Vânia Guerra, coordenadora do SINTEST-RN, dando entrevista antes do inicio da audiência
Reitor Ivonildo Rêgo sendo entrevistado antes do inicio da audiência pública
Mesa de Abertura da Audiência Pública para debater a MP 520
Auditório da Faculdade de Farmácia completamente lotado
João Maria dos Santos, coordenador do SINTEST, atento a audiência
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN, promoveu ontem (6) no Auditório da Faculdade de Farmácia uma Audiência Pública para debater a Medida Provisória 520, editada no último dia do mandato do Presidente Lula, que para a FASUBRA - Federação de Sindicatos das Universidades Brasileiras e o SINTEST - RN: (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Ensino Superior) representa um retrocesso no fortalecimento dos serviços públicos, sob o controle do Estado, pois traz a baila, mais uma vez, o debate sobre concepção de Estado. A manutenção da flexibilização das relações de trabalho com a terceirização nas Universidades, através de parcerias com Fundações de Apoio Privadas, Empresas de terceirização e, por último, com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH, aprofunda as contradições existentes na formatação do estado brasileiro. Os movimentos sociais e, em particular a FASUBRA, estão atentos a essa disputa. Não pode ser secundarizado o papel que a Universidade Pública Brasileira desenvolve na transformação social, no desenvolvimento e soberania do país, por encontra-se intrinsecamente relacionado ao modelo de estado. Na abertura o Reitor Ivonildo Rêgo afirmou que ás universidades brasileiras passam por uma crise. Segundo o reitor, a medida provisória 520 será votada ainda este mês pelo Congresso Nacional. É bom a sociedade ficar atenta, pois caso contrário quem perde somos nós, já que o atendimento oferecido pelos Hospitais Universitários, quase 100% é financiado pelo SUS. O próprio Conselho Nacional de Saúde já se manifestou contrário à MP 520.
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