Coordenação em reunida em pleno domingo, mas por uma GRANDE CAUDA: CAMPUS JÁ!
 Decisões tomadas com cautelas e com responsabilidades 
Hoje pela manhã na Escola Estadual ROSA PIGNATRO, a Coordenação em Defesa dos Campus da UERN e UFRN reuniu-se para encaminhar as AÇÕES que serão encaminhadas inicio desta semana.

Eduardo Vasconcelos, que coordenou a reunião fez alguns esclarecimentos a respeito dos objetivos da comissão e repudiou a atitude de uma determinada educadora que de uma irresponsável tentou descaracterizar a mobilização que está sendo feita pela comissão em prol dos Campus da UERN e UFRN, falando inverdades, confundindo alguns estudantes, com um único objetivo o de DESMOBILIZAR ações da comissão que pelo um DIREITO SAGRADO o do direito a EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.  Essa educador deveria honra o seu diploma e exercer o seu verdadeiro papel para o qual foi formado, ou seja o de EDUCAR e não o DESEDUCAR !  Continuaremo na LUTA ! A esse educador temos é vergonha de deparamos ainda com esse tipo de gente, discurso usado na época da ditadura militar.

Após esses esclarecimentos foram aprovados as seguintes medidas:
- Elaboração de documento que será entregues aos candidatos a reitores da UERN. Que são: PEDRO FERNANDES RIBEIRO NETO, GILTON SAMPAIO DE SOUZA E ANA LÚCIA DANTAS, documento esse onde os mesmo se comprometem caso eleito dar continuidade a LUTA PELO CAMPUS!

- Estrutura para a 9ª Reunião da Comissão, que ocorrerá dia 17 de março, ás 9 horas na Comunidade do Juriti, onde na ocasião participarão da Posse da Diretoria da Associação Cultural e Desportiva da Comunidade do juriti-ACDCJ-Nova Cruz/RN.

- Estrutura do V CURSO DE FORMAÇÃO DE POLÍTICAS CULTURAIS E EDUCACIONAIS, que iria acontecer neste final de semana (9 e 10) em Baía Formosa, adiado por falta de estrutura, ficando para os dias 6 e 7 de abril na Escola Municipal JOÃO ANACLETO FILHO - BAÍA FORMOSA/RN.

- Encaminhar os nomes de THAYSA BARBOSA DE FARIAS, NAILMA DE SOUZA SILVA  e ALDO HENRIQUE DOS SANTOS PEREIRA para serem apreciados em reunião da AMES-NOVA CRUZ/RN em virtude do falecimento do seu presidente, Fernando Luiz de Souza e os afastamentos dos diretores Mayara Lima e Jansse.

- Marcada uma outra reunião para o dia 16, ás 10 horas no Estadual.

Todos estão em alerta inicio desta semana visando audiências que poderão surgir.

sábado, 9 de março de 2013

MEIA ENTRADA:CCJ do Senado aprova Estatuto da Juventude


CCJ aprova Estatuto da Juventude depois de polêmica sobre confecção de carteira estudantil


Passadas três horas de discussão e muita polêmica em torno da emissão da identidade estudantil, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (15), parecer do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) ao projeto do Estatuto da Juventude (PLC 98/2011). Além de emendas próprias, Randolfe decidiu incorporar ao texto proveniente da Câmara sugestões dos senadores Aloysio Nunes (PSDB-SP), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Alvaro Dias (PSDB-PR), Demóstenes Torres (DEM-GO) e Pedro Taques (PDT-MT). A matéria segue, agora, para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
Um apelo do presidente da CCJ, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), convenceu Demóstenes a desistir dos destaques para votação em separado em quatro pontos: faixa etária de cobertura doestatuto; meia-entrada em espetáculos financiados com recursos privados; desconto em passagens de transporte interestadual; e confecção da carteira de estudante. Após abrir mão de apresentar voto em separado à matéria, o senador por Goiás decidiu voltar a discutir esses temas na CAS e nas comissões de Educação, Cultura e Esporte (CE) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), que também vão examinar o PLC 98/2011.
Idade e meia-entrada 
Embora tenha elogiado as contribuições dos senadores, Randolfe não abriu mão de manter como beneficiários do estatuto as pessoas de 15 a 29 anos. Segundo justificou, sua posição segue recomendação da Convenção Iberoamericana de Juventude. Demóstenes defendia a redução dafaixa para 18 a 21 anos.
Em relação à meia-entrada para estudantes em espetáculos culturais, de lazer e esportivos, Randolfe também não reviu sua proposta de limitar o benefício a 50% da capacidade do espaço em eventos financiados pelo Programa Nacional de Cultura e a 40% da lotação nos bancados com recursos privados. Demóstenes reivindicou a restrição da venda desses ingressos promocionais às apresentações patrocinadas ou subsidiadas exclusivamente pelo poder público, por entender que a classe artística não pode arcar com esse ônus financeiro.
Apesar de Demóstenes ter apoiado a decisão de Randolfe de excluir do texto o desconto generalizado de 50% nas passagens de transportes intermunicipais e interestaduais, ele divergiuda decisão do relator de reservar - apenas no transporte coletivo interestadual - duas vagas gratuitas por veículo para jovens com renda igual ou inferior a dois salários mínimos. Ocupados esses assentos, ainda haveria mais duas vagas por veículo com desconto mínimo de 50% para estudantes nessas mesmas condições.
Exclusividade
O debate mais acirrado ocorreu quando Demóstenes, Pedro Taques e Alvaro Dias questionaram a exclusividade dada para a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes), bem como a entidades estudantis estaduais e municipais a elas filiadas, confeccionarem as carteiras de estudante.
A princípio, o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) propôs uma saída para afastar uma eventual inconstitucionalidade do projeto ao se estabelecer essa limitação: suprimir o termo "exclusivamente" do dispositivo.
De início, a proposta foi acatada pelo relator. No entanto, a medida não deixou satisfeitos os três senadores que levantaram a crítica. Em sua avaliação, só a substituição do termo "exclusivamente" por "preferencialmente" livraria o estatuto de inconstitucionalidade. Demóstenes considerou ainda uma afronta à Constituição o projeto listar entidades encarregadasda emissão da carteira estudantil, mesmo admitindo-se que outras também possam fazê-lo.
- Vamos dirigir uma lei para beneficiar determinadas pessoas jurídicas, que são respeitáveis, mas isso é inconstitucional - argumentou Demóstenes.
O consenso foi possível quando Randolfe concordou em ajustar o texto. Ao fazer isso, acabou acatando parcialmente emenda de Alvaro Dias que também garantia a gratuidade da carteira para estudantes comprovadamente carentes. Essa emenda resgatava ainda o espírito daMedidaProvisória 2.208/01, que acabou com a exclusividade de algumas entidades na expedição daidentificação estudantil.
Para ver a íntegra do que foi discutido na comissão, clique aqui.
Agência Senado(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

8ª REUNIÃO EM PROL DOS CAMPUS DA UERN E UFRN SUPERA TODAS AS EXPECTATIVAS


8ª Reunião a maior de todas, ganhando corpo e alma
 Todos atentos aos informes
 Reunião de hoje bateu todos os recordes de outras realizadas


 Comissão aprovando estratégias de luta

 Membros da COMISSÃO NA GARRA E NA LUTA
A 8ª Reunião da Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN realizada hoje pela manhã na Escola Estadual Rosa Pignataro - NOVA CRUZ/RN serviu para esclarecimentos, estratégias de luta e ganhar novos simpatizantes e voluntários.  Foi a maior reunião já realizado, inclusive com um aumento significativo por parte de alunos da própria UERN.  Eduardo informou que manteve contato com o reitor da UERN, MILTON MARQUES DE MEDEIROS e o mesmo informou que inicio da semana marcará o melhor dia para se reunir com a comissão e com preferência aqui em Nova Cruz.  Eduardo seguiu informando que também por telefone os três candidatos a reitor da UERN, professores PEDRO FERNANDES RIBEIRO NETO, GILTON SAMPAIO DE SOUZA e a professora, ANA LÚCIA DANTAS se comprometeram a ASSINAR o referido documento se comprometendo casa ganha endossar e apoiar a luta pela transformação do núcleo da UERN em CAMPUS.

Após os esclarecimentos e tiradas de dúvidas foi aprovada propostas para sere encaminhadas essa semana que se inicia, entre elas destacamos a ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS que serão entregues aos três candidatos a reitor da UERN se comprometendo com a luta da UERN caso sejam eleitos. Outra proposta aprovada foi para que a comissão ficasse em alerta nas possíveis audiências com o Reitor, Milton Marques, Reitora da UFRN, Ângela Paiva e o prefeito de Nova Cruz, CID ARRUDA.  Foi aprovado um encontro para os dias 06 e 07 de abril em Baía Formosa, já que o V Curso de Políticas Culturais e Educacionais que iria ser realizado hoje em Baía Formosa foi adiado em virtude da dificuldade estrutural do evento, ficando justamente para os dias 06 e 07 de abril, onde a comissão irá participar.

O referido documento será elaborado que será entregue aos candidatos a reitor da UERN será elaborado amanhã, ás 10 horas no estadual (Rosa Pignataro) e foi escolhido o Coordenador Geral da Comissão, Eduardo Vasconcelos, as recém nomeadas Secretárias Adjuntas, Vivian Serafim Felipe, Nailma de Souza Silva, Thayasa Barbosa Farias e Jacilene M. da Silva.  A comissão irá participar da posse da Associação Cultural e Desportiva da  Comunidade do Juriti-ACDCJ, que ocorrerá dia 17, ás 9 horas, onde também ocorrerá a 9ª Reunião da Comissão.  Foi aprovado a nomeação do estudante da UERN, Curso de Ciência da Computação, Joalisson de Lima Gomes, como Coordenador Adjunto.

Após a reunião todos posaram para as fotos, mas antes disso todos se comprometeram a continuarem na luta e fortalecimento da comissão na busca de sonhos.

sexta-feira, 8 de março de 2013

AMANHÃ, 9 8ª REUNIÃO EM DEFESA DOS CAMPUS DA UERN E UFRN


Amanhã a Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN se reúne pela 8ª vez, dessa vez mais forte do que nunca, principalmente depois das últimas adesões conseguidas nos últimos dias.  O apoio dos Deputados Ricardo Motta e Márcia Maia.

Amanhã haverá encaminhamentos decisivos para mais um passo decisivo na busca da concretização dos sonhos, ou seja os CAMPUS DA UERN E UFRN!

A reunião será amanhã (sábado), dia 09 , ás 9 horas na Escola Estadual ROSA PIGNATARO - NOVA CRUZ/RN.  Essa reunião promete.  Vamos aguardar!

8 DE MARÇO, DIA INTERNACIONAL DA MULHER!


quinta-feira, 7 de março de 2013

JORNADA NACIONAL DE LUTAS (MAR/2013): OS SONHOS DA JUVENTUDE GANHARÃO AS RUAS


Na tarde do último dia 23/02, no Sindicato dos Químicos em São Paulo, 67 milhões foi um número central, o foco de um importante encontro para debater o futuro do Brasil, seus avanços e transformações sociais.
Sessenta e sete milhões é, atualmente, a totalidade de jovens no Brasil, 2/3 da população economicamente ativa, uma parcela decisiva dos brasileiros que será responsável pelos rumos da nação nas próximas décadas. A juventude brasileira esteve representada no encontro, um ato preparatório para a Jornada de Lutas unificada, que será realizada em março e abril, por diversos movimentos.
Mais de duzentas pessoas, jovens vindos de movimentos ligados à educação, juventude, cultura, esporte, trabalho, gênero, questão racial, transporte e direito à terra no Brasil compareceram à reunião. Esse é um momento inédito pois, pela primeira vez, haverá uma coalização de forças juvenis paraconsolidar as principais bandeiras e reivindicações dos jovens brasileiros.
Para entender a atual situação brasileira no cenário econômico, social, político e cultural e, dessa maneira, tentar sincronizar os desafios da juventude nesses diferentes setores, houve uma grande análise de conjuntura. Participaram da discussão Felipe Altenfelder, do coletivo Fora do Eixo; Alfredo Júnior, da Juventude CUT; Raul Amorim, do MST; Manuela Braga, presidente da UBES; Daniel Iliescu, presidente da UNE;  Carla Bueno, do movimento Levante Popular da Juventude; e Maria Júlia, da Marcha Mundial das Mulheres.
Houve consonância de que é preciso uma verdadeira mudança nas questões que tangem a juventude e, para isso, é preciso que os movimentos se unifiquem e saiam às ruas reivindicando melhorias estruturais. A conversa foi bastante ampla pois cada debatedor conseguiu expor as dificuldades da área específica da qual representa.
Alfredo Santos Jr, da Juventude da CUT, fez uma grande análise a respeito da conjuntura política atual. “Nós não conseguimos, na correlação de forças da sociedade, nos apropriar dos avanços do governo”, pontuou.
Felipe Altenfelder, do Fora do Eixo, falou de um outro ponto pouco explorado nos movimentos sociais: a importância da construção de narrativas através das tecnologias digitais amplamente acessíveis. “Desse jeito, é possível fazer uma importante disputa simbólica. Temos que nos apropriar de todos os meios”, analisou.
Já Maria Júlia, da Marcha Mundial das Mulheres, trouxe a questão do machismo como um fator importantíssimo a ser considerado na luta de hoje. “Nossa batalha deve sempre conter uma perspectiva feminista”, acrescentou.

MOBILIZAÇÕES PARA MARÇO
A parte da tarde foi dedicada aos estados que estão organizando suas respectivas Jornadas de Lutas. Foram planejadas, de forma bastante aprofundada, as manifestações em cada canto do Brasil. Todas as informações a respeito das Jornadas de Lutas estaduais serão divulgadas mais para frente através do site oficial do movimento.
CARTA APROVADA
Ao fim do encontro, uma carta com a participação de todos os movimentos presentes foi aclamada publicamente. Ela é a tônica para as próximas batalhas que serão travadas.
Leia a íntegra:

Unir a Juventude Brasileira: “Se o presente é de luta, o futuro nos pertence”! Che Guevara

As entidades estudantis, as juventudes do movimento social, dos trabalhadores/as, da cidade, do campo, as feministas, as juventudes partidárias, religiosas, LGBT, dos coletivos de cultura e das periferias se unem por um ideal: avançar nas mudanças e conquistar mais direitos para juventude.
É preciso denunciar o extermínio da juventude negra e das periferias a quem o estado só se apresenta através da violência. O mesmo abandono se dá no campo, que alimenta a cidade e segue órfão da Reforma Agrária e dos investimentos necessários à permanência da juventude no campo, de onde é expulsa devido à concentração de terras, à ausência de políticas de convívio com o semiárido. Já na cidade, a juventude encontra a poluição, a precarização no trabalho, a ausência do direito de organização sindical, os mais baixos salários e o desemprego, fatores ainda mais graves no que diz respeito às jovens trabalhadoras.
Essa é a dura realidade da maioria da População Economicamente Ativa no país, e não as mentiras da imprensa oligopolizada, que foi parceira da ideologia do milagre brasileiro e cúmplice da ditadura, ao encobrir torturas e assassinatos e sendo beneficiária da monopolização ainda vigente. É coerente que ela se oponha à verdade e à justiça, que se cale ante as torturas e ao extermínio dos pobres e negros dos dias de hoje, que busque confundir e dopar a juventude, envenenando a política, vendendo-nos inutilidades, reproduzindo os valores da violência, da homofobia, do machismo e da intolerância religiosa. mas eles não falam mais sozinhos: estamos aqui pra fazer barulho.
Queremos cidades mais humanas em vez de racismo, violência e intolerância. Queremos as garantias de um estado laico, democrático, inclusivo, que respeite os Direitos Humanos fundamentais, inclusive aos nossos corpos, à liberdade de orientação sexual e à identidade de gênero, num ambiente de liberdade religiosa.
Queremos reformas estruturais que garantam um projeto de desenvolvimento social e que abram caminhos ao socialismo. Lutamos por um desenvolvimento sustentável, solidário, que rompa com os valores do patriarcado, que assegure o direito universal à educação, ao trabalho decente, à liberdade de organização sindical, à terra para quem nela trabalha e o direito à verdade e à justiça para nossos heróis mortos e desaparecidos.
Para enfrentar a crise é preciso incorporar a juventude ao desenvolvimento do país. Incluir o bônus demográfico atual exige uma política econômica soberana que valorize o trabalho, a produção, o investimento e as políticas sociais, e não a especulação. Esse é o melhor cenário para tornar realidade os direitos que queremos aprovados no estatuto da juventude.
Iniciamos aqui uma caminhada de unidade e luta por reformas estruturais que enterrem o neoliberalismo e resguardem a nossa democracia dos retrocessos que pretendem impor os monopólios da mídia, ou golpes institucionais como os que ocorreram no Paraguai e em Honduras.
Desde essa histórica Plenária Nacional, unidos e cheios de esperança, convocamos a juventude a tomar em suas mãos o futuro dos avanços no Brasil, na luta pelas seguintes bandeiras consensualmente construídas:
1. Educação: financiamento público da educação
1.1. 10% PIB para Educação Pública
1.2. 100% dos royalties e 50% do fundo social do Pré-sal para Educação Pública
1.3 2% do PIB para Ciência, Tecnologia e Inovação
1.4 Por uma política permanente de valorização das bolsas de pesquisa
1.5 Democratização do acesso e da permanência na universidade
1.6 Pela expansão e a qualidade da educação do campo
1.7 Cotas raciais e sociais nas universidades estaduais
1.8 Curricularização da extensão universitária
1.9 Regulação e ampliação da qualidade, em especial, do setor privado

2. Trabalho – trabalho decente
2.1 Redução da jornada de trabalho sem redução de salário! 40 horas já!
2.2 Condições dignas de trabalho decente
2.3 Políticas que visem a conciliação entre trabalho, estudos e trabalho doméstico
2.4 Direito de organização sindical no local de trabalho
2.5 Contra a precarização promovida pela terceirização
2.6 Pela igualdade entre homens e mulheres no trabalho e entre negros/as e não negros/as

3. Por avanços na democracia brasileira – Reforma Política
3.1 Pela Reforma política
3.2 Combate às desigualdades sociais e regionais
3.3 Contra a judicialização da politica e a criminalização dos movimentos sociais
3.4 Pela auditoria da Divida Publica
3.5 Contra o avanço do capital estrangeiro na aquisição de terras e na Educação
3.6 Reforma agrária
3.7 Aprovação do Estatuto da Juventude

4. Diretos sociais e humanos: Chega de violência contra a juventude
4.1 Contra o extermínio da juventude negra
4.2 Contra a redução da maioridade penal
4.3 Garantia do direito à Memória, à Verdade e à Justiça e pela punição dos crimes da Ditadura
4.4 Garantia dos direitos sexuais e reprodutivos, como à autonomia sobre o próprio corpo e o
combate à sua mercantilização, em especial das jovens mulheres
4.5 Pelo fim da violência contra as mulheres
4.6 Pela mobilidade urbana e o direito à cidade
4.7 Pelo direito da juventude à moradia
4.8 Desmilitarização da policia
4.9 Respeito à diversidade sexual, aos nomes sociais e criminalização da homofobia
4.10Apoio à luta indígena e quilombola e das comunidades tradicionais
4.11Contra a internação compulsória e pelo tratamento da dependência química através de uma política de redução de danos
4.12Pelo direito ao lazer à cultura e ao esporte, inclusive com a promoção de esportes radicais
5. Democratização da comunicação de massas
5.1. Universalização da internet de banda larga no campo e na cidade
5.2 Políticas públicas para grupos e redes de cultura
5.3 Apoio público para os meios de comunicação da imprensa alternativa
5.4. Apoio ao movimento de software livre

Assinam este documento: ABGLT, ANPG; APEOESP; Associação Cultural B; Centro de Estudos Barão de Itararé; CONAM, CONEM, Consulta Popular; ECOSURFI; Enegrecer; FEAB; Federação Paulista de Skate; Fora do Eixo; Juventude da CTB; Juventude da CUT; Juventude do PSB; Juventude do PT; Juventude Pátria Livre; Levante Popular da Juventude; Marcha Mundial das Mulheres; MST; Nação Hip Hop Brasil; Pastoral da Juventude, PJMP, REJU; REJUMA; UBES; UBM, UJS; UNE; UPES, Via Campesina.
Fonte: UBES



NOTA DA UNE SOBRE A MORTE DO PRESIDENTE VENEZUELANO HUGO CHÁVEZ


Entidade espera que a juventude aprofunde o processo democrático e de transformação da sociedade da Venezuela
A UNE, UBES e ANPG se solidarizam com o povo venezuelano na despedida ao seu presidente da República, Hugo Chávez, que fazia tratamento contra um câncer e faleceu em decorrência de complicações nessa terça-feira, 5 de março.
Hugo Chávez sempre mostrou respeito e valorização à organização da juventude em todo o continente. A UNE se encontrou com o presidente venezuelano em algumas oportunidades, desde que ganhou a eleição em seu país, em 1998, e deu início a um processo de mudança política e integração da América Latina.
Chávez e os estudantes brasileiros tiveram um primeiro encontro em 2004, durante o 16º Festival Mundial da Juventude, realizado em Caracas. Neste mesmo ano, o presidente venezuelano visitou o Brasil e fez questão de participar de um debate promovido pela UNE na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
A UNE admira a coragem com que o Chávez enfrentou a questão da educação e da pobreza em seu país. Os “círculos bolivarianos”, as “Missões Robinson” e outros programas inclusivos revolucionaram a Venezuela que se tornou, em 2005, país livre do analfabetismo, reconhecido pela Unesco.
A relação da UNE com os estudantes venezuelanos e suas organizações é de total diálogo, colaboração e parceria. Em diversas ocasiões, jovens venezuelanos participaram de encontros organizados pelo movimento estudantil brasileiro, com trocas de experiências e conhecimento.
Nesse momento, a UNE, UBES e ANPG esperam que a juventude do país possa garantir avanços, evitar retrocessos e tentativas de golpe, fortalecendo e aprofundando o processo democrático e de transformação da sociedade venezuelana.
União Nacional dos Estudantes – UNE

União Brasileira dos Estudantes Secundaristas – UBES
Associação Nacional dos Pós-graduandos – ANPG
5 de março de 2013

MEDICINA UNINCOR: ESTUDANTES PROTESTAM CONTRA PRECARIEDADE DO CURSO


Universidade sofre com a falta de estrutura e má administração
Na manhã da última terça-feira (5/03), centenas de estudantes da Universidade Vale do Rio Verde (UNINCOR) saíram às ruas de Belo Horizonte para protestar contra a situação precária do curso de medicina oferecido pela instituição.
Com cartazes e faixas os manifestantes tomaram a Avenida Amazonas, localizada no centro da cidade, e exigiram a fiscalização e mais agilidade do Ministério da Educação (MEC) para a solução dos problemas existentes no curso há mais de três anos – falta de professores, bibliotecas e laboratórios e o não cumprimento da carga horária prevista.
Sob supervisão do Ministério da Educação (MEC) desde 2009, a Unincor passa atualmente por sérios problemas financeiros.
“A situação é crítica. É um reflexo da omissão do MEC na fiscalização e regulamentação do ensino superior privado como um todo’’, afirmou o presidente da UEE-MG, Rafael Leal.
Ao término do protesto, os estudantes seguiram para Assembléia Legislativa onde se reuniram com o presidente da comissão de saúde, Deputado Carlos Musconi, e com a vice-presidente da comissão de educação, Deputada Maria Tereza Lara.
“Queremos apenas que o MEC apresente uma solução para o caso o mais rápido possível” afirmou acadêmico de medicina da UNINCOR, Cleyton Chaves.
A pedido dos estudantes,  o requerimento de visita em conjunto à Unincor, com o objetivo de pressionar o MEC,  será votado hoje nas comissões de educação e saúde. 
Da Redação - UNE

5º ENCONTRO DAS MULHERES ESTUDANTES DA UNE


Diretoria de Mulheres organiza debate sobre melhorias para estudantes brasileiras
O 5º Encontro das Mulheres Estudantes da UNE (EME) será realizado de 29 a 31 de março na cidade de Camaçari, na Bahia. O EME surgiu em 2005, por iniciativa da diretoria de mulheres da UNE, com o objetivo de ser um espaço de organização e fortalecimento do debate feminista na entidade, contribuindo no combate ao machismo e todas as formas de opressão sofridas dentro das universidades e no movimento estudantil.
A diretora de Mulheres da UNE, Liliane Oliveira, afirma que “para as mulheres da UNE a universidade cumpre um papel central na transformação da sociedade e vamos reforçar com bastante unidade que para mudar a universidade: somos todas feministas!” Na entrevista abaixo ela explica os objetivos do Encontro e como ele contribuído para discutir pautas específicas e fazer avançar melhorias para as estudantes brasileiras.
QUAIS OS DESAFIOS DAS JOVENS UNIVERSITÁRIAS DE HOJE EM DIA?
As mulheres hoje ocupam metade do corpo discente da universidade, mas, os desafios ainda são muitos. Para isso temos que olhar por inteiro para a universidade.
A universidade expandiu, interiorizou, cursos noturnos foram abertos e mais mulheres jovens e trabalhadoras fazem parte desse universo. É necessário, portanto, que as mulheres façam verdadeiramente parte da universidade. Para isso temos que garantir nossa permanência na universidade. Para que a universidade seja verdadeiramente para as mulheres, três aspectos ainda saltam aos olhos: o primeiro é a necessidade de termos condições materiais para estudar. Temos que ter assistência estudantil específica para as mulheres. O segundo é produzir conhecimento que não reproduza os valores androcêntricos e patriarcais, e o terceiro, a participação das mulheres nos espaços de decisão da universidade.
Por um último, não podemos esquecer que o primeiro contato das estudantes com a universidade ainda é muito traumático. As recepções de calouros e trotes são humilhantes e fazem as estudantes carregarem cicatrizes ao longo de toda sua graduação. Essa “recepção” só reforça para as mulheres que a universidade ainda não é um espaço para elas.
COMO A UNIVERSIDADE PODE AJUDAR A AVANÇAR CONTRA O MACHISMO E A DESIGUALDADE NA SOCIEDADE?
A Universidade deve estar atenta à demanda de projetos e propostas integrados aos anseios populares, que promovem maior emancipação social. Não somente não reproduzir valores machistas e racistas, mas, também construir novos valores emancipadores. Para isso, a universidade tem desafios internos muito grandes a desconstruir. Temos que avançar na democratização da universidade incluindo na sua decisão as mulheres e ter sua produção, ensino, pesquisa e extensão voltadas para uma demanda da superação das desigualdades. A UNE aprovou recentemente, no CONEB, seu projeto de Reforma Universitária com foco na qualidade da educação. Reafirmamos neste projeto que a qualidade passa por construir valores de igualdade e uma educação não sexista.
QUAL VAI SER A PAUTA DE DISCUSSÃO DESSE 5º EME?
Chegamos ao 5º EME com uma bagagem de muitas mulheres de luta na UNE. Essas mulheres abriram muitas portas e apontaram muitos caminhos. É nossa tarefa dar continuidade e nos preparar para novos desafios. Queremos sair do EME com nossas campanhas periódicas: “pelo fim dos trotes machistas” e “pela criação de creches”, enraizadas e dar continuidade à campanha pela legalização do aborto iniciada na gestão de 2007 onde a Diretoria de Mulheres junto a então presidenta, Lúcia Stumpf, deu grande visibilidade ao tema.
Entendemos que o machismo estrutura e organiza nossa sociedade e apontamos a construção do feminismo para mudar essa realidade. Por isso, queremos protagonizar debates importantes na disputa de valores da juventude brasileira. Colocamos, também, na nossa agenda a luta pela democratização da mídia, contra a mídia sexista e por uma reforma política que inclua verdadeiramente as mulheres. Outro ponto importante é que o EME contará com o aprofundamento das lutas das mulheres contra o racismo e a luta contra a mercantilização do corpo e vida das mulheres.
Cristiane Tada.- UNE


terça-feira, 5 de março de 2013

PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO RN, RICARDO MOTTA ADERE A LUTA DA COMISSÃO NA DEFESA DOS CAMPUS DA UERN E UFRN


 Comissão reunida com os Deputados, Ricardo Motta e Márcia Maia
 Coordenador Geral da Comissão expondo a situação do Núcleo da UERN em Nova Cruz


 Presidente da Assembleia, Deputado RICARDO MOTTA assinando adesão a luta da COMISSÃO

 Foto Oficial: Comissão, Deputados RICARDO MOTTA E MÁRCIA MAIA
 Na chagada a Assembleia a comissão é recebida pela Deputada MÁRCIA MAIA
 Comissão aguardando ser atendidos pelo Presidente da Assembleia, Deputado RICARDO MOTTA

Foto Oficial:  Comissão Ganhando CORPO E ALMA

A Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN foi recebida hoje pelo Presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, onde foi entregue documento das mãos do Coordenador Geral da Comissão, EDUARDO VASCONCELOS retratando a situação do núcleo e por último solicitando apoio a luta para concretização dos campus da UERN e UFRN.  

A Deputada Márcia Maia presente a audiência reforçou a solicitação, inclusive informou ao presidente que esteve pessoalmente visitando o núcleo, vendo de perto a situação do mesmo e participou de uma grande reunião com a comissão, adiantou também que já deu entrada no último dia 26 de requerimento destinado ao Governo do Estado e a UERN solicitando a transformação do núcleo em campus.

O Presidente Ricardo Motta após ouvir atentamente o coordenador da comissão, Eduardo Vasconcelos, que mostrou 3 pontos importantes para a viabilidade do campus, como a sua construção por inteiro no terreno da UFRN, claro se houver doação por parte da UFRN, a reforma do CAIC para o campus ou a ampliação do núcleo onde funciona hoje, claro que tudo isso terá que ter emendas da Bancada Federal e Estadual.  Eduardo lembrou ao presidente que a Região Agreste é a única que não tem campus, nem da UERN e nem da UFRN, após ouvir isso o deputado bateu o martelo!  "Eu compro a briga, vamos lutar pelo campus!", finalizou o presidente, Deputado RICARDO MOTTA.

Quanto ao campus da UFRN o presidente manterá contatos com a Bancada Federal para sensibilizá-los para ainda este ano colocar emendas coletivas o individuais para os campus da UERN e UFRN, esse último o presidente Ricardo Motta e a deputada Márcia Maia se comprometeram a solicitar uma audiência com a Reitora Ângela Paiva para tratar do assunto do campus.

A deputada Márcia Maia após as eleições para reitor da UERN, marcada para dia 20 de março, pedirá ao Plenário da Assembleia uma Audiência Pública para tratar o assunto do Campus da UERN, deputados Ricardo Motta, Walter Alves, Getúlio Rêgo e José Adécio apoiam a luta.

Só lembrando.  Quem entrou com REQUERIMENTO na Assembleia Legislativa foi a Deputada MÁRCIA MAIA e nem mais nenhum deputado, como alguns bloguistas quis insinuar.

A luta segue, a comissão irá entregar em breve documento aos três candidatos a reitores da UERN

segunda-feira, 4 de março de 2013

Márcia Maia vai propor audiência pública por Campus da UERN na região Agreste



 Comissão em debate com a Deputada Márcia Maia
 Deputada Márcia Maia visitando a Biblioteca do Núcleo da UERN
A deputada estadual Márcia Maia participou neste final de semana de uma reunião com a Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN, na cidade de Nova Cruz, região Agreste do Rio Grande do Norte. Na última terça-feira (26), a parlamentar já havia apresentado no plenário da Assembleia Legislativa, um requerimento para a transformação do núcleo da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte instalado em Nova Cruz, em um Campus para toda a região Agreste. 

Cópias do documento foram encaminhadas ao Governo do Estado e ao reitor da UERN para que o pleito possa vir a ser 


atendido. A parlamentar do PSB se comprometeu ainda em promover uma audiência pública para discutir e aprofundar o tema junto aos órgãos responsáveis e à sociedade. “Ao apoiar a proposta, pretendemos garantir junto à população de toda a região Agreste, melhores condições para desenvolvimento das atividades pedagógicas, formação adequada e a produção científica, ou seja, queremos que a região tenha direito à Educação em nível superior de qualidade”, analisou.

Atualmente, pouco mais de 200 estudantes são beneficiados pela instituição que tem sofrido com a falta de estrutura e equipamentos para desenvolvimento das atividades. Já em relação à instituição federal, sequer existe um Campus na região Agreste. O curso de direito, inclusive, chegou a ser ameaçado pelo não reconhecimento pela OAB-RN devido à falta de condições para formação dos bacharéis em Direito.

Durante a visita, foi apresentada a deputada com mais detalhes a situação caótica pela qual passa a entidade de ensino superior. Presentes a reunião com a comissão em defesa do campus da UERN e UFRN em Nova Cruz. Após relatos de membros da comissão, estudantes e entidades de classe sobre a situação do núcleo, a comissão convidou a deputada para conhecer as dependências da UERN, passando pelo laboratório de Ciência da Computação, Biblioteca, salas de aulas, coordenações e banheiros.

“É um pleito justo e urgente desta comissão. Nosso mandato assume esta bandeira e vamos solicitar, em breve, uma Audiência Pública para aprofundar o debate junto ao Governo do Estado, ao reitor da instituição, além de conclamar os deputados estaduais e a Bancada Federal para alcançar o objetivo”, ponderou.

Participaram do encontro o coordenador do Núcleo da UERN/Nova Cruz, João Maria; presidente da Comissão em Defesa do Campus da UERN, Eduardo Vasconcelos, além de alunos, professores, comunidade, vereadores, representantes da Associação Municipal de Estudantes Secundaristas (AMES/Nova Cruz), Associação Norteriograndense de Estudantes (ANE) e do DCE/UERN.

Na próxima terça-feira (05), a comissão volta a Natal ao lado de Márcia Maia para participar, às 09h 30, no Legislativo, de uma reunião com o também deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Mota, para fortalecer ainda mais o apoio à transformação do núcleo na cidade de Nova Cruz.

Fonte: Site da Deputada Márcia Maia