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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Credenciamento online para a Plenária Nacional de março


Será atualizado o regimento interno do XXIII CONFASUBRA. 

Nos dias 02, 03 e 04 de março, a FASUBRA Sindical realiza a Plenária Nacional Estatutária que vai discutir o Plano de Lutas, atualização do regimento interno do próximo congresso e outros assuntos de interesse da Categoria. O evento será realizado no Auditório 3 da Faculdade de Ciências da Saúde,
campus Darcy Ribeiro da Universidade de Brasília (UnB). São esperados cerca de 200 delegados representando as entidades de base filiadas à Federação. 
Pauta
Nesta plenária serão apresentados os informes nacionais e de base, será realizada a análise de conjuntura e apresentada a prestação de contas da entidade referente ao período de janeiro a dezembro de 2017. Também será atualizado o regimento interno do Congresso da FASUBRA (XXIII CONFASUBRA) previsto para os dias 06, 07, 08, 09, 10 e 11 de maio, na cidade de Poços de Caldas – MG.
Credenciamento Online
O credenciamento online para a Plenária Nacional da FASUBRA Sindical que acontece de 02 a 04 de janeiro em Brasília-DF, já está disponível no formulário.  
As entidades filiadas devem encaminhar no prazo de quatro dias antes da Plenária:
  • Comprovante de pagamento da mensalidade com a FASUBRA;
  • Ata com o nome dos delegados titulares eleitos e suplentes;
  • Lista de presença em papel timbrado digitalizada ou as folhas digitalizadas do livro de ata em que contiver o registro da assembleia;
  • Informe de Base (IB) digital – em Word – para ser disponibilizado na pasta dos delegados, a fim de que, todos os presentes tenham acesso às informações.
O Informe de Direção (ID) também será disponibilizado na pasta dos delegados. A FASUBRA enviará o comprovante de credenciamento ou informação de pendências, no máximo 24 horas antes da realização da Plenária. O local do evento será divulgado em breve. O prazo para credenciamento encerra no dia  .
Serviço
Plenária Nacional Estatutária
Data: 02, 03 e 04 de janeiro de 2018
Hora: 9h
Local: Auditório 3 da Faculdade de Ciências da Saúde, campus Darcy Ribeiro da Universidade de Brasília (UnB). Brasília-DF
Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

Nota de falecimento do companheiro Rogério Araújo Jorge


É com imenso pesar que a FASUBRA Sindical informa o falecimento de Rogério Araújo Jorge, ocorrido no último domingo, 11, trabalhador técnico-administrativo lotado no Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN) da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), que lutava contra o câncer.

Rogério Jorge foi coordenador de esportes da FASUBRA Sindical na gestão de 1993 a 1995 e coordenador geral do  Sindicato dos Trabalhadores na Universidade Federal do Espírito Santo (Sintufes) no mesmo período.

O velório aconteceu na capela do cemitério localizado no bairro Coronel Borges, em Cachoeiro de Itapemirim-ES. Na próxima segunda-feira (19), às 11h, será realizado um ato ecumênico em homenagem ao companheiro Rogério, com a participação de colegas e amigos servidores ativos e aposentados, no saguão da reitoria da UFES.

A FASUBRA Sindical vem a público manifestar total solidariedade à família e amigos.

Companheiro Rogério Araújo Jorge, presente!

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

Faça o download do regimento do 19º Congresso da UJS

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Entre os dias 6 e 8 de julho será realizado, na cidade de São Paulo, o 19º Congresso da União da Juventude Socialista (UJS). Depois da plenária nacional da UJS realizada no último dia 7, em Nazaré Paulista, foi deflagrado um intenso processo de mobilização e consulta às teses do congresso.

A eleição de delegados e o conjunto de normas que regem o congresso poderão ser observados no regimento disponível aqui para Download. Participe!

Fonte: UBES

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

A luta vem de outros carnavais



O Carnaval é a maior manifestação cultural do Brasil. Mas você sabe como esta comemoração surgiu por aqui?


Muito brilho, cor, música e alegria são as marcas deste período que é o mais festivo do ano. E quando o assunto é ocupar as ruas, nada melhor que uma data como esta para relembrar que a festa também é momento de luta.
No período colonial, os escravos realizavam uma das primeiras manifestações carnavalescas no país: o entrudo, uma festa tradicionalmente portuguesa, que na colônia era praticada somente pelos escravos.
Marimba, Jean Baptiste Debret

Eles saiam às ruas lançando farinha nos rostos uns dos outros, jogavam bolinhas cheias de suco de limão, baldes de água e luvas de areia. Como aproveitavam a festa para valorizar suas danças e culturas – até então reprimidas pela Igreja Católica – o entrudo começou a ser visto como uma prática que ofendia os costumes da época.
A imprensa chegou a criar uma campanha contra as manifestações populares, proibindo que os escravos ocupassem as ruas. E sofrendo forte repressão das autoridades, o entrudo passou a ser criminalizado dando lugar aos bailes de carnaval da alta sociedade.
Diferente do entrudo que era realizado nas ruas e sem instrumentos musicais, os bailes da capital imperial, o Rio de Janeiro, eram realizados em teatros ao som de polca, onde todos usavam fantasias luxuosas
Os cordões e os ranchos foram criados para adaptarem-se às tentativas de censura

Os escravos e toda a camada popular resistiram à censura e, para manterem suas manifestações, criaram os cordões humanos que imitavam procissões religiosas, a fim de confundir as autoridades da época.
Assim, passaram a realizar cortejos onde jogavam capoeira, uma prática também mal vista pelo império, e a tocar grandes bumbos. Com tempo, o Carnaval tornou-se uma mistura cultural.


Debret possui inúmeras obras representando a vivência e cultura dos escravos

Curiosidade: Apenas no século XIX que surgiu a primeira marchinha carnavalesca, com O Abre Alas de Chiquinha Gonzaga.
Carnaval também é de luta!
Fonte: UBES

O carnaval dos estudantes pelo Brasil

Blocos para você pular de alegria e também lutar por direitos

Em meio à folia da festa mais esperada do ano, blocos de diversas regiões do Brasil unem o confete do carnaval às bandeiras do movimento estudantil lembrando que o momento de ir às ruas defender seus direitos. Listamos algumas dessas iniciativas para você ocupar as ruas ao som das marchinhas populares e também das marchas de luta dos estudantes e outros movimentos.

Bolinho de Estudante – Salvador (BA)

O bloco Bolinho de Estudante é organizado pelas entidades estudantis da Bahia, a Associação Baiana Estudantil Secundarista (ABES) e União dos Estudantes da Bahia (UEB). Para a organização do evento, o carnaval assim como todos os ambientes precisa ser ocupado com os debates políticos.

“Queremos levar a política para o espaço do carnaval, mostrar os anseios dos estudantes, dos jovens de maneira harmoniosa, irreverente e dinâmica”, enfatiza Vitor Santos – Presidente da ABES e Vice-Presidente UBES Bahia.
O Bolinho de Estudante traz para 2018 um cortejo à fantasia com o tema “Sem Censura”. O bloco irá percorrer um dos principais trajetos do carnaval de Salvador, saindo do Farol da Barra e seguindo até Ondina.
O movimento representa uma conquista para os estudantes, com o intuito de cantar a realidade e semear os seus sonhos: “Melhor que sonhar sozinho é sonharmos juntos e nós iremos para as ruas para isso. Ocuparemos o percurso do carnaval semeando muita esperança e nos preparando para um período de retomada de direitos”, diz Vitor.
Segundo ele, a saída às ruas é fundamental: “Hoje, temos um carnaval separado por cordas e camarotes muito caro, em um espaço onde não pode ter divisão de classes. O Bolinho de Estudante vem também com esse objetivo, de democratizar o carnaval, de fazer com que a cultura e a harmonia entre raças, cores e desejos não seja separado. Queremos um carnaval livre, e que seja um espaço onde o povo possa expandir a felicidade”.
Local: Circuito Barra Ondina Carnaval – Avenida Oceânica, Salvador
Data: Sábado (10.02), a partir das 15h.

Bloco É Tudo ou Nada?! – Rio de Janeiro (RJ)

A repercussão no ano passado foi além do Colégio Pedro II, sendo que neste ano foi escolhido novo percurso e horário para o desfile do bloco.
O sonho antigo dos alunos e professores que passaram pelo Colégio Pedro II, na capital fluminense, se tornou realidade em 2007. A partir daí, o Bloco É Tudo ou Nada?! tem se destacado por sua bateria bem ensaiada e desde 2015 conta com o apoio do ADCPII (Associação de Docentes do Colégio Pedro II) e do SINDSCOPE (Sindicato dos Servidores do Colégio Pedro II).
“A raiz do bloco é o samba-enredo, que é tradicional da cultura do Rio de Janeiro, todo ano temos um tema diferente. Mas, durante o desfile, tocamos de tudo um pouco, como pop rock brasileiro, funk, axé e o que mais der para aprender nos ensaios”, diz Augusto Tundis Ferreira – diretor do bloco.
Alunos e ex-alunos compõem 90% dos membros. Atualmente, o bloco carnavalesco tem em torno de 45 pessoas, contando com diretoria, bateria, cantores, cavaquinista e, novidade neste ano, guitarrista e baixista.
“Cássia Eller é Diversidade” será o tema do É Tudo ou Nada?! em 2018: “Ela foi uma ex-aluna do Colégio Pedro II, por isso o tema, e é um bom gancho para falar sobre diversidade. Ainda mais nesses tempos de golpe e dessa onda conservadora, precisamos tomar uma posição e mostrar nossos valores, de defesa dos direitos humanos e de igualdade social, valores que sempre foram ensinados no CPII e defendidos pelos movimentos dos grêmios estudantis”, explica Augusto.
Local: Cobal do Humaitá – Rua Voluntários da Pátria, 446
Data: Terça (13.02), a partir das 10h

Bloco dos Estudantes Seu CUCA é Nóis + UMES Folia – Recife (PE)

Com 26 anos de existência, a UMES-PE é protagonista de várias lutas em defesa dos estudantes, da educação e da democracia no estado de Pernambuco.
Confete, purpurina e “Fora Temer!” é o lema do bloco dos secundaristas que arrasta multidão nas ladeiras de Olinda pelo terceiro ano. Em 2018, a UMES Folia está promovendo o seu desfile em conjunto com o Bloco Seu Cuca é Nóis, ligado ao movimento de cultura universitário e que está em sua 13º edição.
“A expectativa do nosso bloco é levar para as pessoas que curtem o carnaval a mensagem de luta dos estudantes”, afirma Lucas Vinícius – Presidente da UMES-Recife. No evento criado no Facebook, a organização do bloco promete surpresas e muitas novidades para 2018.
A UMES luta a favor da democracia e do ensino público de qualidade e se orgulha de ser a entidade secundarista que conseguiu o passe livre na Região Metropolitana do Recife. O Cuca Pernambuco participa assiduamente do movimento estudantil atuando junto à produção cultural pernambucana.
De acordo com Lucas, é importante destacar que mesmo durante a diversão do carnaval, a luta dos jovens persiste: “Em uma festa como o carnaval, considerada a maior do mundo, também existem blocos como o UMES Folia que passa esperança, luta, alegria e mensagens contra os retrocessos que estamos vivendo no Brasil nos tempos de hoje. Reafirmamos também a nossa luta em defesa da democracia”, promete.
Local: Ladeiras De Olinda
Data: Segunda (12.02), a partir das 11h.

Fonte: UBES

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Na Câmara, PROIFES participa de ato contra a reforma da previdência e pela democracia


O PROIFES-Federação participou nesta terça-feira, 6, na Câmara dos Deputados, em Brasília, de ato da Frente Parlamentar Mista em defesa da Previdência contra o desmonte da Previdência pública e a favor da democracia no Brasil. A Frente é presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que também coordenou os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a Previdência Social, em parceria com o deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).
O ato lotou o Plenário 2 da Câmara, e reuniu diferentes lideranças partidárias, movimentos sociais e parlamentares de diferentes partidos, além de Socorro Coelho (Sindproifes-PA) e Flávio Silva (ADUFG-Sindicato), diretores do PROIFES-Federação, e de João de Deus e Veridiana Moura, ambos do ADUFG-Sindicato.

A participação de representantes do PROIFES-Federação no ato contra a Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados responde a uma determinação do Conselho Deliberativo da entidade em ampliar a presença da Federação e sindicatos federados em mobilizações contra todos os retrocessos sociais e desmonte da educação pública em Brasília em 2018, conforme determinado na reunião do CD no último dia 26 de janeiro.

No ato foram distribuídos a todos os presentes o Manifesto do PROIFES conclamando professores e professoras de todo o Brasil às manifestações contra todos os retrocessos sociais e desmonte da educação pública. Este manifesto soma-se à cartilha em que detalha sete pontos em que o projeto substitutivo apresentado pelo deputado federal Arthur Maia (PPS-BA) pioram o texto original da reforma. Confira este e outros materiais, para download e compartilhamento, na seção especial sobre a Reforma da Previdência no Portal do PROIFES.

Governo não apresenta nenhuma proposta. Atrasos salariais devem continuar

Publicado em Andes, Artigos, Destaque, Informes da ADUERN, Notícias 
Segmentos da universidade foram recebidos, na manhã de hoje (05) por membros do Governo do Estado, em Natal. O Governador Robinson Faria não esteve presente na audiência, sendo representado pela Chefa de Gabinete Tatiane Mendes Cunha, pelo Controlador Geral do Estado Alexandre Azevedo e pelo Secretário de Administração Cristiano Feitosa.
Participaram da reunião a presidenta, o tesoureiro e o assessor jurídico da ADUERN, Rivânia Moura e Valdomiro Morais e Lindocastro Nogueira respectivamente; o estudante e coordenador de formação política do DCE, Paulo Sérgio; o presidente do Sintauern Elineuldo Melo; o Reitor UERN, Pedro Fernandes, que veio acompanhado de sua equipe administrativa, membros do Comando de Greve docente e técnico-administrativo, Josevaldo Cunha, da direção nacional do Andes/SN e a deputada Larissa Rosado (PSB).

Rivânia Moura iniciou a discussão apresentando a situação dos professores e professoras da UERN, que até o momento ainda não receberam os salários de dezembro/2017, janeiro/2018 e o 13º referente ao ano passado. Ela destacou a total falta de condição para que a universidade volte a funcionar plenamente sem o pagamento dos atrasados e com a falta de um calendário para os próximos meses. Ela ressaltou que a greve docente continua e que sem salários não se pode esperar que a categoria volte a trabalhar.
Elineudo Mello lembrou que os técnicos administrativos da UERN também vêm sofrendo com os constantes atrasos salariais e que muitos não têm mais condição de se locomover ao local de trabalho ou de garantir os mantimentos básicos.
O reitor da UERN, Pedro Fernandes, cobrou informações acerca da federalização da universidade. Ele afirmou que não foi chamado para nenhuma discussão com o Governo sobre a temática e que soube desta possibilidade por meio dos veículos de imprensa. O secretário Cristiano Feitosa e o Controlador Alexandre Azevedo negaram que a UERN será federalizada e disseram que a informação foi utilizada de maneira equivocada pela mídia local. A chefa de gabinete, Tatiane Mendes, reiterou que o assunto nunca foi debatido pela cúpula do Governo.
Sobre os atrasos salariais, Tatiana foi incisiva em afirmar que não houve nenhuma alteração no quadro financeiro. Ela destacou que os atrasos continuarão pelos próximos meses e o pagamento seguirá sendo feito através das faixas salariais (como já vem sendo feito desde 2016). “Não tenho muito a oferecer, nem nada a apresentar de novo. Vamos ter que aguardar um pouco mais para encontrar uma solução conjunta para essa crise” afirmou.
Sobre o pagamento do 13º salário, Tatiana explicou que estão sendo feitas negociações com os bancos para que os servidores façam um empréstimo consignado, que será pago integralmente aos servidores e servidoras e quitado junto aos bancos pelo Governo em parcelas.
Diante do resultado da audiência, onde não foram apresentadas propostas para os pontos discutidos, o movimento grevista seguirá intensificando a luta contra a retirada de direitos. Na avaliação da ADUERN, somente a pressão sobre o Governo fará com que haja melhoria no quadro vivenciado por todo o funcionalismo público do RN, para tanto se faz necessário ampliar a mobilização junto aos servidores estaduais.
ADUERN

FASUBRA pressiona parlamentares contra a reforma da Previdência no aeroporto de Brasília

 Com faixas, bandeiras e instrumentos de percussão, trabalhadores do serviço público federal, iniciativa privada, trabalhadores rurais e dos movimentos sociais gritaram o mote "se votar não volta. Ou param a reforma ou paramos o Brasil". 
Nesta manhã, 05, diretores da Federação e trabalhadores da base da FASUBRA Sindical participaram de um ato contra a proposta de reforma da Previdência, no aeroporto internacional de Brasília-DF. O objetivo é pressionar os parlamentares que desembarcaram na capital federal para início do ano legislativo a votar contra a reforma.
Com faixas, bandeiras e instrumentos de percussão, trabalhadores do serviço público federal, iniciativa privada, trabalhadores rurais e dos movimentos sociais gritaram o mote "se votar, não volta. Ou param a reforma ou paramos o Brasil".
Organizaram a manifestação as entidades integrantes do  Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e do Fórum Nacional Permanente das Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), movimentos sociais da cidade e do campo.


Plenário da Câmara
Na terça-feira, 06, o relator da reforma na Câmara, Arthur Maia (PPS-BA), apresenta a nova versão do texto (Emenda Aglutinativa) no plenário. O substitutivo aprovado na Comissão Especial da reforma da Previdência aumenta o tempo de contribuição de 15 para 25 anos e a idade mínima dos homens para 65 anos e das mulheres para 62 anos (a partir de 2022).
As regras para alcançar o benefício serão as mesmas para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). Os trabalhadores rurais, professores do ensino básico, polícias legislativa, federal, rodoviária, ferroviária e civile os que praticam atividades prejudiciais à saúde terão idade mínima menor.  
A pensão por morte só poderá ser acumulada com limite de dois salários mínimos. O texto permite que a União, estados e municípios patrocinem planos de previdência complementar de entidades abertas e fechadas que não tenham sido criadas pelos próprios entes, inclusive, abre a possibilidade de privatização da previdência complementar dos servidores públicos.

 Ato contra a reforma da Previdência e em defesa da democracia
Também no dia 06, às 9 horas acontece a audiência pública “ O relatório da CPI da Previdência” na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal.
Às 14 horas os representantes da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social se reúnem no Ato contra a Reforma da Previdência e em defesa da democracia no plenário 14 da Câmara dos Deputados, para discutir ações.
Seminário
Dias 19 e 20 de fevereiro, acontece o Seminário em Defesa da Previdência Pública “A Previdência Social que Queremos”, no auditório Petrônio Portela do Senado Federal. Na ocasião, a representação do movimento sindical argentino vai compartilhar a experiência da luta contra a reforma da Previdência no país vizinho no fim do ano de 2017.
Serão ministradas palestras  sobre a emenda aglutinativa proposta pelo governo e o resultado da CPI da Previdência do Senado. O evento começa às 14 horas, do dia 19 de fevereiro e segue durante todo o dia 20.
Serviço
Audiência pública - O relatório da CPI da Previdência
Dia: 06/02/2018
Hora: 9h
Local: Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal
Ato contra a reforma da Previdência e em defesa da democracia
Dia: 06/02/2018
Hora: 14 horas
Local: Câmara dos Deputados, Plenário 2, Anexo II
Seminário em Defesa da Previdência Pública “A Previdência Social que Queremos”
Dia: 19 e 20/02/2018
Hora: 14h
Local: Auditório Petrônio Portela do Senado Federal

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

CNTE destaca o Dia Nacional da Visibilidade Trans

selo educacao sem lgbt fobia v01
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) se une aos movimentos sociais, em 29 de janeiro, na comemoração do Dia Nacional da Visibilidade Trans. Ações que contribuam à valorização da diversidade, à educação, à qualidade de vida e ao respeito a travestis e transexuais estão entre as prioridades da instituição.
A entidade vem de lutas de combate ao preconceito e pela cidadania. Dentre as ações da Confederação em apoio aos trans, está a presença em espaços políticos que contribuam à garantia de direitos. O secretário de Funcionários da Educação da CNTE, Zezinho Prado, e o secretário de Direitos Humanos da CNTE, Christovam de Mendonça Filho, tomaram posse, em dezembro de 2017, no Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (CNCD/LGBT), como titular e suplente, respectivamente, para o mandato 2018/2019.
Os resultados já começam a aparecer. Dentre as conquistas recentes da comunidade trans está a autorização do uso do nome social nos registros escolares da educação básica. A resolução, publicada no Diário Oficial da União, em 22 de janeiro, já está em vigor. Ela estabelece que as escolas devem assegurar propostas curriculares e projetos pedagógicos com o objetivo de combater quaisquer formas de discriminação em função da orientação sexual e identidade de gênero de estudantes, professores, gestores, funcionários e respectivos familiares.
Os alunos maiores de 18 anos podem solicitar o uso do nome social durante a matrícula ou a qualquer momento sem a necessidade de mediação. Já os estudantes menores de 18 anos podem fazer a solicitação, por meio dos representantes legais, conforme disposto no Código Civil e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Sobre o Dia Nacional da Visibilidade Trans
No dia 29 de janeiro de 2004, pela primeira vez na história, representantes desse segmento estiveram no Congresso Nacional para falar sobre a realidade da população trans no Brasil e reivindicar direitos. 
O Brasil lidera o ranking mundial de assassinatos de homens e mulheres trans, com 179 homicídios registrados em 2017.

CNTE