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sábado, 7 de junho de 2014

MT: INSTITUTO FEDERAL ELEGEU NOVA DIRETORIA DO GRÊMIO ESTUDANTIL

Organização estudantil é sinônimo de gestão democrática e elemento central para construção de uma escola mais atrativa
A realidade é outra pra quem mora e estuda nas escolas do Mato Grosso. Em um estado totalmente atrasado nas políticas que reconhecem a importância da democracia nas salas de aula, o enfrentamento faz nascer a novidade. A eleição para o grêmio estudantil do Campus Octayde Jorge da Silva, em Cuiabá, realizada no último dia 29/05 é o sinal de que os secundaristas continuam na luta por autonomia e contra a ditadura nas escolas.
Com 683 votos em urna, em um processo democrático que reuniu as turmas da manhã, tarde e noite, secundaristas do ensino médio integrado, Proeja e Subsequência definiram as diretrizes da próxima gestão dentro da instituição de ensino. A Chapa Mude saiu vencedora no processo eleitoral que ganhou a opinião de todos, tendo entre suas pautas: Transparência escolar, reivindicando fala dos alunos por meio de assembleias; mais diálogo com a direção, coordenações, departamentos e outras entidades.
Para o vice-diretor da UBES no Mato Grosso, Elyson Rodrigues, o momento é comemorativo e importante. “A organização estudantil ganha mais um grêmio para reforçar ainda mais o estado, que com toda certeza será a melhor gestão que o Instituto Federal já teve. É de extrema importância que as escolas sejam democráticas, onde os alunos tenho voz e direito de expor suas ideias e não ser reprimidos por seus diretores”, destacou.

DEMOCRATIZAÇÃO DAS ESCOLAS MATO-GROSSENSES

Inúmeros casos são registrados diariamente em todo o estado, secundaristas que são barrados pelas direções, impossibilitados de passar nas salas de aula para apresentar à juventude o direito de livre organização que é garantido desde 1985 por meio da Lei nº 7.398, Lei do Grêmio Livre.
A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) compreende na formação do grêmio estudantil a voz daqueles que podem construir uma escola mais atrativa, com participação e opinião dos jovens que dão corpo a diferentes escolas e realidades. Esta é uma das chaves para uma instituição mais representativa, que coloque professores lado a lado na construção de um ensino não opressor e de qualidade.
Da Redação - UBES

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