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domingo, 7 de janeiro de 2018

"SÓ REFRESCANDO A MEMÓRIA!" - Assembleia denuncia tentativa de desmonte da Editora Universitária

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Fonte SINTEST/RN
Foi realizada no último dia 12/12/2017 mais uma assembleia geral da UFRN, desta vez em um local bem diferente do comum. A mesma aconteceu em frente à Editora Universitária, como forma de protesto contra a tentativa da reitoria de desmontar o setor e todo o parque gráfico da universidade.
Um pouco de história
Essa não é a primeira vez que tentam desmontar o parque gráfico da Editora Universitária.  A última vez aconteceu em 2001, na gestão do reitor Ótom Anselmo. Uma das características marcantes do governo da época, Fernando Henrique Cardoso, em seus dois mandatos foi a política de privatização de vários setores públicos. Na educação, essa política se deu na tentativa de acabar com os parques gráficos das universidades federais. A ordem de terceirizar os serviços gráficos veio do MEC em 1998, após reunião com os chefes de editoras de todas as universidades públicas federais do país.
A justificativa para tal atitude seriam os sucessivos problemas do setor. Nessa época, várias máquinas da editora da UFRN foram doadas à Sociedade Professor Heitor Carrilho, que em menos de dois meses depois já havia vendido duas das máquinas doadas. Por um tempo, o SINTEST/RN conseguiu barrar a tentativa de pôr fim à gráfica da UFRN. Em 2001, na gestão do Reitor Ótom Anselmo, o processo de desmonte foi retomado. A UFRN alegava prejuízos, porém o sindicato garantia ser uma decisão política. Nesse episódio, o SINTEST/RN apresentou uma proposta de reestruturação da editora, a qual seria de uso exclusivo da UFRN, funcionando sob administração dos próprios funcionários, com uma coordenação de gestão eleita de forma direta pelo quadro funcional.
Nos estudos apresentados pelo sindicato, ficava demonstrado que a terceirização elevaria os gastos com os serviços gráficos, quando seriam necessários R$ 130 mil para reestruturar a editora universitária. Mesmo assim, a Administração Central tentou, sem sucesso, leiloar vários equipamentos. Numa ação radicalizada, o SINTEST/RN impediu o transporte das máquinas que tinham o prazo de apenas 24h para serem leiloadas. Graças ao sindicato, até hoje algumas dessas máquinas ainda estão na editora universitária. Várias editoras universitárias, a exemplo de Alagoas e Paraíba não tiveram a mesma mobilização de suas bases e foram privatizadas nesse período.
Resumo das deliberações
  •  Exigir posicionamento oficial da reitoria a respeito da situação da Editora Universitária e fazer uma nota pública denunciando a ameaça de desmonte da mesma;
  • Solicitar da Reitora posicionamento a respeito da participação da universidade no evento Motores e Desenvolvimento (que foi de encontro a necessidade de investimentos no setor público);
  • Próxima assembleia no dia 21/12, às 14h, no Pátio da reitoria da UFRN (dia da realização da reunião do Consad que irá discutir o pagamento do recesso natalino);
  • Continuidade do Estado de Greve

"SÓ LEMBRANDO" - Fórum do piso do magistério anuncia reajuste de 6,81% para 2018

Mais da metade dos estados naopaga o piso salarial aos professores diz CNTE 
No dia 20 de dezembro de 2017 reuniu-se na sede do Ministério da Educação, em Brasília, o Fórum para acompanhamento da atualização do valor do piso salarial profissional nacional do magistério, previsto na estratégia 17.1 da Lei 13.005, que aprovou o Plano Nacional de Educação.
Seguindo a interpretação válida desde 2010 para a atualização anual do piso do magistério, prevista no parágrafo único do artigo 5º da Lei 11.738, o reajuste para 2018 será de 6,81% e o valor nominal de R$ 2.455,35.
No início de dezembro, a CNTE havia antecipado o reajuste do piso do magistério com base na atualização do Valor Anual por Aluno (VAA) do FUNDEB, publicado na Portaria Interministerial n. 8, de 29/11/17.
A regra para atualizar o piso do magistério se pauta no crescimento do VAA estimado, de dois anos anteriores. Portanto, o percentual de 2018 foi extraído da diferença percentual dos VAAs do FUNDEB publicados nas Portarias Interministeriais n. 7, de 16/12/16 e n. 8, de 29/11/17.
Anúncio oficial
A direção da SASE/MEC, coordenadora do Fórum de acompanhamento do piso do magistério, comprometeu-se em efetuar o anúncio oficial do valor do Piso para 2018 até o fim da próxima semana.
Confira, abaixo, o histórico das atualizações oficiais do piso do magistério:
grafico piso
Fonte: CNTE

sábado, 6 de janeiro de 2018

Desafios para os trabalhadores técnico-administrativos em 2018


Barrar a aprovação da proposta de reforma da Previdência Social é um dos maiores desafios.
Após um ano marcado por muitas lutas em resistência a retirada de direitos, os desafios em 2018 continuam para os trabalhadores técnico-administrativos em educação. A Campanha Salarial e o não cumprimento de cláusulas do último acordo firmado em 2015 são destaques da luta.

O governo federal tem adotado medidas impositivas, sem diálogo, que ameaçam o serviço público. Tudo faz parte de um projeto neoliberalista com o objetivo de agradar o mercado financeiro, transformando o direito à saúde e educação em serviços. Isso tem facilitado a entrada de multinacionais no mercado brasileiro, que já atuam em redes hospitalares e faculdades privadas. Entenda o movimento do governo federal para executar a privatização dos recursos e direitos de milhares de brasileiros.

Investimentos congelados
O governo federal iniciou o desmonte do serviço público com a Emenda Constitucional (EC) 95/16, congelando por 20 anos todos os investimentos em políticas públicas. O que significa menos recursos para a saúde, educação, segurança e etc.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2018 foi sancionada com veto ao recurso extra de R$ 1,5 bilhão para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O salário mínimo será de R$ 954,00.  

Neste ano serão destinados R$ 1,716 bilhão para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), para custear com recursos públicos as eleições de 2018, segundo a Agência Câmara Notícias.

Em nenhum momento o governo cogitou a possibilidade de estabelecer um teto para a dívida pública que, em setembro de 2017 alcançou R$ 3,43 trilhões. Em 2015, os juros e amortização da dívida representou 42,43% do orçamento da União, quase metade do bolo, de acordo com a Auditoria Cidadã da Dívida.
 Consequências
  • Sucateamento do serviço público;
  • Transformação do direito às políticas públicas em cobrança de serviços;
  • Desmonte das universidades brasileiras, com corte de verbas, contingenciamento de investimentos e projetos que tramitam no parlamento visando a cobrança de mensalidades (PEC 366/17).   
Corte orçamentário nas universidades
Em 2017, as universidades em crise amargaram perdas significativas, com a redução de 1,7% no custeio e 40% de queda nos investimentos. Segundo a comissão de orçamentos, mesmo com a liberação de 100% do limite de capital e de custeio, muitas universidades não cumpririam seus compromissos.
Consequências
  • diminuição da força de trabalho nas instituições;
  • dificuldade para manutenção das instituições (energia elétrica, água e outros);
  • demissão de trabalhadores terceirizados;
  • dificuldade para manutenção dos cursos, aquisição de materiais de consumo, diárias e passagens para aulas de campo e outros;
  • paralisação de obras e expansão de novos campi;
  • redução na aquisição de equipamentos para a implantação dos cursos
  • redução de aquisição de livros;
Perda da estabilidade
O Projeto de Lei do Senado nº116/17 prevê a demissão do servidor público por insuficiência de desempenho.
Consequências
  • perda da estabilidade do servidor;
  • avaliação realizada por gestores terceirizados;
  • as regras deverão ser seguidas pela Administração Pública federal, estadual, distrital e municipal.
Na Câmara, desenterraram o Projeto de Lei Complementar (PLP) 248/98 da era FHC, que disciplina a perda de cargo público por insuficiência de desempenho do servidor público estável. Caso seja aprovado, o texto segue para sanção presidencial.
PDV
Em um cenário de 13,1 milhões de desempregados (IBGE) no Brasil, o governo ilegítimo de Michel Temer tenta empurrar aos servidores públicos federais do Executivo o Plano de Demissão Voluntária (PDV). Apresentado por Medida Provisória (MP) 792/17, o texto também prevê licença de três anos sem remuneração, inclusive, por interesse público (a interrupção é proibida), e a redução da jornada de trabalho e salário.
Em novembro de 2017 a medida perdeu a validade, mas o Ministério do Planejamento anunciou a reedição do texto em janeiro. Segundo a Agência Brasil, 76 servidores aderiram ao PDV, 153 reduziram a jornada diária e 10 aderiram à licença incentivada.
 Consequências
  • Demissão de cerca de 5 mil servidores públicos federais;
  • Aumento no pedido de aposentadorias no serviço público;
  • Sobrecarga de trabalho;
  • Aumento de filas, redução no atendimento e prestação de serviços à população;
  • Aumento do caos na saúde pública;
Na década de 90, no governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), servidores públicos embarcaram no engodo do PDV. Como resultado, ocorreram vários casos de depressão, suicídio e arrependimento. Muitos não conseguiram retornar ao mercado de trabalho.
MP 805/17
A Medida Provisória 805/17 prevê o aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14% e o adiamento de reajuste dos servidores. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski suspendeu provisoriamente a medida no dia 18 de dezembro de 2017, o governo federal tenta recorrer.
Terceirização no serviço público
A Lei 13.429/17 da terceirização e do trabalho temporário abre espaço para a contratação de serviços terceirizados na Administração Pública federal, por meio da Instrução Normativa (IN) 5, de 2017, editada pelo Ministério do Planejamento Desenvolvimento e Gestão.
 Consequências
  • Aumento da terceirização;
  • Terceirização de atividades fim;
  • Redução de concursos;
  • Apadrinhamento;
  • Exonerações;
  • Aumento do desemprego
  • Redução de salários e benefícios;
  • Precarização das relações de trabalho (rotatividade e substituição de contrato de trabalho)
Reestruturação da Carreira
O Ministério do Planejamento está editando uma minuta que modifica as carreiras no serviço público federal. A proposta de reestruturação das carreiras do Poder Executivo amplia para 30 o número de níveis à progressão, a extinção de cargos e instituição do piso inicial de salário de servidor no valor de R$ 5 mil.
Reforma da Previdência
Um dos maiores desafios da classe trabalhadora brasileira é barrar a aprovação da proposta de reforma da Previdência Social. O ilegítimo presidente Michel Temer mudou de estratégia na tentativa de aprovar o aumento da idade em 65 anos para homens e 62 anos para mulheres na Reforma da Previdência.
Em novo ataque, o governo federal lançou em 2017 uma campanha publicitária para sensibilizar a população com o objetivo de aprovar a reforma da Previdência, o custo aos cofres públicos foi de R$ 100 milhões A narrativa de "Combater Privilégios e salvar a Previdência", deprecia a imagem dos servidores públicos, considerados privilegiados pela propaganda. A ideia é unificar os regimes público e privado.
Superávit
Não é novidade que a Previdência Social é superavitária. Em outubro de 2017, o relatório da CPI da Previdência apresentado no Senado Federal comprovou que a Previdência Social não é deficitária.

Segundo o relatório, o secretário e auditor fiscal da Receita Federal, Jorge Rachid, admitiu que cerca de R$ 54 bilhões foram retirados do caixa da Previdência com desonerações, apenas no ano de 2016, e recomendou que tais medidas fossem revistas.
Desvinculação das contribuições
Auditores fiscais da Receita Federal, responsáveis pelo combate às fraudes e pela fiscalização e arrecadação das contribuições sociais da União, desmentiram o discurso do governo. Baseados em dados das contas do governo federal, publicaram que em 2015 foram arrecadados R$ 700 bilhões e foram gastos R$ 688 bilhões, provando que o sistema de Seguridade Social é superavitário. “Não há um rombo na previdência pública e sim uma desvinculação anual das contribuições sociais por parte do governo, autorizado por uma Emenda Constitucional”.
Em 2015 foram desvinculados para outras finalidades, R$ 66 bilhões, da Previdência, Saúde e Assistência Social. “Se não fosse isso teríamos superávit na seguridade social e não um déficit, como é falsamente divulgado”, afirmam os auditores.  
Mais ameaças
  • PLS 288/15 - Estabelece critérios de valorização do mérito no Regime Jurídico dos servidores públicos da União, suas autarquias e fundações públicas  (Senado);
  • PEC 400/14 - Remuneração variável para servidores públicos com base no mérito em todos os níveis de administração (Câmara)
  • PLP 1/07 - Estabelecimento de limite de despesa com pessoal (Câmara);
  • PLP 92/07 - Regulamentação das Fundações Estatais (Câmara);
  • PEC 139/15 - Extinção do abono de permanência para o servidor público (Câmara);
  • PEC 400/14 - Critérios para concessão de remuneração variável a servidor da União, dos estados e municípios (Câmara);
  • PLS 280/17 - Fiscalização administrativa pelo setor privado (Senado);
  • LOA 20/17 Orçamento 2018, com suspensão de concursos e contratação de aprovados (Congresso);
  • Revisão de pagamentos de verbas como auxílio-alimentação (Em elaboração pelo governo).
Com informações: DIAP
Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Vitória! RJ garante, enfim, passe livre para todos secundaristas

Governador Pezão sanciona lei que legaliza benefício também para matriculados na rede federal e municipal que precisem de transporte intermunicipal.

Nesta quarta (03), o governador Pezão sancionou o Projeto de Lei 2768/2017, colocado e aprovado pela Assembleia Legislativa com muita pressão estudantil, no fim do ano passado. O projeto regulamenta o Passe Livre para todas as redes de ensino como uma política de Estado, independente da gestão em vigor.
A luta começou em maio de 2017, quando o governador Pezão anunciou que o estado do Rio de Janeiro retiraria a gratuidade dos transportes de gestão estadual para estudantes de outras redes de ensino – municipal e federal. Na época, os jovens foram às ruas e conseguiram uma liminar da defensoria pública contra a medida. No fim do ano, com novas ameaças, começou a disputa pela aprovação da lei (foto).
“Defender o passe livre é lutar pela garantia do direito à educação pública de qualidade, é lutar contra a evasão e é também defender o direito à cidade”, comemora Pedro Gorki, presidente da UBES.

Quem seriam os atingidos pelos cortes

O corte anunciado pelo governo estadual do Rio de Janeiro valeria para o RioCard de jovens matriculados fora do sistema estadual de ensino, ou seja, institutos federais, o colégio Pedro II, centros federais de ensino técnico (Cefet).
A aplicação se daria nos transportes mantidos pelo governo estadual, como ônibus intermunicipal, metrô, trem e balsa.
Cerca de 26 mil jovens seriam atingidos, principalmente os que não moram na cidade em que estudam. Como Luiza Arruda e Daniel Cardoso.
Moradora de Niterói, Luiza Arruda estuda no Cefet Maracanã. Para assumir com os encargos do transporte intermunicipal, a adolescente gastaria R$ 13,50 todos os dias, ou seja, R$ 297 mensais.
Estudante do primeiro ano do ensino médio no colégio Pedro II, Daniel Cardoso pagaria R$ 18,30 todos os dias para ir e voltar de Niterói, onde mora. Isso andando a pé até o ponto e evitando mais um ônibus. São R$ 402 por mês para garantir o direito de estudar.

Quem luta, conquista: entenda resistência dos estudantes fluminenses

“É dever do Estado assegurar educação a crianças e adolescentes – e o transporte gratuito significa a efetivação desta obrigação.” … Continue lendo

Dezembro 2017: Com pressão de estudantes, Passe Livre avança no Rio
No dia(14/), a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou em segundo turno o PL 2708/2017 para regulamentar o … Continue lendo

Fonte: UBES

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

STRAF DE NOVA CRUZ/RN CONVIDA SOCIEDADE CIVIL E ORGANIZADA PARA UMA IMPORTANTE REUNIÃO COM O ARTICULADOR DO TERRITÓRIO TERRASUL

O Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares de Nova Cruz/RN - STRAF, Edmilson Gomes da Silva (Negão), tem a honra de convidar a Prefeitura de Nova Cruz, EMATER, FETARN, BNB, Igreja Católica de Nova Cruz, CDL, CPC/RN, Representante da Agência da Previdência Social, sede de Nova Cruz, para uma reunião com os representantes das Associações Rurais e Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário de Nova Cruz/RN - CMDRSS, que realizará-se-a no dia 11 de janeiro do corrente ano na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares de Nova Cruz/RN, sito a Rua 13 de maio, 94 - Centro - Nova Cruz, a partir das 09:00 horas, Cuja pauta será após debates e discussões a elaboração de um calendário de Reuniões.  com a presença do Articulador do Território Terrasul.

Desde já nós que fazemos o STRAF de Nova Cruz agradecemos antecipadamente as presenças de todos e de todas.

Saudações sociais e sindicais,

Nova Cruz/RN, 03 de janeiro de 2018

EDMILSON GOMES DA SILVA (NEGÃO)
Presidente do STRAF - Nova Cruz/RN

sábado, 30 de dezembro de 2017

PRESIDENTE DO CPC/RN PARTICIPARÁ DE PROGRAMA DE RÁDIO NAS EMISSORAS AGRESTE FM E CURIMATAÚ HOJE!


Hoje (30), Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN participará ao vivo no Programa a Voz do Trabalhador nas ondas da Rádio Curimataú, as 11 horas e em seguida participará por telefone no Programa Nação Nova Cruz nas ondas da Agreste FM!

Em ambas, Eduardo falará sobre as atividades do CPC/RN, pois hoje a entidade completa 8 anos de existência! Eduardo destacará os eventos ocorridos nos últimos anos, além dos projetos que será desencadeados em 2018.

Para Eduardo Vasconcelos o ano de 2018 será um de muita cautela, haja vista as mudanças que estão para vir, principalmente com as perdas de direitos garantidos dos trabalhadores e hoje o desgoverno Temer tentar usurpar esses direitos, além de uma agenda para 2018 e a eleição do CPC/RN. Fiquem atentos! CPC/RN, NOSSA FORÇA, NOSSA VOZ!

HOJE (30) O CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN COMPLETA 8 ANOS DE LUTAS - CONQUISTAS E VITORIAS! PARABÉNS!!!

No dia 30 de dezembro de 2009 no SESC LER de Ponta Negra - Natal/RN em Assembleia Geral nascia o CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN!  Uma entidade cultural que veio para ficar!

Tendo como principal finalidades e objetivos LUTAR pelo resgate da CULTURA POTIGUAR e identificar novos talentos.  Já vários eventos realizados,  com debates, seminários, e encontros  realizados em Natal, Nova Cruz, Parelhas, Currais Novos, Mossoró, etc. 

Fortalecendo assim suas diretrizes.  Sabemos que tem muita  coisa a se fazer, mas o CPC/RN não medirá esforços para alcançar esses objetivos.

Graças a vários parceiros em sua maioria sindicatos, SINAI, SINTE, SINDHOTELEIROS, ADURN, ADUERN, SINDSAÚDE, SINTRACONM, SINTEST, APURN, BANCÁRIOS, FETARN, STRAF, SENALBA, COMERCIÁRIOS, SINDAGUA, CTB, CUT, CONLUTAS, INTERSINDICAL, FORÇA SINDICAL, entre outros sindicatos de outros estados e instituições públicas fizeram com que esses eventos fossem realizados. Mas a luta estar apenas começando, tem muito caminho a ser seguido.

Queremos agradecer aos nossos diretores/as que sempre estiveram juntos nas atividades do CPC/RN e que em 2018 seja repleto de mais e mais realizações.

PARABÉNS, CPC/RN!

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

BRASIL: E agora, Temer? País registrou 12 mil empregos a menos em novembro

César Itiberê/Fotos Públicas
Fila para emprego em São Paulo
Fila para emprego em São Paulo


O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, tentou minimizar os números em matéria na Folha de S.Paulo. Segundo ele, “novembro tem tendência a apresentar saldo negativo” e que os dados do Caged não interrompem o “processo de retomada do crescimento do país”. Os dados, no entanto, frustraram expectativa de analistas ouvidos pela Reuters, que projetavam um saldo positivo de 22 mil vagas.

O saldo negativo de postos de trabalho em novembro confirmam declarações de Clemente Ganz, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Economicos (Dieese), feitas ao Portal Vermelho no início de dezembro. Segundo ele, a reforma trabalhista, ao contrário do que diz o governo, pode ser um tiro no pé na retomada de qualquer crescimento e um estímulo para demissões.

“Como eu vou buscar crédito mostrando a minha carteira de trabalho como trabalhador intermitente? Como eu vou fazer uma compra parcelada em 12 vezes se eu não sei se terei renda para pagar? Você pode até ter queda no desemprego mas por conta de empregos precários e com rebaixamento da massa salarial. O Brasil vai vivenciar um efeito que já ocorre em outros países que flexibilizaram a legislação trabalhista: efeito depressivo no mercado interno. Eu demito 10 e contrato 20 só que esses últimos ganham menos que os dez, não geram demanda e não aquecem a economia”, comparou o diretor do Dieese.

A reforma trabalhista formalizou modalidades de contratação como o trabalho intermitente e a jornada a tempo parcial, criticadas pelo movimento sindical como formas de contratação precárias. O trabalho intermitente, que já foi contabilizado pelo Caged para obter os dados de novembro, coloca o trabalhador à disposição do empregador sem saber quantas horas vai trabalhar, nem o quanto vai ganhar. Caso seja chamado pelo “patrão” e não comparecer paga multa. Com salário que não deve atingir o mínimo, a contribuição previdenciária desse trabalhador deve ser feita à parte.



Do Portal Vermelho com informações da Folha de S.Paulo