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sábado, 5 de novembro de 2011

ALMA NA GERAL DE QUEM SENTE: O QUE ME APAVORA...


E, se no final das contas, for só isso mesmo?

Será que a finitude da vida se resume apenas a sua própria beleza?

Olhar para o céu é simplesmente incrível, qualquer hora que seja, qualquer tempo que esteja, a beleza é inigualável, seja nas formas das nuvens, no azul infinito de um dia ensolarado ou no escuro iluminado pela lua, com os pingos de estrelas a deflagar a imensidão.

É tudo muito belo, muito perfeito.

Até mesmo o que o próprio homem constroi, até mesmo o que ele destroi, até mesmo onde ele vive é cheio de beleza para todos os lados.

Os olhos veem, olhos tão perfeitos como a própria natureza...

Me apavora pensar que seja só isso...

Será que somos apenas o resultado de uma equação matemática que colocou em alinhamento o calor e água? Que fez a distância se tornar perfeita, que trouxe as combinações necessárias para que o belo todo este se visse, enfim, como belo?
Não pode ser, não pode.

Me apavora pensar que o azul do céu é só azul, uma cor...

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