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segunda-feira, 18 de março de 2013

VICE GOVERNADOR, ROBINSON FARIA ASSINA DOCUMENTO APOIANDO A LUTA PELOS CAMPUS DA UERN E UFRN NA REGIÃO AGRESTE POTIGUAR

 Foto histórica: Nailma, Robinson Faria, Thaysa, Aquila e Eduardo Vasconcelos
 Vice Governador, ROBINSON FARIA assinando documento de apoio a LUTA da Comissão em Defesa dos Campusd UERN e UFRN, ladeados pela Aquila, Nailma e Thaysa
Na Reitoria da UFRN-Thaysa, Nailma, Eduardo e Aquila
 Nossas lindas e competentes secretárias adjuntas da comissão: Thaysa, Nailma e Aquila

Hoje por volta do MEIO DIA, o Vice Governador, ROBINSON FARIA recebeu em audiência membros da Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN e após um longo debate o Vice Governador, Robinson Faria assinou documento entregue pela comissão onde solicitava o empenho e apoio do mesmo na LUTA PELOS CAMPUS!

Prontamente o Vice Governador assinou e foi mais longe afirmando que os 04 Deputados Estaduais do PSD fecherão em bloco apoio a comissão a nível estadual, além de articular também com a Bancada Federal, a exemplo do Deputado Federal Fábio Faria.  Na audiência Robinson ressaltou que foi ele que conseguiu viabilizar a ida do Núcleo da UERN para Nova Cruz, colocando inclusive emenda para a viabilidade do núcleo., fato esse constatado.

O Coordenador Geral, Eduardo Vasconcelos que também estava presente a audiência adiantou ao Vice Governador, que existe três soluções para a viabilidade do CAMPUS da UERN.  1º - A construção do mesmo em terreno cedido pela UFRN, como ocorreu com o IFRN, hoje realidade; 2º -  Uma reforma no CAIC, onde hoje funciona a E. E. Joanita Arruda Câmara, mas para isso terá que haver um acordo entre os três governos, os Governos Municpal, Federal e Estadual, ou seja o terreno que hoje foi contruído o CAIC é da prefeitura, a mesma passaria assim para o Governo Federal e esse passando para o Estado que se encarregaria de fazer a reforma com recursos que já existe na conta do CAIC e em contra partida o Governo Estadual manterá o campus permanentemente e a 3ª solução para a comissão seria ampliar o atual núcleo para se adaptar ao campus, que funciona hoje ao lado da E, M, Nestor Marinho, mas claro para tudo virar realidade tem que ter as EMENDAS PARLAMENTARES, seja individuais ou coletiva.

No final da audiência Robinson Faria ficou de manter contatos imediatos com os parlamentares para discutirem ainda este ano uma forma eficaz a exemplo das emendas e já em 2014 quem sabe o campus da UERN comece a ganhar corpo e alma.  Quanto ao Campus da UFRN, Robinson Faria se comprometeu a falar com o Deputado Fábio Faria para que o mesmo além de procurar alocar emendas para os campus, fará também contatos com outros parlamentares para que façamcom o mesmo.  Emendas individuais ou coletiva.

A comissão antes de irem para audiência passaram no Campus da UERN - Central  e entregaram documento, um solicitando audiência com o Reitor, Milton Marques e o outro para a candidata a reitora da UERN, Ana Lúcia Dantas para que comprometa caso eleita a apoiar a luta pelo campus.  A comissão ainda passou pela UFRN para solicitar audiência com a reitora, Ângela Paiva.

domingo, 17 de março de 2013

9ª REUNIÃO EM DEFESA DOS CAMPUS DA UERN E UFRN TERMINOU EM CONFRATERNIZAÇÃO

9ª Reunião bate mais uma vez o recorde
Mesa das discussões
Comissão GANHANDO CORPO E ALMA

Secretárias da 9ª Reunião: Aquila, Geisla e Thaysa
Diretoria empossada da ACDCJ-Juriti:-esquerda para a direita: Alehandro, Edilson, Jr. Oliveira, Valdelene, Tonho, Leandro e Mailson
Diretores da AMES: Esquerda para direita: Tahysa, Nailma, Renata, Lucilene, Abraão, Guia, Andriely, Aquila e Gisele. Participaram da 9ª Reunião.
Hora do almoço
Confraternização com um concurso do "melhor" casal forrózeiro
Eduardo Vasconcelos, ladeado pelas futuras diretoras dos Grêmio Estudantil da E. E. Djalma Marinho.

Na 9ª Reunião da Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN realizada hoje pela manhã no Centro Social na Comunidade do JURITI - Nova Cruz/RN foi diferente de todas as outras.

Houve esclarecimentos, propostas e encaminhamentos, como por exemplo:  contactar com o restante das Bancadas dos Parlamentares  Estaduais e Federais, solicitando que os mesmos assinem documento se comprometendo a remanejar emendas individuais ou coletivas em prol dos Campus da UERN e UFRN, procurar entregar documentos aos candidatos a reitor da UERN se comprometendo-os a caso se eleito apoiarem a luta pelo campus em Nova Cruz,  além de discutirem e aprovar o local da próxima reunião e a estruturação do V CURSO DE FORMAÇÃO DE POLÍTICAS CULTURAIS E EDUCACIONAIS, que ocorrerá dias 06 e 07 de abril em Baía Formosa, pelo fato do mesmo ter sido adiado para este dia. Após a reunião houve também a posse dos diretores da Associação Cultural e Desportiva da Comunidade do Juriti - ACDJC.

A posse dos diretores da ACDCJ foi simbolica, mas contou com um almoço e um forró de confraternização, onde toda a comissão presente dançou, brincou, brindou  e se confraternizaram com os nossos diretores empossados (ACDCJ), que por sinal fazem parte da comissão.

Amanhã membros da comissão, Eduardo, Thaysa, Nailma e Aquila irão participar da audiência com o Vice Governador, ROBINSON FARIA, ás 11:30 em Natal, onde os mesmos pedirão ao Vice Governador que assine documento se comprometendo a lutar em prol da comissão na defesa dos CAMPUS.

HOJE, ÁS 9 HORAS NA COMUNIDADE DO JURITI: 9ª REUNIÃO DA COMISSÃO EM DEFESA DOS CAMPUS DA UERN E UFRN


Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN Ganhando CORPO E ALMA

Logo mais ás 9 horas no Centro Social do Juriti - Nova Cruz/RN aconecerá a 9ª Reunião da Comissão em Defesa dos Campsu da UENR e UFRN. ônibus sairá ás 8 horas de fronte a Escola Estadual ROSA PIGNATARO - Nova Cruz/RN.

A expectativa é grande pelo fato da Audiência amanhã (segunda) com o Vice Governador ROBINSON FARIA, prevista para ás 11:30 na Vice Governadoria em Natal.  Robinson Faria foi o autor da vinda do Núlceo da UERN para Nova Cruz quando foi Governandor em Exercício substituindo a Governadora Vila de Farias que se encontrava em viagem oficial.

Membros da Comissão irão pedir ao Vice Governador, Robinson Faria empenho e apoio a luta pelos campus, como também entregar documentos para que o mesmo assine oficializando tal apoio, como ocorreru com os deputados, Ricardo Motta, presidente da Assembleia Legislativa e a deputada Marcia Maia, ambos autores de requerimentos apresentados no Plenario da Assembleia solicitando a transformação do Nécleo em CAMPUS.

Hoje também discutiram novas estratégias de luta, como também a marcação do local da próxima reunião e contatos com os candidatos a reitores da UERN, já que a eleição ocorerá dia 20 de março, mas os 3 concorrentes por telefone já adiantou ao Coordenador Geral da Comissão, Eduardo Vasconcelos que apoiam a luta pelo campus.

Hoje também no Juriti após a reunião o presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos dará posse aos diretores da Associação Cultural e Desportiva da Comunidade do Juriti - ACDCJ, que terá como presidente o jovem Edilson Silva.  Depois haverá uma confraternizaçao.

quinta-feira, 14 de março de 2013

PRÊMIO CONCEDIDO AO EX-PRESIDENTE LULA É RECEBIDO PELO PRESIDENTE DA UNE


Medalha Darcy Ribeiro de Educação foi entregue durante cerimônia na Câmara dos Deputados

Na última terça-feira (12/3) o presidente da UNE, Daniel Iliescu, representou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a entrega do prêmio Darcy Ribeiro de Educação, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, em Brasília.

A entrega do prêmio foi articulada pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara, sob a presidência do deputado federal Newton Lima (PT-SP). Em 2012, deputados membros da comissão e senadores elegeram como ganhadores o Movimento Todos pela Educação e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), além do ex-presidente.

Enquanto Lula foi representado pelo presidente da UNE, o Movimento Todos Pela Educação foi representado por sua diretora-executiva, Priscila Cruz; o Senai, por seu diretor-geral, Rafael Lucchesi.

Iliescu afirmou que o pedido de representação foi muito bem recebido pela entidade. “Nossa interpretação sobre o pedido dele para que nós da UNE o representássemos para receber esse prêmio é um reconhecimento de que as conquistas alcançadas no país – durante o seu período na Presidência da República – só foram possíveis pela interação democrática e pelo protagonismo do movimento educacional”, ressaltou.

Para o deputado Newton Lima, os esforços do presidente Lula possibilitaram o lançamento das bases para atingir a meta de 10% do PIB na educação até 2020. “A presidenta Dilma Roussef também já demonstrou vontade política e agora cabe ao Congresso decidir sobre a destinação dos 100% dos royalties do petróleo para a educação”, pontuou.

O PRÊMIO

Desde 1998, o Prêmio Darcy Ribeiro de Educação é concedido anualmente a três pessoas ou entidades com trabalhos ou ações de destaque na defesa e na promoção da educação brasileira.

O ex-presidente Lula foi uma indicação da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ); o Movimento Todos Pela Educação, do deputado Raul Henry (PMDB-PE); e o Senai, do deputado Alex Canziani (PTB-PR). A escolha dos nomes que receberam o prêmio ocorreu em setembro do ano passado, em reunião da antiga Comissão de Educação e Cultura, hoje desmembrada para a criação de dois novos colegiados – um para a Educação e outro para a Cultura.

Da Redação-UNE

SÉRIE DE ATOS EM SP MARCAM OS 40 ANOS DA MORTE DE ALEXANDRE VANNUCCHI LEME


O estudante de geologia da USP foi torturado e morto pelos militares dentro do DOI-CODI

A Comissão da Verdade do Estado de São Paulo “Rubens Paiva” realizará nos dias 14 e 15 de março uma série de atos em homenagem aos 40 anos da morte do estudante de geologia da USP, Alexandre Vannucchi Leme, assassinado pela ditadura militar. 

Com o apoio da União Nacional dos Estudantes (UNE), União Estadual dos Estudantes (UEE-SP) e diversas outras entidades do movimento social, o ato “40 anos depois, Alexandre Vive!” contará com um show no Centro Cultural São Paulo, uma missa na Catedral da Sé e uma cerimônia no Instituto de Geociências da USP. 

Durante o ato na USP, a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, por meio da 68ª Caravana da Anistia, reconhecerá Alexandre Vannucchi Leme como anistiado político, colocando o Estado brasileiro como culpado pela perseguição, tortura e morte do estudante. Será protocolado também um pedido de desculpas oficiais para a família. 

Direito à memória estudantil

Com o objetivo de contribuir com a Comissão da Verdade do governo federal na busca de informações que possam resultar em pistas sobre estudantes desaparecidos durante o regime militar, a UNE e a UEE-SP instauraram suas próprias Comissões. 

Lançada em fevereiro, a Comissão da Verdade da UNE tem se organizado em duas frentes de trabalho. Uma política, para encaminhar ações com as universidades do país, ações culturais, judiciais e com outros segmentos da sociedade. E outra técnica, para “por a mão na massa”, realizar pesquisas bibliográficas, buscar acervos e dialogar com outras comissões. 

Já a “Comissão da Verdade Alexandre Vannucchi Leme” da UEE-SP será lançada no início de abril, servindo também de complementação das iniciativas já existentes. As ações dos estudantes paulistas contarão com um processo de busca em arquivos públicos e privados, visitas em locais onde a violação foi cometida, entrevistas com testemunhas e apuração dos fatos junto às vítimas (no caso de perseguição e tortura) e seus familiares. 

Alexandre Vannucchi Leme, presente!

Natural de Sorocaba-SP, Minhoca (como era carinhosamente conhecido), tinha 22 anos e cursava o 4ª ano da faculdade quando foi capturado pelos encapuzados da Operação Bandeirante (Oban) e levado para DOI-CODI no dia 16 de março de 1973, às 11h, de dentro da Cidade Universitária, local de forte resistência estudantil ao regime militar. 

Nas mãos dos repressores, o estudante foi submetido a sessões de torturas sendo iniciadas no momento da prisão durando horas consecutivas, lideradas diretamente pelo comandante daquele departamento, o major Carlos Alberto Brilhante Ulstra. Em seus relatos, os sobreviventes contam que o estudante ao chegar no DOI-COD, após horas de torturas foi colocado em uma solitária, onde após uma série de torturas foi encontrado morto com uma forte hemorragia no abdômen. 

Programação


14 de março
- Show “Conversando com a Paz”, com Sergio Ricardo e convidados
Local: Centro Cultural São Paulo.
Horário: 19h


15 de março
- Comissão de Anistia do Ministério da Justiça / 68 Caravana da Anistia: Ato Oficial de Reconhecimento pelo Estado Brasileiro de Alexandre Vannuchi Leme como Anistiado Político.
Local: Instituto de Geociências (USP)
Horário: 12h


- Missa em Homenagem a Alexandre Vannuchi Leme
Local: Catedral da Sé
Horário: 18h

Confira a reportagem da TV dos Trabalhadores com o jornalista Sergio Gomes, um dos organizadores do “40 anos depois, Alexandre Vive!”:

Fonte: UNE

quarta-feira, 13 de março de 2013

8 DE MARÇO: ESTUDANTES DA DIRETORIA EXECUTIVA DA UBES TAMBÉM COMPÕEM A ONDA DE MOBILIZAÇÃO “HOMEM DE VERDADE NÃO BATE EM MULHER”


A iniciativa de combate à violência contra mulher, apesar de amparada pela Lei Maria da Penha (Lei 11340/06), depende também das mobilizações social de conscientização. Além da agressão física, comportamentos machistas e sexistas ainda permeiam as relações sociais.
Para tanto, a UBES relembra que diversas questões de gênero podem ser caracterizadas como violência. Em ações mínimas do cotidiano, situações de violência se configuram em descumprimento dos direitos básicos da mulher, como por exemplo, impedir que uma jovem estudante participe do jogo de futebol na aula de educação física.
A lei é clara, como assegura no Art. 3° Serão asseguradas às mulheres as condições para o exercício efetivo dos direitos à vida, à segurança, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, à moradia, ao acesso à justiça, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.
De acordo com a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), até 70% das mulheres em alguns países enfrentam violência física e/ou sexual em sua vida. Na abertura da sessão de duas semanas da Comissão sobre o Status da Mulher, em Nova York, o vice-Secretário-Geral da ONU, Jan Eliasson, afirmou que “O problema permeia todos os países, mesmo nas regiões mais estáveis e desenvolvidas.”
No âmbito escolar e nas demais relações sociais, mesmo com a emancipação feminina, avanço que caracteriza a presidência de mulheres nos grêmios estudantis e do próprio Brasil, ainda carrega resquícios históricos a ser combatidos por novas frentes de luta, como a própria onda de conscientização.
Fique atento! A violência contra a mulher se desmembra em diferentes ações, não apenas física. Entre as violações estão:
- VIOLÊNCIA FÍSICA: qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal;
- VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA: qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação;
- VIOLÊNCIA SEXUAL: qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos;
- VIOLÊNCIA PATRIMONIAL: qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades;
- VIOLÊNCIA MORAL: Qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.
Permanente na luta, como tema do último 8 de Março em 2012, a UBES pautou em seu seminário de gestão – em São Paulo – o combate à educação sexista e o desafio de ocupação dos espaços de poder pelas jovens mulheres.
“HOMEM DE VERDADE NÃO BATE EM MULHER”
Fonte: UBES

8 DE MARÇO: UBES COMEMORA AVANÇOS E ERGUE BANDEIRA DOS NOVOS DESAFIOS


Comemorando o Dia Internacional da Mulher, a UBES, que tem em sua base a forte presença das guerreiras e combatentes jovens secundaristas, reafirma a certeza de que muito já foi feito, mas ainda há muita mais que se fazer: por um mundo, um Brasil livre de qualquer tipo de opressão às suas mulheres!
A UBES já levantou suas bandeiras, o debate de gênero tem sido amadurecido em torno de políticas afirmativas para as demandas práticas e subjetivas das mulheres brasileiras. Desde a cultura da igualdade até políticas públicas de segurança, precisamos expandir ainda mais o caminho para o protagonismo das jovens mulheres secundaristas, para que elas ocupem os espaços essenciais de transformação social, garantindo sua contribuição.
Estamos avançando! Nosso 2° Encontro Nacional de Mulheres Estudantes (2EncontroDEMulheres_RESOLUÇÃO_JAN2013) demonstrou que estamos construindo em caminhos firmes uma sociedade mais justa, igualitária e humana, na qual a mulher cumpre papel fundamental. Conquistar e exercer todos os nossos direitos é essencial, e nós, homens e mulheres, lutamos para que as mulheres estejam onde elas quiserem, nas ruas, nas praças, nas empresas, nas escolas.
Pela autonomia e emancipação feminina!
Fonte: UBES

terça-feira, 12 de março de 2013

"A LUTA DOS 10% DO PIB É TÃO IMPORTANTE COMO FOI A LUTA CONTRA A DITADURA"


Debate do 61º CONEG discutiu os desafios para conquista dos recursos do petróleo para a educação
Mobilização dos estudantes nas conferências municipais, estaduais e participação na a Conferência Nacional de Educação (CONAE). Estas foram as principais resoluções da mesa do CONEG que debateu neste sábado (9/03) a principal bandeira que a UNE tem defendido desde o ano passado: os 10% do PIB, 50% do fundo social do pré-sal e 100% dos royalties do petróleo para a educação.
“A nossa luta pela defesa da educação pública é fundamental para um país que precisa incorporar esses milhões de brasileiros que estão ascendendo em um projeto de cidadania”, defendeu Estevão Cruz, diretor de políticas educacionais da UNE. 
CONTEXTO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL.

A presidenta do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Azevedo Noronha, acredita que o país teve avanços recentes na educação como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Funbeb), a Lei o piso salarial profissional nacional e a realização da 1ª Conferência Nacional de Educação, que constituiu as bases do novo Plano Nacional de Educação (PNE).
Para ela, é imprescindível garantir o financiamento da educação via recursos do petróleo e assim assegurar a qualidade e os avanços na educação. “Ainda falta a medida provisória que diga que é imperativo vincular 100% dos royalties para o ensino público”, lembrou. Porém, diz a representante da Apeoesp, além de assegurar novos recursos é necessário uma gestão democrática com participação da comunidade e uma maior valorização dos professor.
O QUE SIGNIFICA OS 10% PARA A EDUCAÇÃO?

Segundo Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, essa porcentagem não vai revolucionar, mas será um grande passo até mais ou menos 2050, para beneficiar as gerações futuras. “É importante ter clareza que daremos um passo, mas não resolvemos o problema. Para a gente de fato se aproximar dos países desenvolvidos seria necessário 18%, o que não temos possibilidade ainda”, explicou.
E qual o risco do Brasil não investir 10% do PIB? Para Cara não é só uma questão do que vamos ganhar, mas do que vamos perder. “Para poder mudar o cenário da educação vamos precisar investir 10% nos próximos dois PNEs”, afirma. Cada Plano tem a vigência de dez anos.
Cara defende que temos que aproveitar o bônus demográfico e que ainda somos um país de jovens economicamente ativos. “O Brasil, assim como a China, é um país que está envelhecendo rápido. A partir desse ano mais de 15% da população terá mais de 65 anos. É a nossa geração que será responsável pelo pagamento da aposentadoria das gerações futuras”, explicou. De acordo com ele para isso se sustentar temos que assegurar uma educação de qualidade agora. E continuou: “Se essa geração atual não conseguir vamos passar esse déficit para as gerações que estão entrando nas escolas agora.” 
EM QUE PÉ ESTÁ O PNE?

A proposta que cria o PNE e estabelece 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a área de Educação está sendo discutida deste 2010. Foi aprovada pela Câmara dos Deputados no ano passado e agora aguarda avaliação no Senado.
De acordo com o que foi aprovado, serão utilizados 50% dos recursos do pré-sal diretamente em educação para que, ao final de dez anos de vigência do PNE, seja atingido o percentual de 10% do PIB para o investimento no setor.
Para acompanhar a execução do PNE foi formado um Fórum Nacional de que exigirá o cumprimento de suas metas.
Segundo Cara, o PNE como está no Senado federal, está deixando uma porta aberta para a transferência do recurso público para o setor privado. “Temos o ProUni, mas ele é uma questão emergencial. É inaceitável que essa transferência se torne uma prática comum”, critica. “É um risco deixar essa porta aberta no PNE, e não conseguir controlar mais. A tramitação ainda será complexa, vamos ter que brigar o tempo todo por financiamento público, para o setor público”, ressalta.
PNE PRÁ VALER

A Campanha Nacional pelo Direito à Educação é uma rede social que articula entidades através de Comitês Regionais por todo o Brasil. Ela é membro titular do Fórum Nacional de Educação e coordena o Movimento PNE pra valer. “Para nós sem dúvida o principal aliado é a UNE. Se aprovarmos 10% vai ser a primeira vez que educação vai ser prioridade, vai beneficiar uma demanda social que atende todos os dias mais de 50 milhões de brasileiros. Essa geração e essa luta é tão importante quanto a luta contra a ditadura e a luta do Petróleo é nosso”, destacou o coordenador da Campanha.
Para ele, os estudantes devem participar do CONAE, que acontece de março a abril de 2013, de forma mais ativa. “É lá que vamos debater essencialmente qual é o processo de educação que a gente quer. Para onde vão os recursos e como serão investidos. Nós não temos alternativa para garantir as mudanças que queremos se não for através da mobilização”, finalizou.
Cristiane Tada - UNE

COMISSÃO DA VERDADE DA UNE QUER ENFRENTAR O PRESENTE


Trabalho da entidade deverá funcionar como uma rede nacional e instruir comissões em outras universidades
A primeira reunião de trabalho da Comissão da Verdade da União Nacional dos Estudantes foi realizada na última sexta-feira (8/3), na sede das entidades estudantis, em São Paulo e contou com a participação do ex-ministro dos Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, “um militante à disposição da UNE”, como ele mesmo se definiu. Ou “um conselheiro de honra e um grande parceiro”, como disse o presidente da UNE, Daniel Iliescu.
Estavam presentes também o jornalista do Instituto Vladimir Herzog, Sérgio Gomes; a historiadora Angélica Muller; o sociólogo da Fundação Perseu Abramo, Carlos Henrique Meneciozzo; o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Adriano Diogo; além de estudantes de todo o Brasil representando DCEs e comissões de estudo sobre o movimento estudantil.
Daniel Iliescu explicou que o objetivo da primeira reunião era planejar, pensar métodos, dinâmicas e roteiro de acesso aos documentos do arquivo nacional. Ele também entregou uma lista com a sugestão de 29 nomes de estudantes mortos na época da ditadura que seriam focos de investigação.
O jornalista Sérgio Gomes doou à UNE um livro ilustrado organizado pelo Centro de Documentação e Memória da UNESP com cartazes de resistência à ditadura militar. Para ele, é necessário recuperar também a memória das lutas ganhas pelo movimento estudantil. “Não se trata de recuperar só o passado, mas de realizar esperanças, identificar vidas e projetos que pararam devido às perseguições”, explicou.
O deputado Adriano Diogo disse que são 70 mil brasileiros registrados que foram presos e torturados. Ele contribuiu explicando como foram encaminhados e divididos os trabalhos da Comissão da Verdade da ALESP.
Os estudantes presentes sugeriram estimular os DAs (Diretórios Acadêmicos), envolver mais os estudantes nessa luta para que eles possam ser vanguarda na bandeira dos direitos humanos e terem viva essa memória de resistência ainda nos dias de hoje.
Foi consenso na reunião que o grande papel da UNE é de mobilização a respeito do tema. “Uma Comissão da Verdade existe principalmente para recontar essa parte da história para a sociedade, reconstituir narrativas e trajetórias individuais”, ressaltou o presidente da UNE.
Para o ex-ministro Paulo Vannuchi, a UNE tem que fazer valer sua força entre as Comissões da Verdade já existentes, funcionar como uma rede nacional, instruir comissões dentro das universidades e fazer a ponte entre o governo. Ele refutou a ideia de obsessão pelo passado. “Não esquecemos o futuro e por isso temos que lembrar do passado. Pela primeira o país faz uma reflexão formal sobre si mesmo. E quem conhece a sua história, a sua raiz, só pode ser para melhor.”

Serão organizadas duas frentes de trabalho para avançar nas investigações. Uma política, para encaminhar ações com as universidades do país, ações culturais, judiciais e com outros segmentos da sociedade. E outra técnica, para “por a mão na massa”, realizar pesquisas bibliográficas, buscar acervos e dialogar com outras comissões.
A preocupação da Comissão é trabalhar com um prazo de um ano para poder contribuir mais eficazmente com os resultados da Comissão da Verdade Nacional. “Mas a data não é uma prisão, podemos estender os trabalhos conforme haver necessidade”, destacou Iliescu.
A próxima reunião da Comissão da UNE ficou marcada para o próximo dia 15 de março às 14h, na Universidade de São Paulo (USP). O encontro ocorrerá logo após ao ato oficial de reconhecimento pelo Estado brasileiro de Alexandre Vannuchi Leme como anistiado político. Leme era estudante de geologia da USP e foi morto em 1973 em interrogatório do Regime Militar. Na época o governo afirmou publicamente que o estudante foi morto num atropelamento. Em 30 de março de 1973 foi celebrada uma missa em sua intenção que virou um verdadeiro protesto político na Catedral da Sé, e reuniu cerca de cinco mil pessoas.
Cristiane Tada - UNE

ESTUDANTES ENCERRAM 61º CONEG DA UNE COM UNIDADE DOS MOVIMENTOS SOCIAIS


ATO POLÍTICO DA JUVENTUDE REUNIU LIDERANÇAS SINDICAIS , ESTUDANTES E CAMPONESASesas
Está confirmado. O ano de 2013 será o ano da juventude brasileira com importantes mobilizações do movimento estudantil e movimentos sociais unificados. A luta pela educação de qualidade, a conquista de trabalho digno para os jovens, a reforma política e a democratização dos meios de comunicação são alguns dos itens que deverão entrar em pauta durante as manifestações Brasil afora.
O tema que norteou o 61º Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG) da UNE, realizado entre os dias 8 e 10 de março, na capital paulista, foi, inclusive, a “Juventude na luta por um novo Brasil”.
A entidade reuniu cerca de 600 lideranças estudantis de todo o país para discutir suas opiniões e propostas, em um ciclo de debates com diferentes convidados. Em seu último dia, reforçando a unidade dos movimentos, um ato político reuniu o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras (CTB), Wagner Gomes; o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas; a presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Manuela Braga; o cônsul da Venezuela em São Paulo, Robert Torrealba; e integrantes do Movimento Sem Terra (MST) e Marcha Mundial das Mulheres (MMM).
Wagner Gomes afirmou que o avanço no Brasil só vai ocorrer com mobilização popular. ” As conquistas que queremos, com valorização do trabalho e da educação, só sairão do papel com muita luta do povo. Precisamos nos unir e sair às ruas para mostrar que queremos um rumo democrático para nosso país”.
Já Freitas, da CUT, reforçou: ”Para haver protagonismo e representatividade no ano de 2013, temos que unificar”.dos trabalhadores/as, da cidade, do campo, as feministas, as juventudes partidárias, religiosas, LGBT, dos coletivos de cultura e das periferias já têm data para mostrar a força das mobilizações conjuntas. De 25 de março a 1º de abril ocorre a 1ª Jornada de Lutas da Juventude Brasileira.
Para Gerson Silva, do MST, essa é uma aliança histórica. ”Esse é realmente o ano da juventude. Todas as forças estão concentradas. Não se faz transformação se não houver lutas estruturais e é isso que estamos conquistando”, explicou.
Tradicionalmente realizada no mês de março pelas principais entidades do movimento social, a Jornada de Lutas, neste ano, está sendo construída coletivamente com destaque para a área da juventude. A intenção é conseguir mais força e pressão a favor de temas que são considerados urgentes para todos como a reforma política, o fim do extermínio da juventude negra e o financiamento público para a educação.

Ao final do ato, todos os presentes fizeram uma importante homenagem ao ex-presidente da Venezuela, Hugo Chávez. O ato foi iniciado com um minuto de silêncio que, ao seu final, ecoou em vozes pelo auditório que afirmavam em uníssono:” Hugo Chávez, presente”. Um vídeo produzido pelo  jornalista João Santana, que comandou a última campanha vitoriosa de Hugo Chávez,  também foi apresentado. 
Emocionado com as manifestações, Robert Torrealba, cônsul venezuelano, afirmou que a luta continua. ”A maior homenagem que a juventude brasileira presta a Chávez é a reiteração de seus ideais e a construção de sua Jornada de Lutas. Nós continuaremos lutando junto aos povos da América Latina”, disse.
Para o presidente da UNE, Daniel Iliescu, o laço de fraternidade com o povo venezuelano permanece. ”A Venezuela não retrocederá, continuará avançando. Os estudantes brasileiros reafirmam aqui o seu total apoio ao país”, falou.

FINANCIAMENTO PÚBLICO DE CAMPANHA É ALICERCE PARA A REFORMA POLÍTICA


Especialistas discutiram o tema durante o 61º CONEG da UNE
As campanhas políticas no Brasil são abertas a receber doações do setor privado, tanto de pessoas físicas como jurídicas. No entanto, tal sistema acaba por privilegiar políticos ligados a grandes empresas fazendo com que o processo eleitoral seja exclusivamente decidido pelo poder econômico. Na prática, as eleições ficam nas mãos de quem tem mais dinheiro para financiá-las.
Por isso, surge cada vez mais a necessidade de se debater a reforma política no Brasil. O 61º CONEG, promoveu na tarde do último sábado (9/03), em São Paulo, um importante debate acerca do tema com a presença de especialistas no assunto.
Entre os convidados estavam o integrante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Luciano Santos, o representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Hugo Albuquerque, e o presidente da União Nacional dos Estudantes, Daniel Iliescu.
Segundo Luciano, o modelo de financiamento atual é de interesse puramente econômico. ”A cada real investido por uma empresa em determinada eleição, ela recebe de volta oito reais, em contratos ou licitações. Fica evidente que elas estão aí apenas para defender os seus interesses em detrimento aos interesses do povo”, falou.
O suposto poderio de grandes empresários sobre legislativos e executivos foi apontado como o principal problema do modelo vigente.
”O financiamento privado de campanhas determina limites para o avanço da luta democrática no país. Implantar um modelo que utilize apenas dinheiro público é o modo de romper com esses limites”, pontuou Iliescu.
A reforma política e as formas de viabilizar as campanhas são, atualmente, um dos temas mais importantes para o país. A UNE tem sua opinião. Defende, oficialmente, o financiamento exclusivamente público. Para a entidade, a aprovação dessa medida tornaria o processo eleitoral mais transparente. Antes do pleito, todos seriam informados de quanto cada partido poderia gastar e que parte caberia a cada eleição.
”O financiamento privado é desigual. Nele o candidato não vale por suas ideias ou caráter mas pela capacidade de arrecadar dinheiro. Através do financiamento público haveria uma forma transparente de fiscalização”, afirmou Luciano.
Para Iliescu, esse é um debate que não pode ser mais adiado. ”A matriz da corrupção nas eleições está no financiamento privado. O modelo exclusivamente público significa, portanto, a ampliação do debate democrático e o fortalecimento do país no que tange ao desenvolvimento social”, explicou.
Renata Bars - UNE

domingo, 10 de março de 2013

COORDENAÇÃO EM DEFESA DOS CAMPUS DA UERN E UFRN REUNIU-SE E APROVAM AÇÕES


 Coordenação em reunida em pleno domingo, mas por uma GRANDE CAUDA: CAMPUS JÁ!
 Decisões tomadas com cautelas e com responsabilidades 
Hoje pela manhã na Escola Estadual ROSA PIGNATRO, a Coordenação em Defesa dos Campus da UERN e UFRN reuniu-se para encaminhar as AÇÕES que serão encaminhadas inicio desta semana.

Eduardo Vasconcelos, que coordenou a reunião fez alguns esclarecimentos a respeito dos objetivos da comissão e repudiou a atitude de uma determinada educadora que de uma irresponsável tentou descaracterizar a mobilização que está sendo feita pela comissão em prol dos Campus da UERN e UFRN, falando inverdades, confundindo alguns estudantes, com um único objetivo o de DESMOBILIZAR ações da comissão que pelo um DIREITO SAGRADO o do direito a EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.  Essa educador deveria honra o seu diploma e exercer o seu verdadeiro papel para o qual foi formado, ou seja o de EDUCAR e não o DESEDUCAR !  Continuaremo na LUTA ! A esse educador temos é vergonha de deparamos ainda com esse tipo de gente, discurso usado na época da ditadura militar.

Após esses esclarecimentos foram aprovados as seguintes medidas:
- Elaboração de documento que será entregues aos candidatos a reitores da UERN. Que são: PEDRO FERNANDES RIBEIRO NETO, GILTON SAMPAIO DE SOUZA E ANA LÚCIA DANTAS, documento esse onde os mesmo se comprometem caso eleito dar continuidade a LUTA PELO CAMPUS!

- Estrutura para a 9ª Reunião da Comissão, que ocorrerá dia 17 de março, ás 9 horas na Comunidade do Juriti, onde na ocasião participarão da Posse da Diretoria da Associação Cultural e Desportiva da Comunidade do juriti-ACDCJ-Nova Cruz/RN.

- Estrutura do V CURSO DE FORMAÇÃO DE POLÍTICAS CULTURAIS E EDUCACIONAIS, que iria acontecer neste final de semana (9 e 10) em Baía Formosa, adiado por falta de estrutura, ficando para os dias 6 e 7 de abril na Escola Municipal JOÃO ANACLETO FILHO - BAÍA FORMOSA/RN.

- Encaminhar os nomes de THAYSA BARBOSA DE FARIAS, NAILMA DE SOUZA SILVA  e ALDO HENRIQUE DOS SANTOS PEREIRA para serem apreciados em reunião da AMES-NOVA CRUZ/RN em virtude do falecimento do seu presidente, Fernando Luiz de Souza e os afastamentos dos diretores Mayara Lima e Jansse.

- Marcada uma outra reunião para o dia 16, ás 10 horas no Estadual.

Todos estão em alerta inicio desta semana visando audiências que poderão surgir.

sábado, 9 de março de 2013

MEIA ENTRADA:CCJ do Senado aprova Estatuto da Juventude


CCJ aprova Estatuto da Juventude depois de polêmica sobre confecção de carteira estudantil


Passadas três horas de discussão e muita polêmica em torno da emissão da identidade estudantil, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (15), parecer do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) ao projeto do Estatuto da Juventude (PLC 98/2011). Além de emendas próprias, Randolfe decidiu incorporar ao texto proveniente da Câmara sugestões dos senadores Aloysio Nunes (PSDB-SP), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Alvaro Dias (PSDB-PR), Demóstenes Torres (DEM-GO) e Pedro Taques (PDT-MT). A matéria segue, agora, para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
Um apelo do presidente da CCJ, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), convenceu Demóstenes a desistir dos destaques para votação em separado em quatro pontos: faixa etária de cobertura doestatuto; meia-entrada em espetáculos financiados com recursos privados; desconto em passagens de transporte interestadual; e confecção da carteira de estudante. Após abrir mão de apresentar voto em separado à matéria, o senador por Goiás decidiu voltar a discutir esses temas na CAS e nas comissões de Educação, Cultura e Esporte (CE) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), que também vão examinar o PLC 98/2011.
Idade e meia-entrada 
Embora tenha elogiado as contribuições dos senadores, Randolfe não abriu mão de manter como beneficiários do estatuto as pessoas de 15 a 29 anos. Segundo justificou, sua posição segue recomendação da Convenção Iberoamericana de Juventude. Demóstenes defendia a redução dafaixa para 18 a 21 anos.
Em relação à meia-entrada para estudantes em espetáculos culturais, de lazer e esportivos, Randolfe também não reviu sua proposta de limitar o benefício a 50% da capacidade do espaço em eventos financiados pelo Programa Nacional de Cultura e a 40% da lotação nos bancados com recursos privados. Demóstenes reivindicou a restrição da venda desses ingressos promocionais às apresentações patrocinadas ou subsidiadas exclusivamente pelo poder público, por entender que a classe artística não pode arcar com esse ônus financeiro.
Apesar de Demóstenes ter apoiado a decisão de Randolfe de excluir do texto o desconto generalizado de 50% nas passagens de transportes intermunicipais e interestaduais, ele divergiuda decisão do relator de reservar - apenas no transporte coletivo interestadual - duas vagas gratuitas por veículo para jovens com renda igual ou inferior a dois salários mínimos. Ocupados esses assentos, ainda haveria mais duas vagas por veículo com desconto mínimo de 50% para estudantes nessas mesmas condições.
Exclusividade
O debate mais acirrado ocorreu quando Demóstenes, Pedro Taques e Alvaro Dias questionaram a exclusividade dada para a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes), bem como a entidades estudantis estaduais e municipais a elas filiadas, confeccionarem as carteiras de estudante.
A princípio, o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) propôs uma saída para afastar uma eventual inconstitucionalidade do projeto ao se estabelecer essa limitação: suprimir o termo "exclusivamente" do dispositivo.
De início, a proposta foi acatada pelo relator. No entanto, a medida não deixou satisfeitos os três senadores que levantaram a crítica. Em sua avaliação, só a substituição do termo "exclusivamente" por "preferencialmente" livraria o estatuto de inconstitucionalidade. Demóstenes considerou ainda uma afronta à Constituição o projeto listar entidades encarregadasda emissão da carteira estudantil, mesmo admitindo-se que outras também possam fazê-lo.
- Vamos dirigir uma lei para beneficiar determinadas pessoas jurídicas, que são respeitáveis, mas isso é inconstitucional - argumentou Demóstenes.
O consenso foi possível quando Randolfe concordou em ajustar o texto. Ao fazer isso, acabou acatando parcialmente emenda de Alvaro Dias que também garantia a gratuidade da carteira para estudantes comprovadamente carentes. Essa emenda resgatava ainda o espírito daMedidaProvisória 2.208/01, que acabou com a exclusividade de algumas entidades na expedição daidentificação estudantil.
Para ver a íntegra do que foi discutido na comissão, clique aqui.
Agência Senado(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)