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terça-feira, 18 de outubro de 2016

A CLINICA E LABORATÓRIO SÃO SEBASTIÃO LANÇA SITE PARA INTERLIGAR COM SEUS USUÁRIOS E FORNECEDORES

EndereçoRua MÁRIO NEGÓCIO, 13 - São Sebastião, RN, 59215-000
 Maquinas modernas e grandes profissionais
 Atendimento com grande profissionalismo e ambiente climatizado para seu melhor conforto
 Dr, Clóvis Macêdo 
O Laboratório e Clínica São Sebastião - Nova Cruz/RN agora tem mais um meio de comunicação para interegir e facilitar as informações buscadas pelos seus usuários/pacientes. Trata-se do site: http://labclinicasaosebastiao.com.br/ - Em apenas um clic você viaja pelo laboratório e aproveita para tirar suas dúvidas e manter contato direto com a cliníca. Parabéns a todos que fazem o Laboratório e Cliníca São Sebastião. "Orgulho dos agresteiros e paraibanos." 

Fundado pelo Farmacêutico Bioquímico Dr. Clóvis Patricio de Macedo no ano de 1981. Hoje sua equipe é formada por 02 Farmacêuticos Bioquímicos.
Hoje o laboratório está automatizado. Possui várias máquinas com interface, fazendo vários tipo de exames específicos e com agilidade na entrega dos mesmos, 90% dos exames são liberados no mesmo dia.

Dúvidas de Exames


1. A alimentação também interfere nos resultados de colesterol e triglicérides?
2. Água "quebra" o jejum?
3. Aspirina altera resultados de exames?
4. A urina só pode ser colhida no laboratório?
5. Bebida alcoólica pode alterar resultados de exames?
6. Crianças precisam de jejum para a coleta de exames?
7. E fumar antes de fazer exame, tudo bem?
8. Esforço físico atrapalha os exames laboratoriais?
9. Exame de sangue tem que ser sempre em jejum?
10. Exames que pedem jejum têm de ser feitos sempre de manhã?
11. Menstruação interfere nos exames?
12. Mulher menstruada pode fazer exame de sangue?
13. No caso de exame de urina, tem que ser a "primeira da manhã"?
14. Para colher o exame de fezes, a pessoa precisa estar em jejum?
15. Pode-se fazer exame de sangue com gripe, resfriado ou febre?
16. Por que devemos desprezar o primeiro jato de urina quando vamos fazer o exame?
17. Por que quando se tira sangue para exame, às vezes o local fica roxo?
18. Quantos dias deve-se ficar de abstinência sexual antes de coletar o Espermograma?
19. Remédios interferem em exames laboratoriais?

Acesse: http://labclinicasaosebastiao.com.br/

Fonte: Dr. Clóvis Patricio de Macedo
Rua.: Mario Negócio, 13
São Sebastião - Nova Cruz / RN
clinicasaosebastiao@uol.com.br
Fone.:(84)3281-2015 | (84)3281-2236

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Reunião da diretoria executiva da UBES aprova calendário de atividades

Em diálogo com a Primavera Secundarista, entidade delibera data dos eventos que reunirão lideranças estudantis de todo país para lutar contra retrocessos na educação

No sábado (8), a diretoria executiva da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) se reuniu na sede da entidade, em São Paulo, para definir o calendário de atividades e lutas do próximo período. Entre as deliberações está a realização dos principais fóruns da entidade, sendo eles o Seminário de Educação, o Encontro de Grêmios, o Conselho Nacional de Entidades Gerais (Coneg) e o Congresso.
Com a retomada da Primavera Secundarista, ocupações de escolas em todo o país contra os ataques do governo golpista de Temer à educação pública, a UBES anuncia eventos que reunirão lideranças estudantis de todo Brasil para colocar no centro do debate a luta contra retrocessos no setor.
“Neste momento de risco para nossa educação, a participação e organização estudantil se faz ainda mais necessária. Acima de tudo, não queremos mais essa política em seus velhos moldes, composta majoritariamente por homens, velhos, brancos e ricos. A juventude e os estudantes têm sede de mudança e a maior prova disso são as ocupações das escolas. É nesse sentido que convocamos esses eventos da UBES, porque são espaços de construção coletiva, onde vamos debater e aprovar as propostas da entidade por mudanças na nossa educação”, declara a diretora de Comunicação da UBES, Fabíola Loguercio
Entre os assuntos estará a defesa da democracia, a  Medida Provisória (746/2016) que propõe a reformulação do ensino médio de forma arbitrária, contra a Lei da mordaça (867/2015) e a PEC 241, que propõe o congelamento de investimento nos próximos 20 anos e ataca diretamente a educação, a saúde e áreas sociais.
“Vamos consolidar a opinião da UBES sobre a MP da Deformação do ensino médio, a PEC da redução da maioridade penal que continua tramitando, assim como a PL da Mordaça, que mesmo sem indicativo de voto, pode ser resgatada a qualquer momento. Por isso, convocamos a todos secundaristas para contribuir nesses debates, para que cada vez mais a nossa entidade seja mais plural, participativa e democrática”, explica a presidenta da UBES, Camila Lanes.
Confira eventos e datas.

SEMINÁRIO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

Indicativo de local e data: São Paulo (SP), nos dias 26 e 27 de novembro de 2016.
Com o tema “Das ocupações à reforma que queremos: secundarista respira luta!”, o Seminário Nacional de Educação da UBES discutirá o posicionamento da entidade em todo o país. A última edição aconteceu em 2014, às vésperas da Conferência Nacional de Educação (CONAE), quando a UBES debateu e aprovou suas propostas para a reformulação do ensino médio na construção da Nova Escola. Acesse aqui e relembre.

CONSELHO NACIONAL DE ENTIDADES GERAIS

Indicativo de local e data: Agosto de 2017, com local a definir.
O 16º Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG) convocará representantes das uniões secundaristas municipais e estaduais de todo o Brasil em evento que aprovará o posicionamento da UBES nas pautas de conjuntura, educação e movimento estudantil. Acesse aqui as deliberações da última edição que aconteceu em 2015.

CONGRESSO NACIONAL DA UBES 

Indicativo de local e data: Novembro de 2017, com local a definir.
O Congresso Nacional da UBES é o principal fórum deliberativo que reúne secundaristas brasileiros. Realizado a cada dois anos, é o momento em que estudantes de todas as regiões do país, eleitos delegados em suas escolas, elegem a nova diretoria e presidente da entidade. A última edição, realizada em 2015, marcou o início das ocupações da Primavera Secundaristas. Relembre aqui.

PRIMEIRO ENCONTRO LGBT E ENCONTRO DE GRÊMIOS

Indicativo de local e data: Fortaleza (CE), com datas a definir.
Rumo ao 3º Encontro Nacional de Grêmios da UBES, a entidade pretende reunir representantes das organizações estudantis que atuam dentro das escolas, fortalecendo a rede do movimento estudantil e a democracia no ambiente escolar. Relembre aqui a última edição.
No país que mais mata a população LGBT no mundo – segundo dados da ONG internacional Transgender Europe -, o movimento secundarista realizará o 1º Encontro LGBT da UBES para discutir estratégias de combate à LGBTfobia, levando o assunto para as discussões da sala de aula e toda sociedade.

ENCONTRO NACIONAL DE ESCOLAS TÉCNICAS E ENCONTRO DE MULHERES E NEGROS E NEGRAS

Indicativo de local e data: A definir.
Para reunir os representantes de escolas técnicas de todo o país e debater as políticas de investimento no setor em expansão, qualidade, acesso, papel social e econômico em seus estados e nacionalmente, em 2017, a UBES organizará o seu 14º Encontro Nacional de Escolas Técnicas. Veja aqui temas discutidos na edição de 2015.
Também aguarda definição de tema, local e data o Encontro de Mulheres da UBES e o Encontro de Negros e Negras da entidade.
Fonte: UBES

Lugar de mulher é… na política!

lugar de mulher samia

Site da UNE conversou com Sâmia Bonfim, 27 anos, que nas últimas eleições municipais de São Paulo foi eleita com 12.464 votos e será a mais jovem mulher entre os 55 vereadores de São Paulo.
Por Cristiane Tada
Sâmia Bonfim é formada em Letras pela USP, universidade na qual hoje é funcionária e integra o Sindicato dos Trabalhadores da instituição, o Sintusp. Começou sua trajetória política no movimento estudantil, em defesa da educação pública, por cotas, contra os estupros na universidade e por creches para as mães estudantes e trabalhadoras. Foi, por três vezes, da gestão do Centro Acadêmico de Letras e do DCE, sendo muito atuante na greve geral e na ocupação da reitoria em 2013. Atualmente, é do Setorial de Mulheres do PSOL, partido no qual é filiada desde 2011, e do movimento feminista Juntas!.
Foi no movimento de mulheres construindo atos pelo Fora, Cunha! e contra o deputado Jair Bolsonaro que ela mostrou força e disposição para ampliar a luta contra os retrocessos que estavam sendo colocados. Daí, também, cresceu a ideia e a vontade de ser representante das pautas populares como vereadora.
Eleita, ela vai enfrentar dentro da Câmara uma maioria conservadora e uma administração do PSDB sob o comando de João Dória, que já mostrou ter uma plataforma declaradamente neoliberal. Na análise de Sâmia, “a saída para avançar, mesmo sob massivos ataques dos governos, é não se fechar dentro das disputas da Câmara, estar aliada aos movimentos sociais e nunca tirar o pé da rua e das mobilizações populares”.
Confira abaixo as ideias que o site da UNE trocou com Sâmia Bomfim.

COMO TER AVANÇO NA PAUTA POPULAR SENDO MINORIA NA CÂMARA DOS VEREADORES?

De fato, essa é uma questão sobre a qual também estou refletindo muito. É um cenário bem complicado, a composição da Câmara não é nada favorável. Mas, eu acredito que, se por um lado anunciam-se muitas medidas impopulares dessa nova gestão, por outro avizinham-se também muitas lutas. Haverá um alinhamento forte entre os governos municipal, estadual e federal, que trarão muitos ataques mas, sem dúvida, muita luta e resistência por parte dos movimentos sociais. Acho que a saída é não se fechar dentro das disputas da Câmara, estar aliada aos movimentos sociais e nunca tirar o pé da rua e das mobilizações populares.

TEM COMO MELHORAR A SAÚDE E EDUCAÇÃO COM A PEC 241? COMO ELA PODE ATINGIR OS MUNICÍPIOS?

Não tem como. A PEC 241 é um grave ataque aos direitos sociais mais elementares e contradiz o discurso demagógico de boa parte dos candidatos em época de campanha. Como estão comprometidos com saúde e educação se concordam com o congelamento de investimento nessas áreas? Precisamos construir uma forte luta contra a PEC 241!

O PREFEITO ELEITO JOÃO DÓRIA PROMETEU EXTINGUIR AS SECRETARIAS VOLTADAS PARA MULHERES, NEGROS E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. COMO PODEMOS CONVENCER A OPINIÃO PÚBLICA PAULISTA DE QUE ESTAS PASTAS SÃO CRUCIAIS PARA A POPULAÇÃO DE SÃO PAULO?

Acredito que as mobilizações sobre as pautas democráticas, especialmente sobre os direitos das mulheres, cresceram no último período. O debate sobre o machismo e as desigualdades entre os gêneros se fortaleceu e se ampliou. Já não somos mais um movimento restrito – invadimos os lares e algumas vezes conseguimos pautar a grande mídia. Acredito que, diante da publicização dos graves índices de violência contra os setores oprimidos, bem como com a articulação de amplos setores que debatem e militam em torno do tema, é possível criar um forte movimento de resistência e defesa das secretarias.

O BRASIL PASSA POR UMA CRISE DE REPRESENTATIVIDADE MUITO GRANDE NA POLÍTICA. AGORA ELEITA, COMO VOCÊ PRETENDE MANTER O DIÁLOGO ABERTO COM OS ELEITORES E AS ELEITORAS?

Pretendo atuar como vereadora, mas não me fechar nas disputas dentro da Câmara. Vou continuar indo nos atos, mobilizações, debates, ou seja, continuarei sendo uma militante. Além disso, quero fazer um mandato aberto, com assessores ativistas, envolvimento de movimentos sociais, movimento feminista, sociedade civil. Além de manter um canal de comunicação e diálogo abertos, através de plenárias, assembleias, bem como redes sociais, mídia independente e aplicativos.

COMO A MULHER MAIS JOVEM ELEITA NA CASA E DECLARADAMENTE FEMINISTA, QUAIS SERÃO AS SUAS PRINCIPAIS BANDEIRAS DENTRO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS?

São muitas as batalhas pelos direitos das mulheres, mas minha prioridade deve ser o tema da violência, tendo em vista sua persistência e gravidade. Pretendo batalhar por Casas abrigo, Centros de referência e acolhimento das vítimas de violência, licença para as servidoras vítimas de violência, campanhas nas vias, praças e equipamentos públicos, por exemplo. Também pensar uma rede de saúde municipal que contemple saúde da mulher, direito a presença de doulas e parto humanizado, estímulo à amamentação.

Fonte: UNE

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Reforma da Previdência e PEC 241/16 são imposições do FMI

Reforma da Previdência e PEC 241/16 são imposições do FMI
Por Maria Carla 
Após aprovar a PEC 241/16, que congela por 20 anos os investimentos públicos, o governo Michel Temer e o Congresso Nacional irão votar a nova reforma da Previdência. Com isso, materializam parte das regras definidas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para o Brasil. O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) mostra que a PEC não se sustenta sem uma ampla e profunda reforma da Previdência.
Antônio Augusto de Queiroz, diretor de Documentação do Diap, afirma que o novo regime fiscal será votado antes das mudanças previdenciárias na perspectiva de que o fim justifica os meios. “Se o Congresso Nacional aprovar esse limite de gastos, terá de dar os meios, e a reforma da Previdência será essencial para atingir esse objetivo”, explica o analista político, em artigo intitulado “PEC 241 é gatilho para a reforma da Previdência”.
Queiroz afirma que, em relação à reforma da Previdência, a despesa de 2016 com os atuais aposentados e pensionistas, realizada com base na correção anual pelo INPC para todos os benefícios do INSS, está no limite imposto pela PEC. E isso significa que, após essa reforma, qualquer nova aposentadoria só poderá ser paga com o corte de outra despesa do governo ou quando os atuais aposentados e pensionistas deixarem de receber seus benefícios, por exemplo, quando falecerem.
O diretor do Diap esclarece também que a reforma da Previdência não será apenas para mudar as regras das futuras gerações, até porque sem o corte imediato ela não produzirá os resultados de que o governo necessita. Um exemplo disso é a mudança que, além de ser uma exigência do FMI, afeta toda a população segurada, a qual desvincula, de forma obrigatória, os reajustes do piso da Previdência do salário mínimo.
Nesta quarta matéria da série sobre reforma da Previdência, a diretoria colegiada do Sinpro-DF mostra a vinculação da PEC 241/16, do congelamento dos gastos públicos por 20 anos, com a reforma de Previdência, e busca denunciar o esquema de desmonte do Estado de direitos, sobretudo no campo da Educação e do magistério públicos.
SITUAÇÃO DOS TRABALHADORES SEGURADOS – RGPS
Queiroz aponta a mudança do critério de reajuste dos demais benefícios para adoção do IPCA em lugar do INPC. Vale lembrar que nos últimos 20 anos a diferença entre os dois índices, acumulados, é de mais de 10 pontos percentuais e que, “mantida a correção dos benefícios apenas pelo INPC, ou seja, sem computar o “ganho” real dos aposentados que ganham o salário mínimo, poderá haver um “descolamento” entre esse critério e o reajuste do limite de gastos pelo IPCA, o que provocará a desvinculação entre os reajustes do piso da Previdência e o salário mínimo”.
Assim, o objetivo da reforma da Previdência, portanto, é o de atingir os atuais beneficiários com o redutor do benefício, provavelmente mediante corte do reajuste e instituição de contribuição a aposentados e pensionistas do INSS; desvincular o reajuste do piso do INSS e o salário mínimo; aumentar o valor da contribuição e ampliar o tempo de permanência em atividade, mesmo com regra de transição para segurados que ainda não têm direito adquirido ou que não preencheram os requisitos para requerer aposentadoria; e implantar mais injustiça social no país com regras mais severas e restritivas para os futuros segurados.
SITUAÇÃO DOS SERVIDORES PÚBLICOS – RPPS
A situação do funcionalismo público poderá ser ainda pior. Além do congelamento do benefício durante a vigência da PEC 241, os atuais aposentados e pensionistas poderão ter de contribuir com alíquota maior e sobre a totalidade do benefício.
Segundo Queiroz, os que ingressaram no serviço público antes de 2003, que pela atual regra de transição ainda poderiam ter paridade e integralidade, perderão esse direito e permanecerão mais tempo em atividade, mesmo que haja nova regra de transição em relação ao tempo que falta para aposentaria. Os futuros segurados do regime próprio serão submetidos às regras do Funpresp, porém, com novas exigências.
FMI COBRA PRESSA NA APROVAÇÃO DAS REFORMAS
Essas regras, contudo, advêm do FMI. No fim de setembro, um comunicado assinado por Christine Lagarde, diretora-gerente do Fundo, elogiava a política econômica adotada após o golpe de Estado e cobrava agilidade na reforma da Previdência. A prova disso é que, no capítulo das recomendações, o FMI classificou a reforma da Previdência como “imperativa” e fundamental, dentre outras medidas, como, por exemplo, a revisão da indexação do salário mínimo.
No documento, Lagarde diz que a aprovação rápida do teto de gastos públicos, ou seja, da PEC 241/16, e da reforma da Previdência “impulsionariam a confiança e os preços dos ativos”. E ameaça o país ao dizer que “o FMI considera que os riscos negativos ainda prevalecem no cenário econômico brasileiro: no plano doméstico, um possível fracasso do governo em aprovar no Congresso as reformas necessárias e uma ‘reintensificação’ das incertezas políticas, poderá levar a mais quedas nos preços das commodities e condições financeiras mais rígidas”.
PEC 241 ESCONDE ESQUEMA FRAUDULENTO
Para a Auditoria Cidadã da Dívida, a PEC 241/2016 é um instrumento para assegurar recursos financeiros públicos às “‘empresas estatais não dependentes’ que operam esquema fraudulento de transferência de recursos públicos para investidores privilegiados”. Maria Lúcia Fattorelli, coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, avisa que “bem escondido no texto proposto pela PEC 241/2016 para o Art. 102, inciso V, parágrafo 6º, inciso IV, do ADCT, encontra-se o privilégio de recursos, à vontade, sem teto e sem limite, para ‘empresas estatais não dependentes’”.
Ela explica que essas empresas “são pessoas jurídicas de direito privado e operam escandaloso esquema de transferência de recursos públicos para o setor financeiro privado, tendo em vista que vendem, a investidores privilegiados, com desconto que pode chegar a 60%, debêntures com garantia real (dada pelos entes federados), pagando juros estratosféricos que podem ultrapassar 20% ao ano”.
E completa: “Esse esquema está mascarado por sedutora propaganda de que entes federados poderiam “vender”, “ceder” ou “novar” direitos de créditos de Dívida Ativa de difícil arrecadação. Na prática, tais créditos continuam sendo cobrados por órgãos competentes (Procuradorias de Fazenda), e o que está sendo cedido de fato, pelos entes federados a “empresas estatais não dependentes”, é meramente uma garantia onerosíssima, sem contrapartida alguma, o que é ilegal. Os projetos de lei PLS 204/2016, PLP 181/2015 e PL 3337/2015 visam a “legalizar” esse esquema, que irá provocar um enorme rombo nas contas públicas”, denuncia.
Fattorelli informa que “esse negócio entrou no país por meio de consultorias especializadas, como a ABBA Consultoria e Treinamento, por exemplo”. E traz o currículo de Edson Ronaldo Nascimento, responsável da ABBA. Ele é também assistente consultor do FMI, presidente da PBH Ativos S/A (empresa estatal não dependente de Belo Horizonte); superintendente Executivo da Secretaria de Fazenda do Estado de Goiás; Secretário de Fazenda do Estado de Tocantins, entre outros cargos estratégicos ocupados no Distrito Federal e na Secretaria do Tesouro Nacional.
“Assim o esquema se alastra. É infame que a mesma PEC que engessa por 20 anos investimentos sociais em saúde, educação, assistência, previdência, segurança, etc. privilegie a destinação de recursos à vontade, sem limite e sem teto algum, para alimentar esse esquema semelhante ao que quebrou a Grécia”, afirma a coordenadora nacional da Auditória Cidadã da Dívida.
Confira a seguir outras matérias da série Reforma da Previdência:

As idas e vindas de um ventrículo político – Por Richard Santos*

Todos os relacionamentos forçados, casamentos arranjados, em sua maioria, têm uma fórmula e/ou momentos comuns: começa bem, há promessas de amor eterno e troca de cuidados mútuos. Aos poucos surge o ciúme, a posse, as agressões psicológicas e físicas – inclusive o estupro conjugal – o arrependimento, uma nova lua de mel e, um dia, a morte, sempre de forma violenta. O ciclo de violência doméstica contra a mulher é igual em todo o planeta. Apesar disso, nem todas percebem a armadilha da qual são vítimas ou quando percebe já é tarde, deixa órfãos filhos incrédulos e vizinhos raivosos e alijados do relacionamento saudável que até então tinham, pelo novo parceiro (a) do violentador (ora).
Olhe bem o Brasil atual, governado pelo ilegítimo Michel Temer, pense nas nossas relações exteriores com José Serra, nos retrocessos dos direitos conquistados pelos movimentos sociais, a insegurança da educação, a precarização das relações trabalhistas, o fim dos ministérios fundamentais para o diálogo entre maiorias minorizadas e governo, e me diga se não tem relação com um casamento que começa arranjado?
Sim, não estou aqui para jogar flores ao governo deposto, creio sim que os arranjos feitos no governo Dilma para a manutenção do poder e pretensa governabilidade, que é dos tempos de Lula e sua tentativa de conciliação de classes, nos levaram a essa situação atual. Colocaram a mocinha na mão do lobo e não acreditaram quando o lobo dispensou a vovozinha para comer a mocinha e afanar seus pertences. Essa é síntese do golpe jurídico/midiático acontecido no Brasil, o qual boa parte da massa não se deu conta de que está sendo violentada diariamente. Porém, simples seria condenar o golpista e achar que de repente ele mudou sua postura política, não sejamos inocentes úteis, vamos a alguns dados sobre sua folha corrida.
Observar o passado de uma pessoa faz com que se compreenda minimamente o seu comportamento presente, ações e atitudes associadas a seu imaginário e mentalidade. Tentar entender Temer no governo é buscar em seu passado as causas de sua ascensão política, apadrinhamentos e submissões. Sua insegurança em tomar decisões, a insistente discrição arrombada pelo vazamento da carta enviada a presidenta legítima Dilma Rousseff. O olhar apurado, nada mais revela do que um político a serviço de poderosos grupos de interesses supranacionais que não pode ou abriu mão de uma legitimidade do ato político independente, em favor de uma subserviência da ação. Temer que cresceu politicamente durante o governo Franco Montoro em São Paulo ouviu seu primeiro “Fora Temer” em 1985 durante as assembleias grevistas da Polícia Civil de SP (ver reportagem do jornal Folha de São Paulo)**, como secretário de segurança do estado, assim como na presidência, mudou de posições diversas vezes, ao gosto do freguês.
Imagine que durante sua gestão no governo Fleury, como secretário da segurança pública propôs o fim da polícia militar e a unificação das polícias, conforme edição do jornal Folha de SP citado acima, em outro momento acusou o crescimento da indústria pornográfica na capital paulista como o principal motivador do aumento da criminalidade, em suas palavras: “A divulgação do chamado sexo explícito, tanto no cinema quanto em meios escritos, atua como elemento de incentivo ao crime, já que essas mensagens atingem, sobretudo, as pessoas carentes, econômica e emocionalmente” (TEMER- Folha de SP, 09.05.2016).
Enfim, as tentativas vistas ultimamente de dar uma nova imagem ao trapalhão e seus asseclas, não logrará êxito se não for associada a uma revisão do passado e uma reestruturação mental. Isso, certamente não acontecerá e continuaremos vendo “patetices” gigantescamente prejudiciais para a maioria da população em beneficio de uns poucos. Veremos também o papel do macho na condução do governo com mão de ferro e os acordos com os governos estaduais para o endurecimento da ação da polícia nas ruas, principalmente quando for na repressão às manifestações legitimas contra o seu “desgoverno”. É preciso estarmos atentos, nossa vida não vale nada para eles. Estão programados para nos eliminar.
** http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/05/1769180-vice-investiu-na-seguranca-em-sp-e-defendeu-temas-conservadores.shtml (última visualização em 10/10/2016).
Fonte: UJS

Retrocessos do golpe: Deputados aprovam PEC 241



Por 366 votos a 111, parlamentares da base aliada do governo ilegítimo Michel Temer aprovaram a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/16, que impõe um teto para os gastos públicos por 20 anos, afetando áreas como saúde e educação. A onda golpista está sendo implacável contra os direitos do trabalhadores.
A sessão que aprovou a PEC se arrastou por quase dez horas, e para garantir que fosse aprovada o golpista Temer promoveu um jantar do último domingo (9), em pleno Palácio da Alvorada, com direito a palestra de dois economistas de fora do governo para explicar a “necessidade” da aprovação da PEC 241, os gastos do banquete foram pagos com dinheiro público.  A tática do golpista deu certo, parlamentares da base aliada chegaram a chamar os ajustes de “PEC da Responsabilidade”.
Na opinião de Renan Alencar, presidente da União da Juventude Socialista, “a aprovação da PEC 241, talvez seja o maior assalto aos cofres públicos desde o início dos anos 90, desde o início da implementação da tática neoliberal no Brasil. Ela limita em 20 anos a correção e o aumento dos gastos sociais abaixo da inflação, é algo criminoso, ainda mais em tempos de crise. Já no ano que vem, as universidades públicas, por exemplo, terão dificuldade de funcionar caso a PEC seja aprovada, a situação da saúde, nos estados onde já é caótica tende a piorar, então é uma PEC criminosa que nos deixa muito preocupados. E ainda teremos a votação em segundo turno na Câmara, as mobilizações tendem a aumentar e os movimentos sociais e a UJS estarão mobilizados pra impedir e denunciar a PEC 241″.
A PEC 241 é um claro ataque contra os mais pobres no nosso país.  Em recente entrevista ao Portal Vermelho, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirmou que “nos Estados que estão ainda precisando com muita força universalizar serviços públicos, o impacto é ainda mais desastroso. Se você tem uma PEC de teto, de congelamento de gastos, você congela desigualdades. Do ponto de vista das desigualdades regionais e sociais, é ainda mais perverso”.
“É uma vergonha o que a Câmara vota neste momento, o congelamento das despesas da educação e da saúde por 20 anos. Isso vai para a Constituição. É um erro gravíssimo. Estamos engessando o uso dos recursos públicos, mesmo que a realidade econômica seja diferente, prejudicando o povo,” destacou o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). Já na opinião da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), esse é o segundo momento mais grave da democracia brasileira, depois do impeachment. “É o desmonte do Estado e do sistema de proteção social do brasileiro. Teremos mais contração, mais recessão e mais desemprego.”
O texto agora passa por uma nova votação na Câmara antes de seguir  para o Senado.

Agora é Lei: jovens podem viajar de graça em ônibus e trens interestaduais

A Resolução nº 5.063/16, que regulamenta a gratuidade para o jovem de baixa renda em viagens interestaduais no transporte rodoviário e ferroviário, foi regulamentada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A regra entra em vigor a partir desta quinta-feira, 31. A concessão do benefício, no entanto, é condicionada à emissão da identificação do beneficiário pela Secretaria Nacional da Juventude.
Agora as prestadoras deverão reservar duas vagas gratuitas e outras duas com desconto de 50% em cada veículo ou comboio ferroviário de serviço convencional. O benefício não inclui tarifas de pedágio, de embarque nos terminais ou despesas com alimentação.
A gratuidade será concedida mediante a apresentação da Identidade Jovem, documento que atesta que o portador é um jovem de baixa renda. A passagem só será emitida…[LEIA MAIS]
Radar Nacional
C/ UNE

Atenção: O primeiro passo é se cadastrar no CADúnico e na ANTT.Telefone 166;
E-mail ouvidoria@antt.gov.br;
Site da Agência (www.antt.gov.br) na “aba” Fale Conosco;
Pessoalmente, nos pontos de atendimento da ANTT, nos principais terminais rodoviários do país.
Denúncias ou reclamações:
Mais informações: https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=318066 ou http://www.iobonline.com.br/Repository/ConsultaDocguid=I2F57476F8A8F8EB2E05330B5DE0A7533&produto=iof

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Últimas Notícias PEC 241 aumenta retrocesso e abre porta para a revogação de políticas públicas

Por Renata Bars
Conhecida como ”PEC do teto de gastos”, medida estabelece o congelamento dos investimentos governamentais em saúde e educação por 20 anos
Um dos pilares da política golpista de Michel Temer, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241 preocupa os movimentos sociais. Isso porque a medida tem como objetivo colocar um limite para despesas fundamentais do governo pelos próximos 20 anos. Na prática, significa que os gastos ocorrerão somente até um determinado valor em itens como saúde, educação, previdência, e mais.
Devido ao pedido de vistas pela oposição durante a leitura do parecer na Câmara dos Deputados na última terça-feira (4), a votação deve acontecer na quinta (6). Para ser aprovada, a PEC precisa atingir 308 votos do total dos 513 parlamentares. Se concluída, ainda que a economia cresça, os investimentos dos governos, incluindo os estaduais e municipais, não poderão ser aumentados. Tal aprovação pode até mesmo afetar programas sociais como o Bolsa Família e a política de valorização do salário mínimo.
Para a vice-presidenta da UNE, Moara Correa, a PEC é um golpe dentro do golpe.
”Os movimentos sociais estão na luta contra essa medida porque ela impossibilita qualquer avanço, tornando-se um imenso retrocesso em educação, saúde, previdência social, saneamento. A gente precisa de mais investimentos. Com essa PEC nenhum programa novo poderá ser criado e os que existem sofrerão as consequências”, avalia.
De acordo com o texto da PEC, o orçamento para os gastos públicos de cada ano será definido pelo crescimento da inflação do ano anterior. Dessa forma, as contas deixam de ser vinculadas à Receita ou ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
”No Brasil, quase 50% do PIB já é reservado para pagar juros da dívida externa, já vai pros banqueiros. E eles querem fazer uma economia maior em cima de quem mais precisa, não pensam em taxar os que ganham mais?”, questiona Moara.

IMPACTOS NEGATIVOS

O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioecônomicos (DIEESE), apresentou no final de setembro uma simulação de como seriam os investimentos feitos pelo governo federal na saúde e educação, caso a PEC 241 estivesse em vigor desde 2002. Segundo o estudo, o governo federal teria investido 47% menos em educação do que investe atualmente, totalizando R$ 377 bilhões. Na saúde seriam 27% a menos, uma soma de quase R$ 300 bilhões.
A diretora de universidades públicas da UNE, Graziele Monteiro, afirma que o orçamentos das universidades brasileiras pode ser afetado de forma drástica.
”Cortar dinheiro da educação é cortar bolsas de pesquisa, extensão, salário dos professores e também a assistência estudantil. A universidade pode voltar aos tempos em que não havia como pagar a conta de luz”, alerta.

OS PERIGOS DA PEC 241

Sem muito alarde na grande imprensa, vai avançando no Congresso Nacional um dos maiores retrocessos para os direitos e para qualquer investimento social. A PEC (Projeto de Emenda Constitucional) 241,  é defendida por Michel Temer e sua equipe de governo golpista, e altera o regime fiscal, limitando os gastos do governo aos reajustes da inflação. Ou seja, se esse ano a inflação fechar em torno de 8%, em 2017  esse será o aumento de orçamento destinado para a saúde e educação, por exemplo. Nenhum centavo a mais para aprimoramento desses direitos, o que irá implicar em mais precarização.

Para Flavia Oliveira, presidenta da UEE-SP, com a possível aprovação do Projeto, o cenário para educação é sombrio: nenhuma expansão, cortes em programas de assistência estudantil e em bolsas para pesquisa. 

“A atual lei orçamentária vincula os investimentos com a receita da união. Com a PEC 241, a verba destinada para a educação e saúde não teria aumento real em duas décadas, apenas o reajuste inflacionário, o que deixaria universidades mais sucateadas. Haverá diminuição de novas vagas e investimentos limitados em pesquisa e produção de conhecimento”, avalia a presidenta.

Henrique Domingues, diretor de universidades públicas da UEE-SP e presidente do DCE FATEC, afirma que PEC 241 é o que de pior pode acontecer com a luta pela educação e pela defesa dos direitos, e traduz em outras palavras o que de fato significa sua aprovação:
“Durante os próximos 20 anos toda a estrutura pública federal se congelará. O real e principal objetivo desta medida é abrir espaço para que a iniciativa privada assuma as responsabilidades do governo, dando consequência ao novo projeto político de nosso país, que visa privatizar e entregar o patrimônio público brasileiro para os interesses internacionais”,

E questiona: “Afinal, como serão construídas novas universidades, hospitais, ferrovias, hidrovias, núcleos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, plataformas de extração de petróleo, entre outras estruturas essenciais ao desenvolvimento nacional se os gatos públicos estarão congelados, a mercê da inflação? “

A entidade Campanha Nacional pelo Direito a Educação engrossa o coro contra o Projeto, incluindo uma denúncia na ONU, com críticas à proposta e expondo as ameaças que estão em jogo.

Segundo o documento: " (a Pec 241) coloca em risco a educação de cerca de 3,8 milhões de crianças e adolescentes de 4 a 17 anos, que estão fora da escola, as metas do PNE – como o piso salarial nacional dos professores e a destinação dos royalties do petróleo para educação e saúde"

A carta-denúncia ainda relaciona a população brasileira e avalia que atualmente estamos vivendo o último bônus demográfico,  o que implica em envelhecimento da população a partir de agora.

"Um país de uma população idosa, que não teve acesso à educação de qualidade, significa um país idoso sem capacidade efetiva de participar da economia mundial", diz o documento. 

“O golpe caminha rápido, exerce o poder de maneira implacável enquanto detém a caneta. A resistência precisa ser igualmente implacável, de maneira intensa nas ruas os estudantes, intelectuais, artistas, trabalhadores e trabalhadoras, demais setores democratas precisam se colocar em luta contra esse imenso retrocesso", convoca Henrique.

Fonte: UEE/SP

FIES AMEAÇADO!


Por: Sara Puerta 

Desde o mês de julho os repasses do FIES vindos do Ministério da Educação para as universidades estão em atraso. Isso é: desde que o governo Michel Temer assumiu nenhuma instituição recebeu os valores para a manutenção do financiamento.
Com isso ficaram suspensas as renovações de contratos do segundo semestre de ano e afetando 1,8 milhões de estudantes. Segundo o Semesp (Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior) os valores atrasados já chegam a R$ 5 bilhões, prejudicando 1538 instituições.

Nessa segunda-feira, 03.10, a UEE-SP e centenas de estudantes de diversas universidades iniciaram um debate na PUC-SP e uma mobilização, que percorreu as ruas da região oeste e que será precedido por diversos atos nos próximos dias, para pressionar o MEC pela regularização da situação.

Flavia Oliveira, presidenta da UEE-SP, avalia o cenário critico da educação com essa suspensão de pagamentos." O ensino superior no Brasil corre o risco de entrar em colapso. Universidades públicas estão sem dinheiro e sob ameaça de cortes, e as instituições privadas nesse momento vivem essa crise que afeta milhares de estudantes que já iniciaram a graduação e podemos viver uma evasão sem precedentes .Ocuparemos as ruas, as universidades e o Congresso Nacional para garantir que esses alunos concluam os seus sonhos". 

Deputados e senadores se reuniram nesta terça-feira (4.10) em sessão conjunta para a votação de vetos presidenciais, a conclusão da apreciação da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2017,porém não houve quórum para a votação que libera créditos suplementares para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Nessa quarta-feira, 5.10, está novamente prevista a votação.

Enquanto isso, quase dois milhões de estudantes aguardam para regularizar a situação.
Rodrigo Capelato, diretor executivo da Semesp, observa que ainda que a situação seja regularizada, muitos atrasos nas bolsas ocorrerão até o aditamento dos contratos. "É preciso revisar o orçamento destinado ao Fies para o próximo ano e garantir a manutenção de quem já está no programa, pensar em novos beneficiados, sem afetar ainda mais a sua credibilidade."

Fonte: UEE/SP

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

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