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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

XI FEIRA DE CONHECIMENTOS DA ESCOLA MODELO CHEGA AO SEU FINAL COM 1000 VISITAS, ATINGINDO SUAS EXPECTATIVAS, FOI SHOW!

 Nossas criancinhas interpretando nossos primeiros habitantes... OS ÍNDIOS! Lindo!


 Várias exposições




 Jovens inteligentes dando show nas demostrações



 Equipes DEZ!

 Estudantes da E. E. Rosa Pignataro visitando a Feira




 Todas as exibições ficaram lindas


 Jovens e futuros talentos





 Adolescentes mandando ver... legal!



 Professores presentes ao lado de seus alunos

 Futuros cientistas...

 Eduardo participando de um momento mágico 

 Vários adolescentes visitaram a feira como vários adolescentes participaram para o sucesso da feira







 Exibições pré histórica

 Participantes reciclando... legal
 Participantes reciclando... legal, muito legal






Durante todo o dia de ontem (4) e o dia de hoje (5), a Escola MODELO promoveu sua XI Feira de Conhecimentos que traz como tema: O CONHECIMENTO LIBERTA E EMANCIPA.  Alunos/as do Ensino Infantil e o 5º ano mostraram no dia de ontem (4) suas criatividades e conhecimentos adqueridos no dia a dia da escola com os seus educação.  Foi muito legal e criativo.

No dia de hoje (5) foi a vez dos alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e e Médio (1ª a 3ª série), mostrarem também seus conhecimentos e criatividades "viajando" ao passados e suas descobertas através de grandes cientistas, filósofos, políticos, povos e animais, através de demostrações e apresentações de trabalhos feitos e pesquisados por eles.  Também foi muito legal.

De acordo com a coordenação até o presente momento a exposição já tinha sido visitada por aproximadamente 1.000 (mil) visitantes em sua maioria estudantes das escolas municipais e estaduais do município de Nova Cruz.

São eventos como esse que desperta a juventude para a cultura e conhecimentos gerais. Parabéns a Direção (Marizete Soares), professores, funcionários e é claro a todos os estudantes.

Atenção:  Deixaremos na Direção da Escola  MODELO um CD contendo todas as fotos tiradas na exposição/feira.


ESTUDANTES DA UNIFOR PROMOVEM SEMANA PELO RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO

Ações como abaixo-assinado e distribuição de refeição cobram urgência na construção do RU
A maioria dos estudantes da Universidade de Fortaleza – que tem quase 7 mil alunos – passa um verdadeiro perrengue quanto precisa passar o dia todo na universidade. O problema é que as opções para alimentação oferecidas nas lanchonetes do campus, além de ter um valor alto estão longe de serem opções saudáveis.
De acordo com a estudante Bel Vale, do Centro Acadêmico de Audiovisual e do DCE da Unifor, uma refeição por lá não sai por menos de R$17 reais. “Por isso a alternativa dos estudantes é buscar estabelecimentos fora da universidade e até mesmo em universidades vizinhas”, afirma.
Convivendo com este problema há tempos o DCE e os Centros Acadêmicos e coletivos estão organizando a Semana pelo Restaurante Universitário que vai colocar em pauta esse tema e cobrar da administração a realização do projeto que já foi aprovado para que siga para a execução.
“Acreditamos que o Restaurante Universitário é um elemento importante para garantir a permanência e a segurança dos alunos da Universidade de Fortaleza”, afirmou a vice UNE no Estado, Germana Amaral.
Ela lembra que há 20 anos não existia nem mesmo bebedouros na UNIFOR e o DCE, junto com a UNE, promoveram a manifestação do pote. “Colocaram um pote de barro, tipo aqueles de interior, com água para os alunos beberem, e assim conseguimos os bebedouros”, relembrou.
Feijoada, macarronada e piquenique
Na terça-feira (3) os estudantes venderam no Centro de Convivência da instituição mais de 200 pratinhos de feijoada ao valor simbólico de R$2 reais , em uma simulação de como seria se tivesse o RU .
Os estudantes também recolheram assinaturas para o abaixo-assinado que pede prioridade ao assunto. A expectativa dos universitários é chegar a 6 mil assinaturas.
Nesta quarta-feira (4) o cardápio é macarronada e está programado para às 19h.
Na quinta-feira (5) a partir das 8h da manhã acontece um grande piquenique na Reitoria, onde serão distribuídos gratuitamente um café da manhã para marcar a entrega das assinaturas recolhidas e os estudantes esperam ser recebidos pela administração da Unifor para discutir o problema.
Fonte: UNE

terça-feira, 3 de novembro de 2015

“A vida do Feminismo contra a morte das mulheres” – por Bruna Rocha

Diretora de Mulheres da UNE analisa o movimento chamado de #primaveradasmulheres; para ela, a capacidade de coesão política na ação e na narrativa dos grandes atos estão fazendo a diferença nesse momento de enfrentamento às ofensivas conservadoras. Leia abaixo o artigo de Bruna Rocha:
“Na avenida deixei lá
A pele preta e a minha paz
Na avenida deixei lá
A minha farra minha opinião
A minha casa minha solidão
Joguei do alto do terceiro andar”

Mulher do Fim do Mundo – Elza Soares
Por Bruna Rocha
A vivacidade do Feminismo ganhou as ruas do Brasil na última semana com músicas, gritos de ordem, irreverência e muita resistência: nossas vozes ecoaram, alimentaram e levantaram ao alto a chama de nossa revolução cotidiana: a luta pelo direito ao nosso próprio corpo, à nossa própria vida. Nos unimos em multidão para lembrar que não desistimos nem um só minuto do nosso direito de escolher, que permanecemos incendiárias dos sistemas que nos oprimem, que somos detentoras e multiplicadoras de valores e práticas libertárias.
Mobilizadas pelo mote nacional #MulheresContraCunha, nós, mulheres jovens, mulheres negras, estudantes, trabalhadoras, mulheres urbanas, mães, filhas, lésbicas, partidárias, anarquistas, artistas, com todas as cores, caras e coragem, unificamos nossas diversas narrativas para o enfrentamento do projeto de lei 5069, de autoria do reacionário e machista deputado Eduardo Cunha, e tudo que ele representa (tanto o PL quanto o autor) à nossas vidas.
Quando o PL surgiu e todo o terror sobre os retrocessos que propõe, sobretudo no que diz respeito à profilaxia de gravidez em casos de violência sexual (restringindo o uso da pílula do dia seguinte, burocratizando ainda mais o acesso aos equipamentos de saúde e criminalizando os e as trabalhadoras), não imaginávamos o impacto positivo que esta aberração política podia gerar: a retomada de fôlego do debate sobre legalização do aborto, combate à violência sexual e descriminalização das mulheres no Brasil.
Não que este debate tenha adormecido um só segundo. Todos os dias, mulheres resistem à situações de violência. Todos os dias, redes de solidariedade feminista se formam e trabalham para reduzir os danos dos abortos clandestinos e inseguros; todos os dias, a cultura do cuidado (imposta para nós, porém ressignificada por nós) faz com que limpemos o sangue de nossos estupros e curemos permanentemente nossas feridas no âmbito micro-político.
Além disso, os movimentos sociais de mulheres organizadas em diversas frentes também são protagonistas de uma luta que não é de agora, mas se segue ao longo dos anos. Há muito, acumulamos força e tensionamos as ofensivas do patriarcado racista e capitalista que organiza e ainda reduz nossos corpos e nossas vidas. A Frente Nacional pelo fim da Criminalização de Mulheres e pela Legalização do Aborto é exemplo de como essa luta é permanente e está inserida em uma teia de ações das mulheres que lutam pela emancipação no Brasil.
No entanto, não podemos deixar de nos encantar com o impulso revolucionário que tomou as ruas de grandes capitais do país nesta semana, levando milhares de mulheres a protestar contra o conservadorismo e em favor de um novo modelo de sociedade. De identificar o quanto estas novas linguagens, possibilidades de interação, de constituição de campo político, apontam novas condições materiais e simbólicas de disputa de projeto de país, a partir da perspectiva das mulheres.
A internet e seu potencial de articulação
Tudo começou com um evento no Facebook e terminou com milhares de mulheres nas ruas? Ou será que começou com milhares de mulheres na rua e terminou com milhares de compartilhamentos de fotos, vídeos e opiniões no Facebook? Nem um nem outro. Na minha opinião, esse processo tá longe de terminar e, como já dissemos não começou agora. Minha provocação, no entanto, é para o quão importante será a disputa articulada entre as ruas e as redes sociais na consolidação do Feminismo enquanto um pressuposto revolucionário e grande catalisador de mobilização social no Brasil e no mundo.
“O conservadorismo não irá nos calar” era para ser um evento digital, mas acabou canalizando a inquietude e revolta de milhares de mulheres no Rio de Janeiro. Em minutos, mais de mil confirmadas e muitas indagando na página do evento sobre qual ação aquilo desdobraria. Logo em seguida, outros estados começam a aderir a ideia e criar eventos virtuais chamando para ações de rua, com os motes #ForaCunha e #MulheresContraCunha.
Dois anos após as jornadas de junho, parece que um filme se repete. Mas só parece! Embora avaliemos que junho traz a tona um novo ciclo de mobilizações, articulações e metodologias políticas da juventude brasileira, e que o conjunto de pautas evidenciadas ali eram de teor progressista, o que se tem chamado de #PrimaveraDasMulheres têm importantes diferenças com relação às mobilizações de junho.
A primeira delas é o método: o movimento protagonizado por mulheres tem uma outra linguagem e uma outra abordagem. A solidariedade, organização e cuidado com que, enquanto grupo social, costumamos tratar das coisas, faz da #PrimaveraDasMulheres uma novíssima e revolucionária experiência de mobilização de massas.
Esta capacidade ganha destaque e vira principal cara pública de uma reação legítima dos setores populares e democráticos do país, às movimentações conservadoras e autoritárias de Eduardo Cunha à frente da Câmara de Deputados. Não está desconectada, no entanto, das 70 mil margaridas que marcharam em Brasília por um novo modelo de desenvolvimento, das milhares de negras que vão marchar em novembro pelo bem-viver e contra o racismo, das marchas do empoderamento crespo Brasil adentro, das milhares que construíram a Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres em todas as regiões do país.
Esta capacidade ainda tem tudo a ver com as pequenas gigantes revoluções diárias que cada mulher deste país constrói em seus territórios: as donas de casa, as donas da rua, as mães das periferias, as sacerdotisas, as camponesas, as nossas avós, as nossas irmãs, as nossas futuras netas.
A importante diferença da #PrimaveraDasMulheres de Junho é a capacidade de coesão política na ação e na narrativa que os grandes atos apresentaram nas ruas. Eu acompanhei os atos no Rio de Janeiro e em São Paulo e me impressionei com a harmonia de sons, palavras e pessoas nestes atos, mesmo em uma diversidade arrabatadora: havia unidade na ação, estratégia coletiva, comunicação fraterna entre as pessoas.
Não que estas características não estivessem também presentes em junho. Mas neste caso, falamos que esta nova cultura política é o tom principal da #PrimaveraDasMulheres e representa uma enorme mudança de paradigma para a organização de frentes de ação direta, mas também quem sabe de um novo bloco histórico progressista dirigido pelas mulheres no Brasil.
As Revolução Feminista em todas as estações
Sabemos que o PL 5069 vem no bojo de um conjunto de ações conservadoras do Congresso Nacional, com protagonismo de Cunha: redução da maioridade penal, estatuto da família, ofensiva ao debate sobre gênero e diversidade nas escolas. Sabemos também do impacto cruel de cada uma destas ações na vida das mulheres. Sabemos, portanto, que do mesmo modo que a ofensiva patriarcal, racista e capitalista vem articulada e multifacetada para cima de nós, deveremos organizar uma estratégia articulada e multifacetada para cima deles, e que a batalha não será de curto prazo. Não há de ser a luta de apenas uma estação, como nunca foi.
Precisamos diagnosticar, para além do nosso auto-encantamento, os complexos desafios colocados para nós, mulheres jovens, que vivenciamos esse momento sob o intenso lugar de fala de quem teve e tem a oportunidade de protagonizá-lo.
Eu acho que o principal desafio é construir uma linguagem cada vez mais universal entre as mulheres, a partir dos valores do feminismo. Se somos o grande sujeito revolucionário da pós-falência dos regimes hegemônicos em crise (capitalismo, patriarcado, racismo), precisamos saber nos comunicar entre nós para amplificar nossa voz. E nós somos muitas, repito: intelectuais, estudantes, militantes, blogueiras, ativistas, mas também, E SOBRETUDO, agricultoras, empregadas domésticas, encarceradas, em situação de prostituição, vítimas de violência doméstica, clandestinas. A construção da solidariedade pressupõe a construção de espaços onde todas estas mulheres se sintam à vontade para falar de feminismo e de construir um novo mundo a partir de suas próprias experiências.
A segunda coisa é estarmos atentas e fortes às investidas que os opressores tentarão contra nós no sentido de esvaziar, descaracterizar e cooptar nosso movimento. Cada passo libertador que darmos, acirrará ainda mais a disputa com o patriarcado racista e capitalista, e isso significa aprofundamento da violência e momentos de grande tensão com os setores conservadores. Devemos seguir convictas, determinadas e organizadas para que não sejamos diluída em narrativas que nos dividam, hierarquizem e nos impeçam de construir esta grande linha de frente rumo a superação dos problemas históricos e também conjunturais de nosso país.
Seguiremos lutando pela legalização do aborto, descriminalização das mulheres, por uma nova política de drogas, por um novo modelo de segurança pública, pela desmilitarização de nossos corpos e territórios, pela liberdade sexual e afetiva, pela diversidade, pela pluralidade religiosa e laicidade do estado, por um novo modelo de desenvolvimento, um novo marco regulatório das comunicações, uma nova linguagem que não nos vulgarize nem infantilize. Seguiremos reinventando rodas, reescrevendo a história, construindo nossas próprias narrativas e alternativas ao que está colocado.
Questionamos um sistema inteiro e por isso, construir o feminismo significa desconstruir toda a matéria-prima social da qual somos compostas, no macro e no micro-político. Reconstituir as relações mais íntimas com nossas companheiras irmãs, mas também compreender cada vez mais a dimensão da disputa coletiva de um projeto antipatriarcal, antirracista e anticapitalista.
Até que todas sejamos LIVRES!
> Bruna Rocha tem 25 anos, é estudante de Belas Artes da UFBA e diretora de Mulheres da União Nacional dos Estudantes
Fonte: UNE

PMPI - PLANO MUNICIPAL DA PRIMEIRA INFÂNCIA: RELATOR SE REUNIU COM MEMBROS DA COMISSÃO INTERSETORIAL DO SELO UNICEF

 Comissão Intersetorial e vereadores (Edson Costa - Presidente e Thiago da Costa Vicente)

 Momento da reunião

Hoje (3) pela manhã na Sala de Reuniões da Câmara Municipal de NOVA CRUZ/RN a Comissão Intersetorial do Selo Unicef - Edição 2013/2016, se reuniram com o Relator da Comissão de Justiça, vereador, Thiago da Costa Vicente para tirarem dúvidas sobre o Projeto de Lei 021/2015, que trata do PMPI - Plano Municipal da Primeira Infância.

Após uma hora e meia de reunião, a comissão ouviu do relator, que o seu relatório será favorável a aprovação do PMPI, mas que ainda terá o voto do Presidente da Comissão, vereador, Beto Martins.

Após a reunião o Articulador da Comissão/SELO UNICEF, Eduardo Vasconcelos tratou de manter contatos com o Presidente da Comissão de Justiça, Beto Martins e Vereador, Antonio Gomes, também membro da comissão e os mesmos se comprometeram não só assinar, mas encaminhar para a próxima sessão, que ocorrerá dia 05 (quinta-feira).

Eduardo agradeceu aos mesmos e prometeu acompanhar a referida sessão.

Participaram da reunião os Vereadores, Thiago da Costa Vicente (relator) e Edson da Costa Moreira - Presidente da Câmara e pela Comissão Intersetorial participaram, Eduardo Vasconcelos - Articulador, Márcia Valéria, Secretária Municipal de Assististência Social (SMAS), Pastor José de Sousa Vieira - Presidente do CMDCA, Grécia Vieira - Presidenta do CMAS, Zenaide da Costa Toge - Conselho Tutelar, Gabriel Toge - NUCA/AMES e as professoras, Maria José Torres e Maria das Graças - Representantes da Secretaria Municipal de Educação - SME.

domingo, 1 de novembro de 2015

”Regulamentação da meia-entrada é uma vitória”, afirma Juca Ferreira

Nova lei estabelece que uma cota de 40% do total de ingressos seja vendida pela metade do preço
A regulamentação da meia-entrada para eventos esportivos e artístico-culturais, oficializada em 6 de outubro – com a publicação do Decreto nº 8.537 no Diário Oficial da União – está sendo comemorada. A lei estabelece que uma cota de 40% do total de ingressos seja vendida pela metade do preço.
O decreto nacionaliza a meia-entrada. Antes, o benefício era regido por leis estaduais, existente em alguns estados e em outro não. “A nova lei é uma vitória tanto para os que têm direito à meia-entrada, quanto para o mundo da cultura e da arte, que poderá se planejar, cobrar mais barato, ter mais público”, avalia o ministro da Cultura, Juca Ferreira.
Presidente da União Nacional dos estudantes (UNE), Carina Vitral comenta que a regulamentação é uma vitória para a categoria. “Esse nova regulamentação cria regras, inibe a falsificação e consegue ajudar produtores, estudantes e toda a comunidade da cultura a ter de volta o direito à meia-entrada.”
Para arcar com os custos de ter parte dos ingressos vendidos com desconto de 50%, muitos produtores passaram a praticar valores mais caros em eventos e espetáculos. Assim, o preço da meia-entrada passou a ser o da inteira, e a inteira dobrou de preço. “Dessa forma, o direito à meia-entrada não se realizava”, explica Juca Ferreira.

BENEFICIADOS

Terão direito à meia-entrada estudantes, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda. A “Identidade Jovem” será emitida pelo governo e servirá para garantir o benefício aos jovens de baixa renda – aqueles com idade entre 15 e 29 anos, de família com renda mensal de até dois salários mínimos e inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
A compra de ingressos no valor de meia-entrada será possível com apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE), que deverá ser emitida pela União Nacional dos Estudantes (UNE); União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes); entidades estaduais e municipais filiadas à UNE e à Ubes, Diretórios Centrais dos Estudantes (DCEs) e Centros e Diretórios Acadêmicos de níveis Médio e Superior.

UFF SEDIARÁ O VII EME DA UNE EM MARÇO DE 2016

Evento acontecerá entre os dias 25 e 27, nos campi de Niterói (RJ)
A sétima edição do Encontro de Mulheres Estudantes (EME da UNE) já tem data e local confirmados. De 25 a 27 de março de 2016 a Universidade Federal Fluminense (UFF), no Rio de Janeiro,  será palco de debates, grupos de discussão e intervenções sob o tema ‘’ “A Cultura Feminista Transformando o Brasil”.
‘’Existe uma cultura feminista no ar, o feminismo está na agenda do dia no Brasil e no mundo. Hoje, uma série de mulheres que não se identificavam feminista já se identificam como tal. É uma nova onda em que existem várias expressões do movimento: vai desde a menina que tem uma militância individual em sua página na rede social, até a artista, a blogueira ou os coletivos feministas que tem surgido no país’’, explicou a diretora de mulheres da UNE, Bruna Rocha.
Bruna esteve presente na reunião que definiu a escolha do local, na última segunda-feira (26) ao lado de outras figuras importantes como o  vice-reitor da UFF,  o professor Antônio Cláudio, da vice-presidenta da UNE, Moara Corrêa, da diretora de combate ao racismo da UEE-RJ, Marianna Lopes, do Pró-Reitor de Gestão de Pessoas, professor Túlio Franco, da representante do DCE-UFF, Letícia Teixeira e do diretor da Escola de Governança da UFF, professor Lênin Pires.

O EME

O EME (Encontro de Mulheres Estudantes) surgiu em 2005, por iniciativa da diretoria de mulheres da UNE, com o objetivo de ser um espaço de auto-organização e fortalecimento do debate feminista na entidade, contribuindo no combate ao machismo e todas as formas de opressão sofridas pelas mulheres dentro das universidades e no movimento estudantil.
Na última edição, realizada em maio de 2015, mais de mil mulheres se reuniram na Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba.
Fonte: UNE